Política MT
Sachetti recusa ser vice de Taques e busca espaço ao senado no grupo de Mauro Mendes
O final de semana foi marcado por reuniões entre o governador Pedro Taques (PSDB) e deputado federal Adilton Sachetti (PRB). Em pauta, a tentativa de garantir que o parlamentar aderisse ao projeto tucano de reeleição ocupando a vice-governadoria. Porém Sachetti recusou o convite com a alegação de não querer abandonar o projeto de pré-candidatura ao Senado.
De acordo com o que foi apurado pelo , o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM), que é pré-candidato ao governo, Otaviano Pivetta (PDT) e Zeca Viana (PDT) , que apoiam o projeto dos democratas, teriam garantido que a segunda vaga ao Senado na aliança com Mauro será de Sachetti.
A primeira vaga no grupo de Mauro já é garantida ao ex-senador Jayme Campos (DEM), que é pré-candidato ao Senado e já tem demonstrado há desde o começo da pré-campanha que não abrirá mão de concorrer nestas eleições.
Enquanto isso, o projeto tucano de reeleição de Taques ainda segue sem definição de nome para concorrer a vice-governadoria. Apesar do empasse, entre os nomes que ganham força na possibilidade de assumir o cargo junto com Taques é o de Neuma Moraes, que apesar de inexpressividade política é primeira-dama de Rondonópolis, sendo mulher do prefeito Zé Carlos do Pátio (Solidariedade).
Neuma seria um forte atrativo para atração de votos femininos na candidatura de Taques. Em que pese os fatos, Neuma contaria com o irrestrito apoio de Pátio, que hoje é um dos principais conselheiros e amigos do governador. Com Taques, o prefeito de Rondonópolis tem prestígio já que é um dos principais articuladores políticos nesta pré-campanha.
Adilton Sachetti informou que só vai se pronunciar sobre o assunto nesta segunda (23). Mas por hora ainda resta a indefinição se o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) recuará de concorrer ao Senado pela eventual chapa com Mauro para ceder vaga a Sachetti.
Entre as possibilidades, também é possível o recuo de Sachetti de concorrer ao senado e tentar a reeleição à Câmara, cenário que demonstra ser favorável ao parlamentar.
Fonte: rdnews
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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