Mato Grosso
Secretaria de Justiça investe R$ 3,7 milhões na aquisição de coletes balísticos para policiais penais de MT

A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) entregou, no primeiro semestre deste ano, 1.787 coletes balísticos aos policiais penais do Sistema Penitenciário de Mato Grosso. Com a aquisição, que representa um investimento de R$ 3,732 milhões em segurança operacional, a secretaria atende a todos os policiais penais com o equipamento.
O secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, explicou que a aquisição integra o projeto de valorização do trabalho do policial penal e destacou o papel dos profissionais no programa Tolerância Zero às facções criminosas dentro das unidades prisionais.
“Os equipamentos proporcionam mais segurança para nossas operações, que são frequentes. Trabalhamos em equipe e temos que auxiliar e nos valorizar mutuamente. Só assim vamos conseguir vencer o obstáculo, que é o enfrentamento às facções criminosas”, declarou o secretário.
Os coletes são equipamentos essenciais para proteger a vida dos policiais penais durante escoltas de presos, monitoramento de unidades prisionais e intervenções em situações críticas, como tentativas de fuga ou rebeliões.
A entrega dos coletes foi feita a todos os policiais das unidades prisionais e, ainda, às gerências especializadas, coordenadorias e ao corpo de guarda da Sejus. Foram adicionados coletes e substituídos aqueles que estavam próximos da data de validade.
O coordenador de Armamento e Logística Penitenciária da Sejus, Dilton Júnior, explicou que um colete tem um prazo de vencimento de 5 anos. “A política do sistema penitenciário é para que o policial não trabalhe com colete vencido. É uma conquista enorme da carreira. É um marco cada policial ter seu colete e sua arma, e um divisor de águas na história da Polícia Penal de Mato Grosso”, apontou.
Fonte: Governo MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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