Mato Grosso
Regional da Polícia Militar de Barra do Garças tem novo comandante
Na manhã desta sexta-feira (29.03), em solenidade realizada as 10h, o tenente-coronel Antônio Gilvando de Souza, de 46 anos, assumiu a função de comandante do 5º Comando Regional, com sede em Barra do Garças (a 509 km de Cuiabá). Souza substituiu o coronel Edgar Mauricio Monteiro Domingues, no ato representado pela comandante adjunta tenente-coronel Andréia Vital Costa.
A solenidade foi prestigiada pelo comandante geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, os deputados estaduais Max Russi e Eugênio Paiva, o vice prefeito de Barra do Garças, Weliton Marcos Rodrigues de Oliveira, e outras autoridades e representando de instituições públicas estaduais e municipais.
No uso da palavra, o coronel Assis destacou a importância do 5º Comando Regional para a Segurança Pública na região do Vale do Araguaia, citando como exemplo a forte atuação no combate ao tráfico de drogas e ao cumprimento de mandados de prisão.
“Não há dúvida do importante papel que nós, como instituição, desempenhamos nessa região, e com o apoio das outras instituições envolvidas com a segurança pública, poderemos fazer muito mais para a Região do Araguaia,” frisou o comandante.

O ato de transmissão da função foi presidido pelo comandante geral adjunto, coronel Wesney de Castro. Ao final, a tropa desfilou em continência ao novo comandante, seguindo dos cumprimentos pelas autoridades presentes.
Novo comandante
Promovido ao posto de tenente-coronel em 21 de abril de 2014, Gilvando de Souza é natural de Mutunópolis, estado de Goiás, mas tem 25 anos de efetivo trabalho na Polícia Militar mato-grossense. Ingressou em 1994, pelo Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Academia de Polícia Militar Costa Verde(APMCV), Várzea Grande.
É bacharel em Segurança Pública, Administração e em Direito. Também tem em seu currículo duas pós-graduação, em Aperfeiçoamento de Oficiais – Administração Pública Gerencial na PMMT, e Especialização em Política Estratégica e Desenvolvimento Regional Aplicado a Segurança Pública.
Ele também é coautor de dois livros: Segredos da Alta Performance e Coaching – Mude seu Mindset para o sucesso.
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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