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SOL SUSTENTÁVEL
Por ano, o sol irradia 10 mil vezes a energia consumida pela população mundial, hoje 7 bilhões de pessoas. Energia solar é uma energia limpa, renovável e sustentável. Ocupa pouco espaço, exige manutenção mínima e, o mais importante, reduz as emissões de gases de efeito estufa. Hoje, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, é preciso pensar sobre os perigos de ignorarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos. É urgente a utilização de fontes renováveis energia.
Levanta a mão quem já chegou à casa de um amigo, a um restaurante ou mesmo a uma reunião de negócios e perguntou: tem alguma tomada que eu possa usar? É curioso pensar que essa situação, tão corriqueira hoje em dia, exemplifica muito bem como estamos cada vez mais dependentes de energia elétrica. Sem ela, nossa vida pode ser muito afetada. E isso vale para empresas, casas, governo, hospitais, meios de transporte etc. A verdade é que a sociedade está cada vez mais digitalizada e consequentemente vê crescer a demanda por energia.
A utilização da energia solar é um assunto que desperta cada dia mais interesses no Brasil. Empresas e consumidores estão em busca de fontes alternativas e principalmente renováveis. Além de limpa essa fonte é de fácil instalação e requer pouquíssima manutenção.
A redução de até 95% no valor da conta da eletricidade torna o futuro promissor para a energia solar. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deverá ter um salto de 44% na capacidade instalada de energia solar em 2019, o que levaria o país à marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação.
O crescimento do acesso a este tipo de energia vem aliado a redução do valor do investimento, o preço desta tecnologia caiu aproximadamente 50% comparado com o que era preciso investir ha cinco anos. Além disso, hoje em dia instituições financeiras e cooperativas de crédito têm disponibilizado diversas formas de financiamento, tanto para projetos residenciais quanto para indústrias e agronegócio.
Em Mato Grosso, existe ainda a possibilidade de aquisição dos equipamentos de forma parcelada no cartão de crédito. Outra modalidade é a compra unitária dos equipamentos, o que possibilita investimento contínuo e programado conforme a capacidade financeira. O Estado, aliás, possui um grande potencial de crescimento, pois conta com condições climáticas propícias para o sistema.
O investimento para a produção desse tipo de energia tem crescido também em Cuiabá, a Enerzee, possui duas usinas de energia solar em pleno funcionamento,
A versatilidade dos sistemas de energia solar torna possível que o projeto seja adaptado para necessidades em escala residencial ou industrial. No caso de empresas, por exemplo, a geração pode se tornar em um investimento de longo prazo. Com retorno sobre o investimento estimado para ocorrer, em média, dentro de cinco anos.
Este caminho sustentável tem dado novos rumos a economia ao consumo e deve guiar novo estilo de vida hoje e no futuro.
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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?
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O agro no centro do mundo
Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário
Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.
Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.
Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.
Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.
Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.
Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.
A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.
O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.
Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.
O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.
Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

O que a ciência mostra :
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
Envelhecer bem ,exige preservar força
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