Política MT
Selma Arruda (PSL) e Jayme Campos (DEM) vencem as eleições ao senado em MT
Primeira colocada na disputa pelo Senado da República, a ex-titular da Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado, juíza aposentada Selma Arruda (PSL) – que, durante a campanha identificou-se como “a senadora do Bolsonaro” -, teve votação surpreendente: quase 680 mil votos, aproximadamente 25% dos válidos.
Ex-senador, Jayme Campos (DEM) voltará à Câmara Federal – teve a confiança de quase 500 mil mato-grossenses, o equivalente a aproximados 18% dos votos válidos. Os representantes do agronegócio tiveram resultado pouco diferente do esperado.
Ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grossp (Aprosoja/MT) e ex-vice governador do estado, Carlos Fávaro (PSD), ficou em terceira colocação, com pouco mais de 400 mil votos, aproximados 15,80% do eleitorado.
Apoiado com toda a força pelo ex-governador, senador-licenciado e atual titular do Ministério da Agricultura, Blairo Maggi, o produtor rural Adilton Sachetti (PRB) – ainda deputado federal e ex-prefeito de Rondonópolis – teve pouco mais de 300 mil votos, cerca de 13% dos válidos. Ex-prefeito de Sinop e também deputado federal até janeiro próximo, Nilson Leitão (PSDB), teve votação semelhante.
Apontado pelas pesquisas ao longo da campanha na condição de forte candidato a uma das duas vagas ao Senado Federal, “Procurador Mauro (PSOL)” foi outro cuja votação surpreendeu – pouco mais de 200 mil eleitores – algo em torno de 8% dos votos válidos.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
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Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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