Política MT
Projeto de resolução cria programa de estágio na Assembleia
Foto: MARCIA REGINA RODRIGUES DE OLIVEIRA
O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) é o autor do Projeto de Resolução nº 270/2019 (Leia a íntegra aqui) que institui, na Assembleia Legislativa, o programa de Estágio Remunerado para estudantes do ensino superior. A proposta contempla apenas estudantes do ensino superior.
As vagas serão distribuídas para estudantes dos cursos nas áreas de Direito, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Administração, Informática, Engenharia, Arquitetura, Serviço Social, Psicologia, Arquivologia, Comunicação Social, Estatística, Enfermagem e Pedagogia. A ideia é autorizar experiência pelo período de seis meses com possibilidade de prorrogação que atinja o período de até dois anos.
Para abrir vagas de estágio, caberia a Assembleia Legislativa, por meio da Mesa Diretora, celebrar termos de compromisso com as instituições de ensino superior. Por regra, os estagiários deverão cursar a partir do antepenúltimo semestre de seus respectivos cursos para serem contratados.
O valor da bolsa-auxílio por hora de estágio, efetivamente comprovada, será de R$ 5,14 (cinco reais e quatorze centavos). O estagiário também receberá auxílio-lanche de 60% (sessenta por cento) sobre o valor do vale-refeição pago ao servidor da Assembleia Legislativa. e ainda dois vales-transportes para utilização em transporte público coletivo.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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