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Política MT

Secretaria de Infraestutura presta contas das metas físicas do 1º semestre de 2018

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Com as sessões ordinárias unificadas às terças-feiras até as eleições de outubro, outros destaques da semana são para a realização de reuniões de duas Câmaras Setoriais Temáticas – uma das CSTs vai discutir os incentivos fiscais em Mato Grosso – e de duas audiências públicas – uma em Cuiabá e a outra na Agrovila das Palmeiras, em Santo Antônio de Leverger. Confira a agenda da semana na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Segunda-feira (20)

Durante dois dias   (20 e 21), o Seminário Internacional sobre Identidades, Relacionantes e Linguagens Emergentes na Amazônia e a 1ª Conferência sobre a Amazônia acontecem na ALMT. De acordo com a programação, o evento está previsto para começar às 8 horas e vai ser realizado no auditório Licínio Monteiro. O seminário é uma solicitação do deputado Dilmar Dal Bosco (DEM).

Às 14 horas, a Câmara Setorial Temática (CST) do levantamento das terras públicas em Mato Grosso realiza mais uma reunião ordinária, na Sala de Comissões número 201. Nessa reunião, os técnicos envolvidos no assunto vão discutir as terras particulares, as devolutas e as sesmarias. Os dados coletados nesses encontros serão para subsidiar o Plano de Desenvolvimento no Estado de Mato Grosso.

Terça-feira (21)

A Assembleia Legislativa realiza neste dia três sessões ordinárias. A primeira começa às 8 horas, com o término previsto para as 12 horas. No início da tarde, às 13h, tem início a segunda sessão, que vai até as 17 horas; e a última começa 17h30 vai até as 21h30.

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A Câmara Setorial Temática (CST) dos incentivos fiscais tem reunião marcada para as 9 horas, na Sala das Comissões número 201. Os técnicos, juntamente com o deputado José Domingos Fraga (PSD), estão elaborando estudos sobre os benefícios concedidos às empresas instaladas em Mato Grosso.

Quarta-feira (22)

Às 9 horas, a Assembleia Legislativa, por intermédio da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, realiza audiência pública para que o governo estadual apresente os resultados das metas físicas do 1º semestre de 2018, das áreas de Infraestrutura e Cidades. A apresentação será no auditório Licínio Monteiro.

Quinta-feira (23)

Às 19 horas, as mulheres que atuam no Sistema de Justiça com a Lei Maria da Penha serão homenageadas em sessão solene. As homenagens foram propostas pelo deputado Wilson Santos (PSDB), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

Sexta-feira (24)

Às 14h30, a Assembleia Legislativa realiza audiência pública na Agrovila das Palmeiras, no município de Santo Antônio de Leverger, para debater a regularização fundiária rural e urbana da região composta por 17 comunidades. O evento será realizado na Associação de Moradores da Agrovila de Palmeiras (Santo Antônio de Leverger/MT). Os debates foram sugeridos pelo deputado Wilson Santos (PSDB).

À noite, 19 horas, o deputado Allan Kardec (PDT) realiza sessão especial para prestar homenagens aos desportistas de Mato Grosso. A sessão será no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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