Rondonópolis
Prefeito prestigia evento de atividades sociais e de educação infantil da Cáritas Diocesana
O prefeito José Carlos do Pátio prestigiou na manhã desta sexta-feira (29) o evento de culminância do projeto Fraternidade e Solidariedade que integra as atividades sociais e de educação infantil da Cáritas Diocesana, realizado na sede da entidade, na Vila Operária.
O evento que contou com a presença do benemérito, criador e incentivador, Padre Lothar Bauchrowitz, pároco da Igreja São José Operário de Vila Operária foi prestigiado pelo prefeito, pelos pais das centenas de crianças que integram o projeto de educação infantil da Cáritas na cidade, onde, diversas apresentações culturais de dança, música e encenação teatral animaram os presentes durante toda a manhã, na primeira etapa do evento programado para acontecer em duas etapas nos períodos: matutino e vespertino.

O prefeito, que se sentou ao lado do padre Lothar, ficou sensibilizado com as apresentações das crianças e aplaudia efusivamente a cada apresentação, sendo então cumprimentado pelas crianças que cobravam um abraço dele e do padre benfeitor, posando para fotos com os dois.

O mestre de cerimônias e colaborador da Cáritas, Paulo Otávio, fez um resumo do projeto da Cáritas que envolve a educação infantil através de creches; o trabalho assistencial aos idosos residentes do Recanto dos Idosos, onde o padre Lothar há muitos anos, criou o condomínio assistencial composto por 52 moradias que abrigam dois idosos por unidade, e ainda destacou a parceria com a prefeitura na oferta de cursos de capacitação e qualificação profissional que tem mudado sobremaneira as vidas de centenas de famílias rondonopolitanas, através da oportunização de inserção no mercado de trabalho, gerando qualificação, emprego e renda.

Todavia, é preciso destacar que o prefeito tem sido parceiro da instituição e está investindo cerca de R$ 1,3 milhão na reforma e readaptação (acessibilidade) das unidades do Recanto dos Idosos, bem como, numa miniusina fotovoltaica que vai atender aos residentes com o fornecimento de energia elétrica mais barata.

Paulo ainda falou sobre o programa de transferência de renda da Cáritas que atende cerca de 123 famílias com doações de famílias da Alemanha que enviam os recursos para serem distribuídos entre as famílias assistidas pela instituição, e cujo projeto foi iniciado em 1990, pelo padre Lothar que convenceu algumas famílias amigas da Alemanha a ajudar as famílias mais carentes de Rondonópolis.
Pátio agradeceu e enalteceu a figura do amigo, incentivador e mentor político e espiritual padre Lothar, destacando várias homenagens feitas ao líder religioso que ele faz questão de reconhecer como a mais importante liderança política e religiosa da cidade e região.
Pátio já homenageou e colocou o nome do benemérito em várias obras na cidade como o CSU de Vila Operária; o Campus da Unemat, o novo CPA – Centro Político Administrativo, entre outras que eternizam na memória do povo, o nome do padre benfeitor.

O presidente da Cáritas Diocesana, Manoel Messias, lembrou dos 82 anos da instituição em Mato Grosso (1942), e localmente, enalteceu a pessoa do prefeito, que muito contribuiu e contribui com a instituição, estabelecendo parcerias importantes que levam serviços sociais e políticas públicas às comunidades mais carentes, destacando a ajuda ofertada pelo município na manutenção das creches da Cáritas, bem como destacou a importância dos cursos de qualificação que apenas neste ano, atendeu 564 pessoas (jovens e adultos), nos 13 cursos profissionalizantes oferecidos em parceria com a prefeitura por intermédio das Secretarias de Promoção e Assistência Social e de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Messias elogiou, agradeceu e destacou a parceria com a prefeitura que está revitalizando o Recanto dos Idosos e agradeceu a preocupação do prefeito Pátio em deixar resguardada a continuidade da parceria entre o município e a instituição assistencial que é tão importante para as comunidades mais carentes da cidade.

Residentes do Recanto dos idosos interpretando a música É preciso saber viver de Roberto Carlos…
Ao final do evento, o prefeito, as secretárias de Educação Marli Sales, a de Promoção e Assistência Social Fabiana Rizatti e Neiva de Col de Ciências e Tecnologia foram homenageados com cartões lembranças e, o prefeito uma placa.



Rondonópolis
Prefeito encaminha veto a projeto que suspendia extinção da CODER

Foto- Assessoria
O Poder Executivo de Rondonópolis apresentou o Veto Total nº 0039/2026, referente ao Projeto de Lei Legislativo nº 0137/2026, de autoria do vereador Vinicius Amoroso, que propunha suspender a eficácia da legislação que autorizou a liquidação e extinção da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Rondonópolis (CODER).
O veto foi protocolado na Câmara Municipal sob o Protocolo Legislativo nº 3339/2026 e será submetido a apreciação pelos vereadores na última sessão do mês de setembro.
De autoria de Vinicius Amoroso, o projeto pretendia suspender a eficácia da Lei Complementar nº 573, de 4 de dezembro de 2025, responsável por autorizar a liquidação e extinção da CODER. A proposta estabelecia que a suspensão permaneceria até o cumprimento dos requisitos legais, administrativos e judiciais relacionados ao processo.
Na justificativa da proposta legislativa, a medida buscava interromper temporariamente os efeitos da extinção da companhia enquanto não fossem concluídas as providências consideradas necessárias para garantir a regularidade do processo.
Com o veto total apresentado pelo Executivo, caberá agora ao Plenário da Câmara Municipal apreciar a decisão. Os vereadores poderão manter o veto ou rejeitá-lo, conforme o resultado da votação e as regras previstas na legislação municipal.
O embate coloca novamente a CODER no centro das discussões entre Executivo e Legislativo, em um processo que envolve o futuro da companhia, seu patrimônio, obrigações e os procedimentos necessários para eventual liquidação e encerramento das atividades.
A votação do veto deverá definir se o projeto de Vinicius Amoroso será definitivamente arquivado ou se terá seus efeitos preservados mediante derrubada da decisão do Executivo.
Política MT
Alessandra acusa adversário de “jogar baixo” e diz que candidatura incomoda por ameaça à disputa por cadeira na ALMT

Foto- Redes Sociais
A candidata a deputada estadual Alessandra Ferreira (Podemos) elevou o tom contra um adversário político ao comentar as recentes movimentações na Justiça envolvendo sua possível candidatura à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Sem citar nominalmente o adversário no trecho, Alessandra afirmou que ele estaria incomodado com o crescimento de seu projeto político e que, em vez de disputar nas urnas, estaria tentando utilizar a Justiça para dificultar sua participação na eleição.
“Ele está muito incomodado com tudo isso, incomodado que há uma grande chance, possibilidade de a gente alcançar essa cadeira e, infelizmente, ele não quer vir para a disputa no pau a pau”, afirmou.
Na avaliação de Alessandra, a tentativa de questionar sua candidatura não deve prosperar e representa uma forma inadequada de fazer política.
“Ele quer jogar baixo desse jeito, buscando a Justiça, mas eu acredito que a Justiça vai ser justa e vai entender que nós estamos fazendo o que todo cidadão tem a possibilidade de fazer e tem o dever de fazer”, declarou.
A candidata também levantou a possibilidade de que sua condição de mulher e o fato de ser esposa do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, estejam entre os fatores que provocariam resistência ao seu projeto eleitoral.
“Eu não sei se é porque eu sou mulher, eu não sei se é porque eu sou a esposa do Cláudio, eu não sei se ele está se sentindo acuado, se ele pensa que a nossa candidatura atrapalha a dele”, disse.
Alessandra defendeu ainda que a disputa eleitoral seja definida pelo eleitor e afirmou que sua candidatura estaria ganhando força justamente por provocar reações dos adversários.
“Eu entendo que nós estamos no caminho certo, porque senão ele não estaria fazendo isso. Eu só gostaria que ele fosse mais homem e não jogasse baixo igual ele está jogando e fizesse uma disputa justa”, afirmou.
A pré-candidata reforçou que considera legítimo o direito de qualquer cidadão disputar uma eleição e pediu que a população tenha liberdade para decidir nas urnas.
“Deixar o povo escolher. O cidadão tem o direito de fazer a sua escolha, escolher o que é melhor para sua cidade, melhor para seu estado”, declarou.
Na sequência, Alessandra associou o discurso eleitoral às ações e investimentos realizados em Rondonópolis. Ela citou obras e serviços na área da saúde, o microrevestimento de vias e a ordem de serviço para o viaduto, além da duplicação do anel viário, destacando a parceria entre o município e o Governo de Mato Grosso.
“Nós não fazemos a política da pessoalidade. E, como eu falei, eu sinto muito por um homem velho daquele, velho na política, enxergar dessa forma, mas você tem uma oportunidade de mudar os seus pensamentos. Pense grande, vamos ser grande, vamos pensar numa Rondonópolis para todos”, concluiu.
As declarações colocam a disputa pela vaga na Assembleia em um novo patamar de confronto político, com Alessandra sinalizando que pretende manter a candidatura e enfrentar os adversários diretamente nas urnas.
Política MT
Advogado compara Wellington Fagundes a “chupim” em crítica à aproximação de Janaína Riva com o PL

Foto- Redes Sociais
O advogado de Rondonópolis e analista político Dr. Olivar, apoiador da deputada estadual Alessandra Ferreira, fez uma avaliação contundente sobre a movimentação política envolvendo a deputada estadual Janaína Riva, o MDB e o PL. A análise foi feita na manhã desta quinta-feira (10), durante participação no programa Bom Dia Cidade, da Rádio 104 FM.
Ao comentar a aproximação de Janaína Riva com o PL e o espaço ocupado pela direita em Mato Grosso, Olivar utilizou uma metáfora para definir o papel que atribui ao senador Wellington Fagundes no processo.
“Eu até falei carinhosamente, fiz um apelido para o Wellington Fagundes: ele é o chupim”, afirmou.
Segundo Olivar, a comparação faz referência ao comportamento do pássaro conhecido por colocar seus ovos no ninho de outras aves, deixando que elas façam o trabalho de incubação e criação.
Na avaliação do analista, Fagundes estaria tentando inserir Janaína Riva no “ninho” político construído pelo PL e pelo crescimento da direita em Mato Grosso.
“O PL sai gigante das urnas. Esse ninho não foi construído pelo Wellington Fagundes, não foi pelo carisma do Wellington Fagundes. O PL é outro ninho”, afirmou.
Olivar sustentou que o fortalecimento do PL não seria resultado exclusivamente da atuação individual de Fagundes, mas de uma transformação do cenário político e do crescimento do eleitorado de direita.
Para ele, a eventual entrada de Janaína no espaço político do PL representa uma disputa pelo controle dessa estrutura eleitoral.
“Esse ninho construído, onde os eleitores de direita confiam, o Wellington Fagundes vem e coloca o ovo do chupim, que é a Janaína Riva”, declarou.
Disputa pelo eleitorado da direita
O analista também avaliou que uma candidatura ao Senado exige uma estratégia diferente daquela utilizada em eleições proporcionais.
Na visão de Olivar, Janaína Riva possui uma trajetória marcada pela capacidade de transitar entre diferentes grupos políticos, mas uma eventual candidatura majoritária exigiria também a conquista de uma parcela significativa do eleitorado identificado com a direita.
“Para ser deputada ela não depende [do voto da direita], mas como majoritária, para o Senado, ela sabe que depende”, afirmou.
Olivar questionou, então, quem estaria levando vantagem na aproximação: Janaína Riva ao entrar na estrutura do PL ou o próprio partido ao incorporar uma candidatura com estrutura política própria.
A metáfora do “chupim”, segundo ele, representa justamente essa disputa.
“Quem está usando a estrutura de quem?”, questionou.
Estrutura política
Durante a entrevista, Olivar também relacionou a trajetória eleitoral de Janaína Riva à estrutura política construída por seu pai, o ex-deputado estadual José Riva.
Ele argumentou que a ascensão eleitoral da deputada não poderia ser analisada apenas pelo aspecto pessoal ou pelo carisma, mas também pela estrutura política construída ao longo de décadas.
O analista classificou José Riva como um “animal político”, no sentido utilizado pela sociologia e pela ciência política, ao defender que estruturas políticas podem sobreviver aos próprios personagens que as construíram.
A partir dessa leitura, Olivar avalia que a atual movimentação em torno de Janaína Riva seria parte de uma estratégia mais ampla de manutenção e expansão dessa estrutura política.
A análise, entretanto, é uma avaliação política apresentada por Olivar durante o programa, e não uma conclusão judicial ou constatação oficial sobre as articulações mencionadas.
No fim, a metáfora deixada pelo analista resume sua crítica: o PL construiu um ninho eleitoral identificado com a direita; agora, a disputa é para saber quem vai controlar esse ninho.
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