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Sauditas abrem mercado de mel e mantém importações de aves e de bovinos
Missão técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que se realiza na Ásia, possibilitou a abertura do mercado de mel produzido no Brasi na Arábia Saudita. Em reunião no Ministério da Agricultura do país foram fechados os últimos detalhes dos certificados zoosanitários internacionais relativos à exportação de gado vivo, de acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Rangel, que lidera a missão. “É um mercado interessante, que importa de diversas origens cerca de 7 milhões de animais por ano”, disse o secretário.
Rangel lembrou que está tendo início uma missão de um mês da Árabia Saudita no Brasil. para verificar, não só garantias sanitárias às exportações, mas também as características do abate halal, o abate religioso que tem uma exigência complementar sanitária”. O Brasil é um tradicional exportador, cumpre com as regras halal, tem certificadoras privadas que fazem essa complementação e a Árabia Saudita vai verificar os apectos relacionados aos abates para manter as exportações, explicou.
Sobre o mel, disse ter sido possível “de maneira muito ágil e rápida apresentar o certificado com as nossas garantia de exportação. Abrimos com uma única tacada, pela qualidade do produto brasileiro.”
Ainda sobre a viagem ao país, acrescentou que, além de dar todas as garantias e manter os mercados principalmente de frangos e bovinos abertos, ficou a possibilidade de futuramente ampliar a área de pescado.
Com a participação do diretor do Departamento de Saúde Animal do ministério, Guilherme Marques, a missão tece encontro com autoridades sauditas do setor de segurança alimentar, que avalia inspeção. Nessa reunião foram atualizadas informações em relação a atuações de fiscalizações realizadas no ano passado.
“Todo o relato que fizemos foi bem recebido, todas as argumentações, aspectos e esclarecimentos necessários. Ficaram satisfeitos, principalmente, com a novidade do novo modelo de monitoramento e fiscalização de dados laboratoriais, que vai revolucionar a forma como a gente controla laboratórios e os laudos para certificação. A primeira vez que nós apresentamos isso fora do país foi aqui, e foi muito bem recebido. Fomos, inclusive, convidados para participar de um evento global que acontece no ano que vem sobre segurança do alimentos e avançar nessas discussões com o resto do mundo”, observou.
A última rodada da missão, agora, será em Singapura onde devem ser feitos esclarecimentos do mesmo nível feito na Arábia Saudita. A viagem foi iniciada pela China, passando por Hong Kong e Vietnã.
Leia mais sobre a missão à Ásia:
Missão técnica visa ampliar mercados na Ásia
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso
Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria
Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.
O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.
O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.
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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Foto- Assessoria
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década
Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria
Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.
O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.
Na contramão
O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).
E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.
Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.
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