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Mato Grosso

Presidente do TJMT visita Comarca de Sorriso e elogia criação da Rede Unificada de Proteção

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Maria Helena Póvoas, visitou na manhã desta quarta-feira a Comarca de Sorriso (420 Km a norte da Capital) e pode conhecer mais sobre o trabalho desempenhado pela Rede Unificada de Proteção às Mulheres, Idosos, Crianças e Adolescentes no município.
 
Realizada no Plenário do Tribunal do Júri do Fórum de Sorriso, a cerimônia reuniu autoridades de diversas instituições participantes da rede de acolhimento, que apresentaram à presidente, e à toda sociedade do município, os avanços e melhorias implantadas na Comarca, no que tange a proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.
 
A presidente do TJMT elogiou a iniciativa da Comarca de Sorriso e a atuação da Rede Unificada no município, na figura do coordenador, juiz Anderson Candiotto. A desembargadora também reconheceu o esforço de todas as instituições para reunir atores diferentes na proteção de pessoas vulneráveis (em todas as fases da vida e faixas etárias), oferecendo amparo social e a garantia de direitos a quem tanto precisa.
 
“Vocês merecem todos os aplausos do mundo por essa Rede Unificada de Proteção. Boas práticas precisam ser compartilhadas e vou levar como sugestão a outras comarcas essa iniciativa”, afirmou a presidente do TJMT.
 
Para o coordenador da Rede Unificada de Proteção da Comarca de Sorriso, juiz Anderson Candiotto, a visita da presidente do TJMT só demonstra a importância do projeto de proteção às pessoas em situação de vulnerabilidade no município.
 
“Nós temos muito orgulho de poder apresentar em detalhes a rede para a presidente. A nossa principal intenção é evitar a revitimização da vítima. Antes essas pessoas tinham que passar por vários órgãos públicos até que efetivamente fossem protegidas. Hoje, não. Nós unificamos as redes da Infância, da Mulher e do Idoso, que já existiam no município, trazendo mais eficiência e promovendo uma única oitiva dessas vítimas com psicólogos, humanizando desde o início o atendimento. Com isso, somando as redes, criamos uma estrutura maior para combater a violência quando ela se dá no núcleo familiar, evitando o ciclo de violência naquela unidade familiar”, ressalta o juiz e coordenador da Rede.
 
Primeira Rede Unificada de Proteção de Mato Grosso – Sorriso é a primeira comarca a aplicar a unificação da rede de proteção às mulheres, idosos, crianças e adolescentes vítimas de violência familiar no Estado. Com a iniciativa, o município passou a oferecer atendimento psicológico 24 horas na delegacia judiciária civil.
 
O termo de unificação da rede de proteção foi assinado em 21 de julho entre Poder Judiciário, Prefeitura Municipal, Ministério Público de Mato Grosso e Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB/MT), representando um grande avanço às pessoas em situação de vulnerabilidade e violência familiar
 
Priorização na atenção e proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade – As autoridades que compuseram o dispositivo do evento foram unânimes nos elogios à presidente do TJMT pela priorização na atenção e proteção dos órgãos de defesa das mulheres, idosos, crianças e adolescentes, na atual administração do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
 
O promotor de Justiça da 2ª Promotoria Cível de Sorriso, Márcio Florestan Berestinas, elencou algumas das principais ações da gestão da desembargadora Maria Helena Póvoas como presidente e também para valorizar a atuação das mulheres na sociedade.
 
“Como sociedade temos muito o que comemorar e homenagear o trabalho prestado pela presidente frente ao Tribunal de Justiça. A ampliação da digitalização dos autos, o processo digital, que confere mais celeridade e efetividade às decisões judiciais; as campanhas de conscientização; a implantação do Botão do Pânico Virtual para proteção das mulheres vitimadas por violência; a medida protetiva on-line, enfim. Uma gestão de muitas conquistas para o Judiciário e de pioneirismo da desembargadora Maria Helena Póvoas, a primeira mulher oriunda do quinto constitucional a presidir o egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso”, explica o promotor.
 
Nova Vara da Infância e Juventude – A Comarca de Sorriso passará em breve a contar com mais uma vara. A novidade atende a decisão do Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que aprovou a Proposição nº 3/2022 para a criação da Vara Especializada da Infância e Juventude.
 
A proposição é justificada pelo crescimento populacional no município e acúmulo de competência para julgar demandas relativas ao tema, sobrecarregando as demais varas.
 
Atualmente, tramitam na 1ª, 2ª e 3ª Varas, cerca de 1.700 processos relativos à Infância e Juventude. O quantitativo demonstra e reforça a necessidade de uma estrutura maior para a Comarca.
 
“O resultado da sua gestão, desembargadora, mostra que as mulheres fazem mais e melhor. Toda essa trajetória, esse trabalho tão bonito que você desempenha frente ao TJMT nos inspira quanto componentes da Rede Unificada de Proteção a buscar fazer mais e melhor”, finaliza Márcio Florestan.
 
Botão do Pânico Virtual em Sorriso – A presidente do TJMT surpreendeu a todos durante o evento com uma boa notícia sobre a implantação do Botão do Pânico Virtual na Comarca de Sorriso.
 
“Ligamos agora para o secretário de Segurança Pública e ele nos garantiu que está terminando o processo licitatório para georreferenciamento do município, o que é necessário para implementarmos a ação na Comarca. A expectativa é de que em março de 2023 o dispositivo já esteja em funcionamento em Sorriso.
 
Título de Cidadã Sorrisense – Durante o evento foram prestadas diversas homenagens à presidente do TJMT, desembargadora Maria Helena Póvoas. Ela recebeu das mãos do presidente da Câmara Municipal de Sorriso, vereador Iago Mella, o título de ‘Cidadã Sorrisense’, pelos trabalhos prestados ao município.
 
“É uma honra muito grande receber esse título. Estou muito feliz com essa surpresa. Pretendo honrar essa homenagem dos vereadores”, destacou a presidente do TJMT.
 
A desembargadora também recebeu de presente dois artesanatos de madeira produzidos pelos reeducandos da Cadeia Pública do Município.
 
Marco Cappelletti/ Fotos Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Mato Grosso

Circuito do Varejo promove capacitação sobre atendimento e vendas digitais em Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa

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Empresários e equipes do comércio poderão participar de palestras práticas voltadas à experiência do cliente e estratégias de conversão
O Circuito do Varejo segue ampliando sua agenda de capacitações em Mato Grosso e desembarca, no mês de junho, nos municípios de Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa. A iniciativa reúne empresários, gestores e equipes do comércio para uma programação voltada à melhoria do atendimento e ao fortalecimento das vendas presenciais e digitais.
Realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae-MT), o projeto percorre diferentes regiões do estado levando conteúdos estratégicos sobre comportamento do consumidor, experiência de compra e relacionamento com clientes.
A primeira parada será em Lucas do Rio Verde, no dia 3 de junho. Depois, o circuito segue para Alta Floresta, em 9 de junho, Colíder, no dia 11, e encerra a programação do mês em Água Boa, no dia 23. Em todas as cidades, a recepção ao público começa às 18h.
A partir das 19h30, o especialista em experiência do cliente Manoel Carlos Junior ministra a palestra “Atendimento que vende: como encantar o cliente dentro da loja”. O conteúdo apresenta estratégias para transformar o atendimento em diferencial competitivo, criando conexões com o consumidor e aumentando as oportunidades de fidelização e vendas.
Manoel Carlos Junior é curador e especialista em Customer Experience, além de autor dos livros “Experiencialize: os sete passos para transformar produtos e serviços em experiências” e “Experiencializando o Mundo: 40 histórias reais baseadas no método experiencialize”.
Na sequência, às 20h15, a empresária e business coach Uliana Ferreira conduz a palestra “Do direct ao Whatsapp: como atender e vender nos canais digitais”. A apresentação aborda técnicas para estruturar o atendimento online, fortalecer a comunicação digital e converter interações em vendas por meio das redes sociais e aplicativos de mensagens.
Uliana Ferreira é CEO do Grupo Dona, fundador do Instituto A Dona do Negócio e autora do livro best-seller “A Dona do Negócio”. A especialista atua com consultoria e aceleração de resultados para empresas e projetos de empreendedorismo feminino.
As inscrições são limitadas e podem ser feitas pela internet, na plataforma Sympla. Para participar, os interessados devem doar 5 quilos de alimentos não perecíveis no dia do evento. As arrecadações serão destinadas ao programa Sesc Mesa Brasil.
Serviço:
 
Evento Circuito do Varejo 2026
 
Inscrições: Ingresso solidário de 5 kg de alimentos não perecíveis
Lucas do Rio Verde
Data: 3 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Sebrae em Lucas do Rio Verde, Avenida Pará, 484-s –
Alvorada, Lucas do Rio Verde
Inscrições:  via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-lucas-do-rioverde/3412816)
Alta Floresta
Data: 9 de junho, a partir das 18h
Local: Teatro Agostinho Bizinotto – Centro Cultural, Travessa C-A, Alta Floresta
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-altafloresta/3405873)
Colíder
Data: 11 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Amazonia ACIC – R. Luiz Aldori Neves Fernandes, 745 – Centro, Colíder
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicaocolIder/3405768)
Água Boa
Data: 23 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório da Associação Comercial de Água Boa (Aceab) – R. Nove, 338 – Centro, Água Boa
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-aguaboa/3405939)
O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
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Mato Grosso

Leis aprovadas por Câmaras são declaradas inconstitucionais em MT

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Foto- Assessoria

Leis aprovadas em câmaras municipais que avançam sobre atribuições típicas do Poder Executivo continuam sendo alvo de questionamentos no Judiciário, com reiterado reconhecimento de inconstitucionalidade por vícios formais. Em decisões recentes envolvendo municípios mato-grossenses, a exemplo de Sinop e Rondonópolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) reafirmou os parâmetros que delimitam a atuação do Legislativo local.

Nesse contexto, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) tem se manifestado em ações diretas de inconstitucionalidade apontando irregularidades em leis de iniciativa parlamentar que tratam da execução de políticas públicas. Foi o que ocorreu nos casos das Leis Municipais nº 3.599/2025, que instituiu a denominada Escola Ambiental, e nº 3.641/2026, que criou o Programa Oftalmologia nas Escolas, ambas no município de Sinop.

As análises jurídicas indicam que essas normas apresentaram vício formal de iniciativa, uma vez que trataram de matérias cuja proposição é reservada ao chefe do Poder Executivo. A Constituição Federal e a Constituição do Estado de Mato Grosso estabelecem que cabe privativamente ao Executivo propor leis que disponham sobre organização administrativa, funcionamento de órgãos públicos e implementação de políticas governamentais, entendimento que se aplica aos municípios por simetria constitucional.

Nos casos analisados, as leis não se limitaram à criação de diretrizes gerais, mas passaram a disciplinar a execução das políticas públicas. Entre os pontos identificados estão a definição de periodicidade de serviços, a imposição de atividades específicas por secretarias e a vinculação direta de ações à estrutura administrativa do município. Esse tipo de previsão normativa caracteriza ingerência indevida na esfera do Executivo, ao restringir a margem de decisão administrativa quanto à conveniência, oportunidade e viabilidade das medidas.

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Situação semelhante foi verificada em Rondonópolis, onde a Lei Municipal nº 14.224/2025 instituiu o projeto “Bem-Estar Rural”, determinando a realização de atividades físicas e de lazer para a população, com frequência mínima semanal e execução a cargo de secretaria municipal. O entendimento consolidado foi de que a norma, também de iniciativa parlamentar, impôs obrigações concretas ao Executivo, interferindo na gestão administrativa, no planejamento de políticas públicas e na alocação de recursos humanos, além de exigir contratação de profissionais.

Nessa hipótese, assim como em Sinop, o Ministério Público apontou que, embora a iniciativa legislativa tenha sido orientada por finalidade social relevante, a forma adotada acabou por invadir a esfera de competência do Executivo, comprometendo o equilíbrio entre os poderes e retirando do gestor público a possibilidade de avaliar a melhor forma de execução da política pública.

Outro ponto comum nos casos analisados é a violação ao princípio da separação dos poderes. Embora o Legislativo tenha papel essencial na formulação de normas e na representação da sociedade, sua atuação encontra limites constitucionais. Quando a lei estabelece comandos operacionais específicos, substitui a discricionariedade administrativa por obrigações previamente definidas, caracterizando interferência indevida na gestão pública.

Além disso, foi constatada a ausência de estimativa de impacto orçamentário e financeiro em leis que criavam despesas públicas obrigatórias e continuadas. A exigência constitucional de apresentação desse estudo busca garantir o equilíbrio das contas públicas e a compatibilidade com o planejamento orçamentário. A inobservância desse requisito tem sido considerada vício suficiente para invalidar as normas.

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A atuação do Ministério Público nesses casos busca assegurar que o processo legislativo observe os parâmetros constitucionais, contribuindo para a produção de normas eficazes e juridicamente válidas, sempre reconhecendo o importante papel das câmaras municipais na elaboração de leis que estabeleçam diretrizes gerais e políticas públicas em sentido amplo.

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Mato Grosso

Estado é condenado a reformar Cadeia Pública feminina de Cáceres

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A pedido da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cáceres (a 225 km de Cuiabá), a Justiça determinou que o Estado de Mato Grosso apresente, no prazo de até 90 dias, um plano completo para sanar irregularidades estruturais, sanitárias e de segurança na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. A 4ª Vara Cível da comarca julgou procedente a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A sentença foi proferida em 21 de maio.

A decisão judicial estabelece que o Estado deve elaborar, apresentar e implementar um Plano de Adequação Estrutural e Funcional, no qual deverão constar, de forma detalhada, todas as intervenções necessárias para a regularização da unidade, incluindo obras, reparos e medidas voltadas ao cumprimento das normas de segurança contra incêndio, das condições sanitárias e das exigências estruturais. O cronograma deverá indicar, ainda, os prazos de início e conclusão de cada etapa, a estimativa de custos, as fontes de financiamento e os órgãos responsáveis pela execução.

Além disso, o Estado deverá comprovar periodicamente o andamento das ações por meio da apresentação de relatórios técnicos e registros fotográficos a cada 60 dias, evidenciando a evolução das medidas adotadas. Na sentença, o juízo também fixou multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento dos prazos estabelecidos.

De acordo com a ação, a investigação teve início após a 1ª Promotoria de Justiça Criminal identificar irregularidades relevantes na unidade durante fiscalizações de rotina, especialmente relacionadas à estrutura física, à segurança e ao funcionamento, com risco à integridade de custodiadas e servidores. Diante desse cenário, a 1ª Promotoria de Justiça Cível instaurou procedimento para acompanhar a situação e cobrar providências do Estado, responsável pela gestão do sistema prisional.

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As apurações revelaram um quadro crônico de precariedade estrutural, com edificações deterioradas, problemas nas instalações elétricas, ausência de sistemas adequados de prevenção a incêndios e falhas nas condições sanitárias. Relatórios técnicos e vistorias realizadas por órgãos como o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e o Centro de Apoio Operacional do Ministério Público (CAO-MP) confirmaram os riscos. Na cadeia feminina, foram registrados, entre outros problemas, fiação exposta e sobrecarga elétrica, fatores que motivaram, inclusive, pedido de interdição parcial.

“As irregularidades estruturais constatadas pelo Centro de Apoio Operacional do Ministério Público expõem de forma permanente pessoas privadas de liberdade, servidores e demais usuários das unidades prisionais a riscos concretos à vida e à integridade física, especialmente em razão da precariedade das edificações, da ausência de manutenção preventiva e da deficiência das instalações elétricas e estruturais.”, narra a ação.

Segundo o MPMT, as medidas adotadas pelo Estado ao longo da investigação foram pontuais e insuficientes para solucionar as irregularidades. O Ministério Público também buscou uma solução extrajudicial, por meio da proposta de celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não obteve resposta do poder público.

Foto: Reprodução. 

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