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Política MT

Thiago Silva defende isenção dos 14% da previdência de aposentados que recebem até o teto do INSS

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Thiago Silva na reunião com o representante da MTPrev e deputados

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) esteve na reunião que contou com a presença do diretor de Previdência da MTPrev, Érico Pereira, nesta quinta-feira (17), na Assembleia Legislativa, que atendeu a convocação feita por ele, como co-autor e de outros deputados estaduais, por meio do requerimento de n.º 563/2022, para debater os possíveis impactos financeiros com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de n.° 07/2022.

A matéria propõe a isenção de 14% da alíquota previdenciária de servidores aposentados e pensionistas, sendo que a intenção dos parlamentares é que essa proposta seja estendida aos beneficiários que recebem até R$ 7.087,22 que é o teto limite do INSS, sendo que os inativos que não são prejudicados com as taxações impostas pelo governo estadual são aqueles que recebem até três salários mínimos.

“Vejo esse debate como uma oportunidade para avaliarmos como podemos chegar a uma definição junto ao governo estadual. Estamos vivendo um momento bastante diferente de 2019. Quando esse projeto chegou nesta Casa de Leis, tínhamos um déficit financeiro de mais de R$ 3 bilhões e, hoje, a realidade de Mato Grosso é totalmente diferente. O Estado vive um superávit totalmente satisfatório. É um dos estados que mais cresce”, salienta Thiago Silva.

Ele acrescenta que é preciso tirar essa responsabilidade dos servidores aposentados que deram as suas contribuições no período que trabalhavam e, agora, em que podem usufruir de seus direitos – deparam com a injustiça. “Precisamos tirar essa conta das costas dos servidores aposentados, pois é desumano. O que depender de mim, eu sou contra a taxação dos aposentados de Mato Grosso. Não concordo! É um momento que o servidor mais gasta com plano de saúde e remédios e, ainda, tem que pagar mais
14%. Vamos corrigir essa injustiça em Mato Grosso”, declarou o parlamentar.

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Reunião

O diretor Érico deu um panorama aos presentes na reunião sobre o cenário enfrentado pela previdência social de Mato Grosso, em que atualmente são 56,3% ativos e 43,7% inativos e pensionistas que impactam a receita do Estado. Logo, ele esclareceu o déficit financeiro e atuarial, no ano de 2019, a proposta e aprovação da Reforma da Previdência, em 2020, e a situação da alíquota de 14% aos aposentados e pensionistas.

“Tive a oportunidade de votar contra a CPI da Reforma da Previdência, porque ficou muito nítido que o déficit financeiro foi em razão da administração pública de gestores dos últimos anos e, isso, ficou muito claro. Quando você taxa o aposentado, estamos tomando a decisão um pouco equivocada, porque isso não é uma responsabilidade do servidor. Ele cumpriu com a sua responsabilidade e o Estado descontou da conta dele que não deixou de pagar a previdência. Todo mundo sabe o que aconteceu, isso foi mostrado no relatório final da Previdência”, lembrou Thiago.

Possibilidades

Pereira apontou que há duas possibilidades para evitar prejuízos aos servidores aposentados e pensionistas, como o aporte de R$ 11,4 bilhões que seria um valor previsto considerável – em um plano saudável e sustentável. “Esse impacto estaria previsto para os próximos 30 anos, com elevação de 38%. As projeções podem mudar, devido às aposentações ocorrerem gradativamente”, explica.

Já a outra opção apresentada foi do desembolso de R$ 241,7 milhões, sendo um valor financeiro para 2023 junto com um reforço de R$ 476,4 milhões referente ao aporte do Plano Previdenciário. “Isso é algo que tem que ser considerado. Está relacionado a composição do déficit atuarial que existe. Mas, o Estado não precisa capitalizar. São valores que deveriam ser colocados de 2024 a 2026 pelo Estado”, explica o diretor da MTPrev.

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No final do encontro, ficou acertado que os parlamentares vão aguardar uma contraproposta do governo estadual até o dia 30 de novembro. Caso não obtenham um acordo e um posicionamento até o prazo esperado, os integrantes da Casa de Leis vão se reunir para a realização da votação da PEC em plenário.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

Veja Video:

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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