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Produção de mel pode ajudar o país a aumentar fatia do agro no mercado mundial
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, em viagem ao Paraná, nesta terça-feira (4), reuniu-se com produtores de mel no município de Ortigueiras, que estão com pedido de registro de Indicação Geográfica (IG) no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Blairo Maggi falou da importância do segmento, “que pode ser cada vez mais forte dentro do agronegócio e contribuir para que o Brasil alcance a meta de participar com 10% do mercado mundial de alimentos”.
“É claro que a gente não vai somente produzir mais soja, mais milho. Nós temos que nos preocupar com a cadeias que têm algo a apresentar dentro da nossa estratégia. Vocês fazem parte dessa estratégia criada no Ministério da Agricultura para que a gente avance cada vez mais”, afirmou.
O ministro disse que a relação dos produtores com o ministério deve ser de confiança e parceria. E destacou a necessidade de adequação dos produtos às exigências e normas dos compradores internacionais. Comentou sobre a integração do Mapa que permite conhecer melhor os processos que envolvem, por exemplo, a autorização para importação de geleia real, demandada pelos produtores locais para suprir suas necessidades. Estão abertos mercados de vários países para esse tipo de operação, como os da Argentina e Uruguai, observou.
O ministro sugeriu durante o encontro que denunciem quando ingressarem na região produtos que não são regulados e que ingressam de forma ilegal no país, como é o caso de pesticidas que têm prejudicado as abelhas da região. ´”É um problema com o qual nós estamos atentos, combatemos com nossos fiscais, vamos nas propriedades, temos a responsabilidade de fazer isso. Agora, se vocês souberem quem usa esses produtos, gostaria de informar que temos no ministério um canal de denúncia, que não precisa se identificar. Ao chegarem (as denúncias) são tomadas as providências. Isso nos ajuda a combater esse tipo de problema”.
Durante a manhã, no município de Telêmaco Borba, o ministro visitou viveiros de mudas e área de floresta plantada na Fazenda Monte Alegre.
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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