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TV Assembleia de Mato Grosso concorre a quatro prêmios na II Mostra da Astral

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Um longa e três curtas metragens produzidos pela TV Assembleia de Mato Grosso (TVAL) concorrem à premiação da II Mostra da Associação Brasileira de Rádios e Televisões Legislativas (ASTRAL). Os quatro vídeos mostram a diversidade cultural e ambiental do estado. Um deles retrata a Dança do Congo, festa realizada em Vila Bela da Santíssima Trindade.

A votação para a escolha dos documentários vencedores será realizado na próxima quinta-feira (30), às 8h30, no Centro de Convenção Expo Center Norte, em São Paulo. O evento acontece durante o Seminário Legislativo de Tecnologia de Rádio e TV Digital, patrocinado pela  ASTRAL. A campeã e a vice-campeã terão seus vídeos reproduzidos nas TVs Senado e Câmara Federal e ainda na TV Cultura.

O Legislativo mato-grossense participa com quatros documentários: Doce Sabor de Bonsucesso, Caretas de Guiratinga, Vila Bela da Santíssima Trindade e do Pantanal ao Cerrado. Segundo ele, são temas raízes e com boas chances o concurso.

“É a segunda amostra de documentários que a ASTRAL realiza. Desta vez a TVAL de Mato Grosso tem a honra de participar com quatro vídeos. Eles vão concorrer com outras 26 produções das TVs públicas estaduais e municipais de diversas regiões brasileiras. O primeiro e o segundo colocados terão seus vídeos divulgados nas TVs do Senado Federal e da Câmara e ainda na TV Cultura”, destaca o superintendente da TVAL de Mato Grosso e presidente da ASTRAL, Wanderley de Oliveira.

A produção de Mato Grosso vai concorrer com vídeos de vários estados brasileiros. A TV Assembleia de Minas Gerais, por exemplo, vai mostrar o desastre ambiental ocorrido em Mariana (2015), com o tema “Memórias Rompidas”.

Tem ainda a participação de legislativos municipais. O de Araraquara/SP vai apresentar o gênero musical Hip Hop como instrumento de transformação social: “Elas quebraram, resistir para existir”.

Dos quatro documentários que concorrem ao prêmio, três deles são contados pelo jornalista Anderson Sartori. Ele que tem 19 anos de profissão, participou da gravação e produção dos documentários O Doce Sabor de Bonsucesso, Caretas de Guiratinga e Vila Bela da Santíssima Trindade.

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“Dizer que é legal ganhar, óbvio que é. Vamos concorrer com outros documentários. Lógico que em nome da equipe, quero que o prêmio seja nosso. Mas se não ganhar, o grande papel é conquistar esse espaço na produção de documentário nacional. Se estamos concorrendo hoje, é sinal que estamos produzindo matérias interessantes”, disse Sartori.

Bonsucesso – O documentário Doce Sabor de Bonsucesso, gravado no distrito de Bonsucesso, localizado em Várzea Grande, mostra a culinária, a cultura e o artesanato de uma das primeiras cidades criadas às margens do Rio Cuiabá.

Sartori descreve que Bonsucesso é um lugarejo isolado e encantador, onde o povo vive num ritmo próprio e alicerçado na história. O documentário, segundo ele, mostra o meio de transporte utilizado pelos produtores de rapadura: o carro de boi. “Nós gravamos todo o processo na fabricação da rapadura de cana de açúcar. Da colheita da cana, da moagem até o processo de fabricação da rapadura”, conta.

O documentário mostra a conversa com uma artesã de redes de dormir. Ela relata que para a produção que as redes eram confeccionadas com agulhas de osso. Segundo Sartori, as artesãs utilizavam as técnicas dos índios Guaná. “Ela trouxe isso para toda a vida. A equipe teve ainda o privilegio de conversar com um dos pescadores mais antigos de Bonsucesso. De acordo com ele, o local tinha fartura de peixes”, lembra Sartori.

“Para gravar a produção de rapadura, lembro seguíamos para Bonsucesso às 3h30 da madrugada. Tínhamos o compromisso de acompanhar o fabricante da rapadura até a lavoura. Lá, ele fazia o transporte da cana no carro de boi, e leva para a cidade. No outro dia, o périplo era o mesmo. Repetia-se o mesmo processo.  A gravação levou praticamente uma semana para ficar pronta. Esse documentário foi atípico porque a rapadura pode levar até dois dias para ser feita”, disse Sartori.

Vila Bela – O documentário de Vila Bela da Santíssima Trindade conta a história do município que foi a primeira capital de Mato Grosso (1752), localizado as margens do Rio Guaporé. De acordo com Sartori, o documentário retrata a história de um povo guerreiro, formado graças à exploração aurífera da região. Mas quando o ouro acabou, o poder econômico diminuiu e as autoridades políticas abandonaram os escravos na região.

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“Eles tiveram que se reestruturar e, com isso, escrever sua própria historia. Vila Bela surge nesse contexto. O documentário retrata essa história e faz um paralelo com as belezas da Serra Ricardo Franco, que tem uma das maiores cachoeiras de Mato Grosso. Contamos um pouco da natureza e um pouco dessa história. O documentário fala de um povo guerreiro e rico culturalmente” destaca o jornalista.

Sartori conta que o documentário foi feito durante a tradicional festa da Dança do Congo, realizado todos os anos, no mês de julho. Na festa eles reproduzem a religiosidade local. A Dança do Congo é uma dramatização de uma disputa entre o Reinado, representado pelo rei do Congo, e pelo embaixador do rei de Bamba. E a Dança do Chorado representa o choro dos negros, quando as mulheres dançam equilibrando garrafas de canjinjim na cabeça.

Guiratinga –  A TVAL participa também com o documentário Caretas de Guiratinga, que tem uma tradição de quase sete décadas . Nesse vídeo é retratada a confecção de máscaras são feitas de papel, barros e colas artesanais. Segundo Sartori, parte da população local não tinha grana para participar do carnaval, por isso produziam as mascaras. “Ao longo dos anos, essa técnica foi aprimorada e até hoje a população local e os turistas que visitam a cidade, no período de carnaval, utilizam esse tipo de adereço”, explicou Sartori.

Pantanal – Uma equipe acompanhou uma comitiva que por 27 dias – no fim do período da seca e início das chuvas – percorreu o pantanal de Cáceres, passando por Porto Esperidião, chegando até Mirassol d’Oeste  – fazendo o transporte de gado de uma fazenda para a outra. O documentário mostra a comitiva formada por peões de boiadeiros e suas montarias. Esse é um fenômeno sócio-econômico e cultural que ocorre no Pantanal de Mato Grosso.

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Pós-produção – O gerente de pós-produção da TV Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Severino Moreira Reino, conhecido com Bill, explica que nessa  segunda amostra da ASTRAL  da Associação das Assembleias Legislativas de todo o Brasil, a AL de Mato Grosso ficou responsável pela produção das sinopses dos documentários realizados pelos profissionais da TVAL e das outras 26 Casas legislativas (estaduais e municipais).

 Ao todo a equipe de produção da TVAL editou  30 vídeos, cada um ganhou um treiller de 45 segundos. Isso, segundo ele, será como se fosse uma premiere, uma introdução dos documentários produzidos pelas TVs.

“Hoje, nós temos a preocupação da veiculação dos materiais que são produzidos pela TVs públicas. Elas têm que ser de interesse público e, ainda, ter cunho educativo”, disse Bill.

Bill avalia que mesmo com bons documentários apresentados pelas outras tevês concorrendo, a de Mato Grosso tem chance de ganhar o primeiro lugar. “Mas, mais que conquistar o primeiro lugar, o melhor prêmio está na participação de todo os profissionais das TVs legislativas. Está surgindo um mercado de trabalho. Os vídeos de Mato Grosso serão exibidos, por exemplo, no Nordeste e Sudeste. Isso é importante e saudável”, disse Bill.

Os documentários vão passar pelo crivo da Comissão Avaliadora, composta de pessoas ligadas à comunicação legislativa brasileira: Alessandra Marquez Anselmo, diretora de Rádio e TV Câmara dos Deputados (DF); Florian Madruga, presidente da Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e Contas (ABEL), Renato Nery, diretor Executivo da Cine (SP); Angela Silva Brandão, diretora da Secretaria de Comunicação Social do Senado Federal (DF); Luiz Carlos Santana, Jornalista e servidor efetivo da TV Senado (Interlegis) e Sérgio Lerrer (SP), jornalista do Pró Legislativo.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

Veja Video:

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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