Mato Grosso
Sinfra altera interdição na Prainha para continuidade da correção do sistema de drenagem

A partir deste sábado (14.2) a pista no sentido Porto–Centro da Avenida Tenente-Coronel Duarte (Avenida Prainha), na região da Praça Ipiranga, será totalmente interditada para a correção dos sistemas de drenagem e das erosões que aparecem embaixo do asfalto. A interdição ocorrerá entre o Ginásio do São Gonçalo e a Avenida Isaac Póvoas.
Com isso, a pista no sentido inverso, Centro-Porto terá o trânsito liberado. A previsão é que essa interdição prossiga até a terça-feira, dia 17, aproveitando o feriado do Carnaval.
As obras de mobilidade urbana executadas pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) seguem em andamento na região central de Cuiabá.
Entre a Praça Ipiranga e o Ginásio do Colégio São Gonçalo, continuam os serviços de concretagem da sub-base do pavimento e do piso das estações. No trecho, também estão previstas interdições de faixas para recuperação de erosões, reforço do subleito e travessias de sistemas de ITS (Sistema de Transporte Inteligente).
Além disso, será realizada fresagem e aplicação de nova capa asfáltica entre a Igreja Universal e o São Gonçalo.
No trecho entre o TRT e a Sefaz, haverá interdições de faixas para execução de travessias de tubulação. Na mesma região, seguem os trabalhos de concretagem da ciclovia e o plantio de grama.
Já nas proximidades do Shopping Popular, continuam os serviços de drenagem, fresagem e aplicação de nova capa asfáltica no trecho entre as avenidas Major Gama e Carmindo de Campos.
Complexo Leblon
As obras do Complexo Leblon permanecem com a instalação de tirantes na Trincheira do Jardim Leblon, execução de muros de contenção e aterros. Em frente a Todimo Lar Center seguem sendo perfuradas estacas do viaduto, além de escavações e contenções.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Serra de São Vicente será parcialmente interditada para manutenção e implantação de iluminação
Mato Grosso
Pedido de julgamento do Cota Zero chega ao STF após conclusão de ineficácia da Lei em Mato Grosso

Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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