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“Se for assim, WF tem que sentir culpa por roubalheira do Silval”
O candidato ao Governo Mauro Mendes (DEM) respondeu à associação que seu adversário na disputa, Wellington Fagundes (PR), fez dele e os problemas financeiros enfrentados na gestão do governador Pedro Taques (PSDB), que tenta reeleição.
Durante entrevista ao MidiaNews, o senador disse que “se há um caos em Mato Grosso hoje, Mauro e Pedro são os responsáveis”.
Em entrevista à TV Vila Real, Mendes disse que, por esse raciocínio, Wellington é responsável pela corrupção encontrada na gestão de Silval Barbosa.
“Se é esse o raciocínio, ele tem que se sentir culpado pelas roubalheiras do Silval Barbosa, porque apoiou, participou, pediu voto, indicou pessoas no secretariado de Silval Barbosa”, disse.
“O candidato Wellington está um pouco equivocado. Ele indicou pessoas no Governo Silval Barbosa, então ele é culpado pela roubalheira que foi patrocinado pelo Silval. Ele foi aliado, indicou secretários, o secretário de Infraestrutura [Cinésio de Oliveira] era uma indicação do deputado na época Wellington Fagundes”, afirmou.
Eu não me sinto responsável pelos erros, porque apoiei e votei e 57% da população também. Ele está culpando 57% da população de Mato Grosso?”, questionou
O ex-prefeito disse que apoiou Taques na eleição de 2014, como outros 57% dos eleitores que votaram nele. Mas que não se sente culpado pelos problemas, enxergados por ele, da gestão tucana.
“Então, Wellington, não é por aí. Não sou responsável. Apoiei, sim, como 57% das pessoas apoiaram, mas nós não fomos os responsáveis por aquilo que ele deixou de fazer como governador do Estado”, disse.
“A crítica faz parte da democracia. Entendo que essa crítica que ele fez é política. E eu não vejo problema nenhum. Eu não me sinto responsável pelos erros e desacertos do Governo, porque apoiei e votei e 57% da população também apoiou e votou. Ele está culpando 57% da população de Mato Grosso?”, questionou.
A declaração
Intitulando-se o “verdadeiro nome da oposição”, o senador e candidato ao Governo Wellington Fagundes (PR) fez duras críticas aos seus dois principais adversários na disputa, o governador Pedro Taques (PSDB) e o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM).
Na avaliação de Fagundes, não há como dissociar um do outro, já que, “até ontem”, Taques e Mendes eram aliados. O senador vai além e diz que, se Mato Grosso hoje está em uma situação crítica, ambos são os responsáveis.
“A população vai analisar que eles estão do mesmo lado, que Mauro e Pedro estão juntos. E se está um caos hoje, em Mato Grosso, Mauro e Pedro são os responsáveis. O DEM participou do Governo do Pedro”, disse Fagundes.
Fonte: Midia News
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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.






