Mato Grosso
SES retoma obra paralisada no Hospital Regional de Sinop
Com o objetivo de ampliar o número de leitos e oferecer um serviço de qualidade, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) retomou, no mês de novembro, a obra de readequação predial do Hospital Regional de Sinop. A revitalização, estimada em aproximadamente R$ 1,5 milhão, estava parada desde dezembro de 2018.
A reativação dos procedimentos integra o projeto de modernização dos Hospitais Regionais e das Unidades Especializadas da SES-MT, idealizado e colocado em prática pela atual gestão estadual.
“Essa ação é parte do programa de modernização da infraestrutura da rede hospitalar do Governo do Estado. Estamos fazendo uma grande transformação nas unidades que estão sob a gestão estadual e pretendemos entregar uma rede hospitalar remodelada para a população mato-grossense”, declarou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Conforme explica o diretor da unidade regional, Jean Alencar, serão revitalizadas a recepção e o consultório de atendimento ambulatorial e construída uma nova estrutura de atendimento de urgência e emergência – o que, segundo ele, vai possibilitar um aumento significativo na oferta dos serviços, visto que o atual espaço é improvisado.
Paralelo a isso, haverá ainda uma melhoria estrutural em áreas mais antigas do hospital, já que a unidade de saúde deixou de receber, nos últimos anos, o trabalho de manutenção preventiva e corretiva. “Dessa forma, vamos ganhar na qualidade e na quantidade dos atendimentos prestados, já que iremos aumentar de 88 para aproximadamente 130 leitos”, informa o diretor.

As melhorias continuam em 2020, com a ampliação do número de especialidades ofertadas no Hospital Regional. Atualmente, a unidade dispõe dos serviços de neurocirurgia, neurologia, ortopedia, cirurgia geral e otorrino, UTI e atendimento de urgência e emergência.
O término da obra está previsto para daqui a quatro meses e os atendimentos não serão paralisados; sendo, em parte, realocados dentro da própria unidade.
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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