Política MT
Seduc responde Max Russi assegurando retirada de salas de containers ainda em 2019
Para o deputado Max Russi, as providências precisam ser tomadas com extrema urgência
Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT
Após cobranças do primeiro-secretário da Assembleia Legislativo, o deputado Max Russi (PSB), a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) informou que está fazendo um estudo para redimensionar os alunos, que estudam em salas de container. A retirada total dos módulos metálicos está prevista ainda para esse ano.
Conforme o ofício, enviado a Casa de Leis em reposta ao requerimento nº 140/2019 do parlamentar, seriam 41 estruturas divididas entre 12 escolas do estado, localizadas nos municípios de: Campo Verde, Sapezal, Sinop, Santo Antônio do Leverger, Vila Rica, Confresa, Rosário Oeste, Barro do Bugres e Cuiabá.
Ainda de acordo com o documento, a Seduc teria realizado um levantamento prévio, quanto a utilização desses containers, em conjunto com a Coordenadoria de Microplanejamento Escolar, onde constatou que 18 deles poderiam ser retirados de imediato.
Segundo a secretaria, a empresa Ativa Locação Ltda, responsável pela locação e instalação desse módulos, teria sido notificada no último dia 12 de março, para que fossem removidas essas unidades.
Uma reportagem exibida em rede nacional no início do ano revelou que o governo do estado alugou, por meio de dispensa de licitação, 110 containers para nove escolas da rede estadual de ensino.
A matéria alegou que a ausência de manutenção básica nessas estruturas teria resultado na deterioração dessas salas de metal, bem como fios expostos, materiais inflamáveis e calor excessivo, o que também levou alunos a apelidarem de “salas de lata” e “forno gigante”.
Para o deputado Max Russi, as providências precisam ser tomadas com extrema urgência. “Acompanhamos essa repercussão e os riscos oferecidos a esses alunos são de grande preocupação para todos nós. Existem relatos de que alguns chegaram a abandonar os estudos. Isso não pode acontecer, pois educação é um direito de todos e dever do estado. Estaremos acompanhando todo esse encaminhamento”, assegurou.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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