Mato Grosso

Técnicos são capacitados para atuar no fortalecimento de vínculo familiar nos Cras

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A segunda e última etapa do “Encontro Técnico Estadual do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos” terminou na quarta-feira (13.11) com a capacitação de cerca de 150 orientadores sociais e técnicos de referência dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de 29 municípios do Estado.

Os municípios participantes foram Alta Floresta, Alto Araguaia, Alto Garças, Araguaiana, Araputanga, Aripuanã, Barra do Bugres, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campos Verde, Chapada dos Guimarães, Confresa, Cuiabá, Alto Floresta, Diamantino, Guarantã do Norte, Indiavaí, Jauru, Juara, Lucas do Rio Verde, Marcelândia, Matupá, Mirassol D’ Oeste, Nobres, Nova Mutum, Nova Olímpia, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Paranatinga.

Situado no âmbito da proteção social básica, o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) é desenvolvido nos Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de forma contínua, por faixa etária e de acordo com as especificidades de cada município. Neste sentido, o evento teve como objetivo propiciar aos profissionais elementos que subsidiem a execução das ações com intuito de melhorar a qualidade da oferta dos serviços desenvolvidos.

A superintendente de Serviços Socioassistenciais, Cristina Saito, defendeu a necessidade do trabalho para o efetivo desenvolvimento dos técnicos e orientadores que atuam na ponta.

“Apesar da restrição econômica que estamos vivendo, priorizamos este tema que desde 2014 foi deixado de lado. É um anseio que a equipe da assistência social traz com o diferencial que é atender todos os trabalhadores para que os serviços cheguem ao usuário de forma efetiva”, pontuou.

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A representante do Fórum dos Trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social, Marcilene Pereira Rodrigues, que participou do evento enfatizou a complexidade do serviço realizado pelos profissionais e por isso a importância da formação continuada.

“Esse encontro é primordial porque o serviço de convivência passou por um reordenamento e com isso todas informações, orientações e capacitações são bem-vindas, pois precisamos estar informados para levar os serviços de qualidade”,  disse.

Conforme a técnica de referência do Cras, Gisele Rodrigues Martins, que atua há 15 anos na área, a formação possibilita a troca de saberes fortalecendo toda rede de trabalhadores do Suas.

“É a primeira vez que participo de um encontro nesse formato, mais acompanhava e percebia que de fato faltava essa capacitação, essa oportunidade de formação. Parabenizo a Setasc e os gestores por proporcionar esse momento, na ideia da gente somar para conseguir fazer uma execução adequada”, declarou.

No primeiro dia de evento foi apresentado uma breve explanação do SCFV, com o conceito, objetivo, público alvo, situações prioritárias e a articulação com os demais serviços socioassistenciais. Também foram discutidos os eixos: O perfil e atribuições das equipes técnicas responsáveis pelo SCFV, planejamento das ações socioassistenciais e pontos norteadores do serviço.

Na quarta-feira, os profissionais realizaram uma oficina participativa com apresentação da metodologia do trabalho e divisão dos grupos. No final foi aplicada uma avaliação para verificar a aprendizagem dos técnicos de referências e orientadores sociais.

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Mato Grosso

Apiacás anuncia classificação de seletivo para credenciamento de fisioterapeuta

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A Comarca de Apiacás (963 Km da Capital) divulgou o resultado do processo seletivo para credenciamento de pessoa física na área de Fisioterapia. De acordo com a comissão de apoio ao seletivo, Antônio Carlos do Nascimento Lima é o profissional classificado. 
 
Conforme o juiz-diretor substituto do Fórum, Lawrence Pereira Midon, serão admitidos recursos no prazo de dois dias, contados da publicação do resultado final do processo. O profissional classificado atuará na unidade judicial.
 

Álvaro Marinho

Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Mato Grosso

Violência doméstica: guia prático é lançado em colóquio da Rede de Enfrentamento

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Qual a porta de entrada para o atendimento de mulheres que sofreram uma violência doméstica? Após o primeiro contato para onde a vítima deve ser encaminhada? Há necessidade de solicitar medida protetiva? As respostas destas perguntas integram o fluxograma elaborado pela Rede de Acolhimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, publicado em um Guia Prático, lançado nesta quarta-feira (10).
 
O lançamento ocorreu durante o “Colóquio sobre Políticas Públicas e a Rede de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”, realizado no Auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e organizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) e demais integrantes da Rede de Enfrentamento.
 
“Este é o primeiro evento oficial da Rede Municipal de Cuiabá, uma oportunidade para discutirmos políticas públicas para avançar no enfrentamento da violência doméstica familiar e diminuir o número de casos”, afirma a coordenadora da Rede de Enfrentamento, a juíza da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa. “A lei Maria da Penha completou 16 anos no dia 07 de agosto e apesar de ser considera a uma das três melhores leis do mundo, o Brasil ainda é o quinto país que mais mata mulheres.”
 
A magistrada explicou que há políticas públicas primárias, voltadas para a prevenção da agressão, as secundárias, que são direcionadas para população de risco e as políticas públicas terciárias, pensadas para pessoa que já sofreu a violência ou já praticou a violência. “Em 2021 a Lei Maria da Penha sofreu uma alteração. Agora há a obrigatoriedade de discutir nos bancos escolares a questão a violência doméstica. Dessa forma, tratamos do assunto com crianças para que no futuro não venha a reproduzir uma violência e ser processado ou para que não se torne uma vítima de violência doméstica familiar”, descreveu. A juíza cita os grupos reflexivos para homens agressores como um dos exemplos de políticas públicas terciárias.
 
Também participaram do evento a coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp); major PM Monalisa Furlán, a promotora de Justiça Elisamara Portela e a defensora pública Rosana Leite.
 
A Rede de Enfrentamento foi criada pelo Cemulher-MT, coordenado pela vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro. É composta por representantes de instituições envolvidas na causa de combate à violência contra a mulher (Judiciário, Defensoria Pública, Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil, OAB, Secretaria da Mulher da mulher de Cuiabá e universidades).
 
O guia prático será digitalizado e ficará disponível no Portal do Cemulher. Conheça o site neste link. 
 
Agosto Lilás – O colóquio integra as ações programadas pela Rede de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher para marcar o Agosto Lilás. Campanha criada para divulgar a sanção da Lei Maria da Penha (Nº 11.340/2006), que compeltou 16 anos de promulgação. O objetivo é sensibilizar instituições, gestores(as) e mulheres da sociedade sobre o tema. Visa também compartilhar dados e informações sobre a violência contra a Mulher no Estado, a implementação de políticas públicas, serviços e projetos sociais que se destacam na Rede de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto1: Horizontal e colorida da abertura do colóquio. Sentadas em cadeiras estão a defensora, a juíza Ana Graziela com o microfone em uma das mãos, a promotora e a delegada Jannira Laranjeira. Foto 2: Vertical colorida. A juíza Ana Graziela concede entrevista. Foto 3: Vertical colorida. A promotora Elisamara fala com a imprensa. Foto 4: Horizontal colorida da defensora pública. Foto 5: Vertical colorida da coordenadora do GGI. Foto 6: Horizontal e colorida do guia prático em uma das cadeiras.
 
Leia outras matérias sobre o tema nos links abaixo:
 
 
Alcione dos Anjos/ Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Mato Grosso

Centro Especializado do Fórum de Cuiabá encaminha vítimas de crimes à rede de apoio

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Um dos serviços ofertados pelo Centro Especializado de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais é o encaminhamento do público à rede de apoio e atenção, por meio de programas sociais, encaminhamentos para profissionais de saúde, orientações sobre garantia de direitos e cidadania.
 
Esse é um dos principais eixos de atuação do setor, que foi inaugurado no Fórum de Cuiabá no dia 27 de julho, conforme explica a juíza-coordenadora do Centro, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa.
 
“Não é apenas uma sala de espera, um espaço diferenciado. É um local onde a vítima encontra profissionais já qualificados para encaminhamento, como por exemplo, para psicólogos. Nossa expectativa é que elas usem o espaço e os serviços e que sejam dados todos os encaminhamentos necessários para essa vítima”, destaca a magistrada.
 
Antes da criação do Centro, muitas vítimas ficavam nos corredores do fórum, ao lado de outras testemunhas, outros criminosos. Agora, há um espaço adequado, com profissionais capacitados e preparados para fazer todo o encaminhamento necessário para a rede.
 
Contato – Os interessados podem entrar em contato com o Centro de Atendimento Especializado às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais pelo telefone (65) 3648-6598 ou pelo e-mail [email protected]
 
Leia nos links abaixo matérias sobre o Centro Especializado de Atendimento:
 
 
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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