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Mato Grosso

Primeira etapa regional dos Jogos Escolares é finalizada em Alto Garças

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De 03 a 08 de maio, estudantes de instituições de ensino públicas e particulares de 11 municípios das regiões sul e sudeste do Estado participaram da primeira etapa regional dos Jogos Escolares da Juventude 2019, em Alto Garças, que fica a 360 km da capital. O encerramento da competição ocorreu na última quarta-feira (08) no Ginásio Pituchão, com premiação das escolas campeãs nas modalidades coletivas de basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Com o objetivo de fomentar a prática de atividades esportivas educacionais e valorizar habilidades esportivas em jovens na fase escolar, os Jogos são realizados pela Secretaria de Estado de Cultura de Esporte e Lazer (Secel/MT) e contam com o apoio dos municípios mato-grossenses. 

Em Alto Garças, mais de 500 alunos com idade entre de 12 a 14 anos (categoria B) participaram da competição.

De acordo com o coordenador de eventos esportivos escolares da Secel e coordenador geral dos Jogos Escolares, Celso Queiroz Silva, o planejamento foi cumprido de forma bastante satisfatória. 

“Houve um bom nível técnico das equipes. As partidas foram muito boas, com respeito entre os jovens atletas. Fizemos do refeitório um centro de integração entre as equipes, oferecendo apresentações culturais e práticas de vivência do esporte por pessoas deficientes, como basquete em cadeiras de rodas e futebol de cegos. Além disso, os espaços de competição estavam bem equipados e, o melhor, o público esteve presente em todos, inclusive nas quadras externas. A população de Alto Garças foi muito receptiva e incentivou o esporte escolar”, relata Celso. 

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Estiveram presentes na premiação o secretário adjunto de Esportes e Lazer da Secel, Jefferson Carvalho Neves, secretário municipal de Esportes, Cléber Rezende de Novais, mais conhecido como Chalita, e o prefeito de Alto Garças, Claudinei Singolano. A solenidade também contou com representantes das Secretarias de Estado de Segurança Pública e de Educação.

“Encerramos essa primeira etapa dos Jogos Escolares com a sensação de missão cumprida. Parabenizamos as delegações de todos os municípios que participaram do evento. Agradecemos ao município de Alto Garças pelo apoio na organização e pela recepção. Todos os envolvidos foram fantásticos. Agora é planejar e executar as próximas”, comemora o secretário adjunto da Secel, Jefferson Neves.

As escolas campeãs avançam para a etapa estadual, que acontecerá de julho a setembro.  Confira a classificação final: 

FUTSAL MASCULINO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

E.E. Dez de Dezembro

Pedra Preta

2º lugar

E.E. Estevão de Mendonça

Guiratinga

3º lugar

E.E. Osvaldo Candido Pereira

Paranatinga

FUTSAL FEMININO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

Centro de Ensino Aquarela

Primavera do Leste

2º lugar

E.E. Leônidas De Matos

Santo Antônio de Leverger

3º lugar

E.M. Dª Maria Artemir Pires

Campo Verde

HANDEBOL MASCULINO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

E.M. Dª Maria Artemir Pires

Campo Verde

2º lugar

Colégio Nova Geração – COC

Primavera do Leste

3º lugar

E.M. Anfilófio de S. Campos

Itiquira

HANDEBOL FEMININO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

Col. Mãe da Divina Providência

Primavera do Leste

2º lugar

E.M. Dª Sabina Lazarin Prati

Campo Verde

3º lugar

Coop. de Ens. Alvares Cabral – CEAC

Rondonópolis

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BASQUETEBOL MASCULINO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

E.E. Estevão de Mendonça

Guiratinga

2º lugar

Col. Mãe da Divina Providência

Primavera do leste

3º lugar

E.E. 29 de junho

Paranatinga

BASQUETEBOL FEMININO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

Col. Mãe da Divina Providência

Primavera do Leste

2º lugar

E.M. Dª Sabina Lazarin Prati

Campo Verde

VOLEIBOL MASCULINO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

Colégio Nova Geração – COC

Primavera do Leste

2º lugar

E.E. São Pedro Apóstolo

Pedra Preta

3º lugar

E.E. Joaquim Nunes Rocha

Rondonópolis

VOLEIBOL FEMININO

Classificação

Escola

Município

1º lugar

Escola Progresso

Campo Verde

2º lugar

Col. Mãe da Divina Providência

Primavera do Leste

3º lugar

E.E. Dez de Dezembro

Pedra Preta

Integração e aprendizado

Além de oportunizar o intercâmbio sociocultural entre alunos das diversas escolas do Estado, a realização dos Jogos Escolares da Juventude contribui para a inclusão social, o afastamento de diversos tipos de drogas, o crescimento pessoal dos jovens esportistas e para a formação de base na revelação de novos talentos.  

Durante as partidas são valorizadas práticas que façam tais atributos caminharem juntos ao caráter competitivo do evento. Na arbitragem, por exemplo, há uma preocupação pedagógica quanto às punições do esporte, especialmente nas disputas da categoria B, que envolve alunos de faixa etária mais baixa – entre 12 e 14 anos.

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“Antes de punir, precisamos ensinar. São jovens que estão no início da prática esportiva e por isso, há uma preocupação ainda maior. Muitas vezes, temos que advertir e explicar para só depois aplicar a punição caso a penalidade se repita”, esclarece uma das árbitras de handebol dos Jogos, Suely Levina da Silva. 

Para os estudantes, a participação no evento traz vários benefícios.  “É divertido, pude conhecer pessoas e lugares novos”, conta Anallyce dos Santos, de 13 anos, pivô de handebol de Santo Antônio do Leverger.

Já o estudante e armador da equipe de basquete de Guiratinga, Giovanni Terra, de 14 anos, cita o respeito com o adversário, o companheirismo e a união, como principais aprendizados durante os Jogos Escolares.

As amigas Eliza, 13 anos, Gislânia, 13, e Naillane, de 12, evidenciam as novas amizades conquistadas no evento e o exercício de respeito com o outro time na hora do jogo. Elas são jogadoras da equipe de basquete de Primavera do Leste.

Eliza, Gislânia e Naillane, do time de basquete de Primavera do Leste

Motivação para estudar é o principal ganho pela prática do esporte para os colegas Erick Lucas e David Luigi, de 14 e 13 anos, do voleibol de Rondonópolis. “Dá até mais vontade de ir pra aula”, declaram.

Erick Lucas e David Luigi, estudantes que jogam no time de voleibol de Rondonópolis

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Mato Grosso

Circuito do Varejo promove capacitação sobre atendimento e vendas digitais em Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa

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Empresários e equipes do comércio poderão participar de palestras práticas voltadas à experiência do cliente e estratégias de conversão
O Circuito do Varejo segue ampliando sua agenda de capacitações em Mato Grosso e desembarca, no mês de junho, nos municípios de Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa. A iniciativa reúne empresários, gestores e equipes do comércio para uma programação voltada à melhoria do atendimento e ao fortalecimento das vendas presenciais e digitais.
Realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae-MT), o projeto percorre diferentes regiões do estado levando conteúdos estratégicos sobre comportamento do consumidor, experiência de compra e relacionamento com clientes.
A primeira parada será em Lucas do Rio Verde, no dia 3 de junho. Depois, o circuito segue para Alta Floresta, em 9 de junho, Colíder, no dia 11, e encerra a programação do mês em Água Boa, no dia 23. Em todas as cidades, a recepção ao público começa às 18h.
A partir das 19h30, o especialista em experiência do cliente Manoel Carlos Junior ministra a palestra “Atendimento que vende: como encantar o cliente dentro da loja”. O conteúdo apresenta estratégias para transformar o atendimento em diferencial competitivo, criando conexões com o consumidor e aumentando as oportunidades de fidelização e vendas.
Manoel Carlos Junior é curador e especialista em Customer Experience, além de autor dos livros “Experiencialize: os sete passos para transformar produtos e serviços em experiências” e “Experiencializando o Mundo: 40 histórias reais baseadas no método experiencialize”.
Na sequência, às 20h15, a empresária e business coach Uliana Ferreira conduz a palestra “Do direct ao Whatsapp: como atender e vender nos canais digitais”. A apresentação aborda técnicas para estruturar o atendimento online, fortalecer a comunicação digital e converter interações em vendas por meio das redes sociais e aplicativos de mensagens.
Uliana Ferreira é CEO do Grupo Dona, fundador do Instituto A Dona do Negócio e autora do livro best-seller “A Dona do Negócio”. A especialista atua com consultoria e aceleração de resultados para empresas e projetos de empreendedorismo feminino.
As inscrições são limitadas e podem ser feitas pela internet, na plataforma Sympla. Para participar, os interessados devem doar 5 quilos de alimentos não perecíveis no dia do evento. As arrecadações serão destinadas ao programa Sesc Mesa Brasil.
Serviço:
 
Evento Circuito do Varejo 2026
 
Inscrições: Ingresso solidário de 5 kg de alimentos não perecíveis
Lucas do Rio Verde
Data: 3 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Sebrae em Lucas do Rio Verde, Avenida Pará, 484-s –
Alvorada, Lucas do Rio Verde
Inscrições:  via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-lucas-do-rioverde/3412816)
Alta Floresta
Data: 9 de junho, a partir das 18h
Local: Teatro Agostinho Bizinotto – Centro Cultural, Travessa C-A, Alta Floresta
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-altafloresta/3405873)
Colíder
Data: 11 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Amazonia ACIC – R. Luiz Aldori Neves Fernandes, 745 – Centro, Colíder
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicaocolIder/3405768)
Água Boa
Data: 23 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório da Associação Comercial de Água Boa (Aceab) – R. Nove, 338 – Centro, Água Boa
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-aguaboa/3405939)
O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
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Mato Grosso

Leis aprovadas por Câmaras são declaradas inconstitucionais em MT

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Foto- Assessoria

Leis aprovadas em câmaras municipais que avançam sobre atribuições típicas do Poder Executivo continuam sendo alvo de questionamentos no Judiciário, com reiterado reconhecimento de inconstitucionalidade por vícios formais. Em decisões recentes envolvendo municípios mato-grossenses, a exemplo de Sinop e Rondonópolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) reafirmou os parâmetros que delimitam a atuação do Legislativo local.

Nesse contexto, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) tem se manifestado em ações diretas de inconstitucionalidade apontando irregularidades em leis de iniciativa parlamentar que tratam da execução de políticas públicas. Foi o que ocorreu nos casos das Leis Municipais nº 3.599/2025, que instituiu a denominada Escola Ambiental, e nº 3.641/2026, que criou o Programa Oftalmologia nas Escolas, ambas no município de Sinop.

As análises jurídicas indicam que essas normas apresentaram vício formal de iniciativa, uma vez que trataram de matérias cuja proposição é reservada ao chefe do Poder Executivo. A Constituição Federal e a Constituição do Estado de Mato Grosso estabelecem que cabe privativamente ao Executivo propor leis que disponham sobre organização administrativa, funcionamento de órgãos públicos e implementação de políticas governamentais, entendimento que se aplica aos municípios por simetria constitucional.

Nos casos analisados, as leis não se limitaram à criação de diretrizes gerais, mas passaram a disciplinar a execução das políticas públicas. Entre os pontos identificados estão a definição de periodicidade de serviços, a imposição de atividades específicas por secretarias e a vinculação direta de ações à estrutura administrativa do município. Esse tipo de previsão normativa caracteriza ingerência indevida na esfera do Executivo, ao restringir a margem de decisão administrativa quanto à conveniência, oportunidade e viabilidade das medidas.

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Situação semelhante foi verificada em Rondonópolis, onde a Lei Municipal nº 14.224/2025 instituiu o projeto “Bem-Estar Rural”, determinando a realização de atividades físicas e de lazer para a população, com frequência mínima semanal e execução a cargo de secretaria municipal. O entendimento consolidado foi de que a norma, também de iniciativa parlamentar, impôs obrigações concretas ao Executivo, interferindo na gestão administrativa, no planejamento de políticas públicas e na alocação de recursos humanos, além de exigir contratação de profissionais.

Nessa hipótese, assim como em Sinop, o Ministério Público apontou que, embora a iniciativa legislativa tenha sido orientada por finalidade social relevante, a forma adotada acabou por invadir a esfera de competência do Executivo, comprometendo o equilíbrio entre os poderes e retirando do gestor público a possibilidade de avaliar a melhor forma de execução da política pública.

Outro ponto comum nos casos analisados é a violação ao princípio da separação dos poderes. Embora o Legislativo tenha papel essencial na formulação de normas e na representação da sociedade, sua atuação encontra limites constitucionais. Quando a lei estabelece comandos operacionais específicos, substitui a discricionariedade administrativa por obrigações previamente definidas, caracterizando interferência indevida na gestão pública.

Além disso, foi constatada a ausência de estimativa de impacto orçamentário e financeiro em leis que criavam despesas públicas obrigatórias e continuadas. A exigência constitucional de apresentação desse estudo busca garantir o equilíbrio das contas públicas e a compatibilidade com o planejamento orçamentário. A inobservância desse requisito tem sido considerada vício suficiente para invalidar as normas.

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A atuação do Ministério Público nesses casos busca assegurar que o processo legislativo observe os parâmetros constitucionais, contribuindo para a produção de normas eficazes e juridicamente válidas, sempre reconhecendo o importante papel das câmaras municipais na elaboração de leis que estabeleçam diretrizes gerais e políticas públicas em sentido amplo.

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Mato Grosso

Estado é condenado a reformar Cadeia Pública feminina de Cáceres

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A pedido da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cáceres (a 225 km de Cuiabá), a Justiça determinou que o Estado de Mato Grosso apresente, no prazo de até 90 dias, um plano completo para sanar irregularidades estruturais, sanitárias e de segurança na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. A 4ª Vara Cível da comarca julgou procedente a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A sentença foi proferida em 21 de maio.

A decisão judicial estabelece que o Estado deve elaborar, apresentar e implementar um Plano de Adequação Estrutural e Funcional, no qual deverão constar, de forma detalhada, todas as intervenções necessárias para a regularização da unidade, incluindo obras, reparos e medidas voltadas ao cumprimento das normas de segurança contra incêndio, das condições sanitárias e das exigências estruturais. O cronograma deverá indicar, ainda, os prazos de início e conclusão de cada etapa, a estimativa de custos, as fontes de financiamento e os órgãos responsáveis pela execução.

Além disso, o Estado deverá comprovar periodicamente o andamento das ações por meio da apresentação de relatórios técnicos e registros fotográficos a cada 60 dias, evidenciando a evolução das medidas adotadas. Na sentença, o juízo também fixou multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento dos prazos estabelecidos.

De acordo com a ação, a investigação teve início após a 1ª Promotoria de Justiça Criminal identificar irregularidades relevantes na unidade durante fiscalizações de rotina, especialmente relacionadas à estrutura física, à segurança e ao funcionamento, com risco à integridade de custodiadas e servidores. Diante desse cenário, a 1ª Promotoria de Justiça Cível instaurou procedimento para acompanhar a situação e cobrar providências do Estado, responsável pela gestão do sistema prisional.

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As apurações revelaram um quadro crônico de precariedade estrutural, com edificações deterioradas, problemas nas instalações elétricas, ausência de sistemas adequados de prevenção a incêndios e falhas nas condições sanitárias. Relatórios técnicos e vistorias realizadas por órgãos como o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e o Centro de Apoio Operacional do Ministério Público (CAO-MP) confirmaram os riscos. Na cadeia feminina, foram registrados, entre outros problemas, fiação exposta e sobrecarga elétrica, fatores que motivaram, inclusive, pedido de interdição parcial.

“As irregularidades estruturais constatadas pelo Centro de Apoio Operacional do Ministério Público expõem de forma permanente pessoas privadas de liberdade, servidores e demais usuários das unidades prisionais a riscos concretos à vida e à integridade física, especialmente em razão da precariedade das edificações, da ausência de manutenção preventiva e da deficiência das instalações elétricas e estruturais.”, narra a ação.

Segundo o MPMT, as medidas adotadas pelo Estado ao longo da investigação foram pontuais e insuficientes para solucionar as irregularidades. O Ministério Público também buscou uma solução extrajudicial, por meio da proposta de celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não obteve resposta do poder público.

Foto: Reprodução. 

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