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Representantes do transporte rodoviário de cargas apontam dificuldades do setor

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O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) se reuniu com os representantes da Associação Nacional das Empresas Agenciadoras do Transporte de Cargas (ANATC), em Rondonópolis (MT), na manhã da última sexta-feira (22), para discutir as dificuldades enfrentadas pelos profissionais do setor de transportes rodoviário de cargas que atendem mais de 300 empresas do agronegócio existente pelo país.

De acordo com o presidente da ANATC, Carley Fernando Welter, o que motivou entrar em contato com o deputado é devido ele estar inserido na sociedade de Rondonópolis e ser conhecedor das dificuldades existentes no meio empresarial e do mercado local. Ele avalia que o parlamentar representa essa nova política e os anseios do povo trabalhador que quer realmente estar junto com a legalidade. “Ele demonstra que está junto do povo, junto com o certo, lutando por uma igualdade para todos e que possam prosperar sobre o fruto do seu trabalho”, comenta.

No encontro, foram apresentadas informações sobre a ANATC, marco regulatório e medidas para desburocratizar do transporte rodoviário de cargas, criação e regulamentação de empresas para cadastro de furto e roubo de cargas e a Lei 13.703 de 2018 institui a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

Carley conta que uma das principais dificuldades que a associação enfrenta é em relação ao acesso direto aos órgãos governamentais e, principalmente, com a desigualdade existente com as grandes corporações. “Há muitos anos, as corporações estão entrelaçadas no meio político e elas conseguem colocar em legislações e obrigatoriedade em suas pautas. E, nós que somos entidade de trabalhadores de empresas do segmento de transporte, não temos muita voz. Por isso, recorremos ao deputado para que consigamos contra argumentar essas grandes corporações que criam leis para escravizar o povo e o trabalhador”, esclarece.

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Tabela de Frete – Em destaque foi abordado na reunião sobre a tabela de preços mínimos do frete com base na Medida Provisória de número 832 de 2018 que foi convertida na Lei 13.703 de 2018. Segundo o presidente da ANATC, quem solicitou essa tabela foi o próprio motorista autônomo para que ele tivesse uma garantia de valor de frete mínimo. “Foi feito totalmente sem estudo. O problema é que o mercado não comporta pagar a tabela de frete. Estamos começando a deixar gente sem serviço”, comenta.

Perante a situação, o deputado Delegado Claudinei se prontificou a fazer uma agenda junto aos representantes do Governo Federal e levar as demandas discutidas pelos associados da ANATC para tratar dos contratempos que interferem na atuação dos profissionais da categoria. “Foi uma reunião muito produtiva, em que ouvimos dos diretores da associação a apreensão deles com os reflexos da lei sancionada logo após a greve dos caminhoneiros e, também, sobre o marco regulatório que já está no Senado e que pode impactar principalmente os motoristas autônomos, prejudicando uma significativa parcela de trabalhadores deste setor tão importante”, ressalta o parlamentar.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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