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Rondonópolis

Vereadores de Rondonópolis que testaram positivo para Covid-19 voltam ao trabalho

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Foto: Assessoria

Os vereadores Batista da Coder (SD) e Dr. Hélio Pichioni (PSD) que testaram positivo para Covid-19 voltaram ao trabalho ontem (23) e participaram da 175 ª Sessão Ordinária que foi realizada virtualmente.
Os parlamentares tiveram a confirmação após realizarem exame de tomografia computadorizada que apontou a lesão no pulmão há cerca de 15 dias.

O vereador Dr. Hélio Pichioni teve sintomas leves da doença, já o vereador Batista da Coder disse que teve sintomas como febre de 38º graus com a perda do olfato e paladar. Ambos ficaram em isolamento domiciliar tratando da doença, e estão recuperados.

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Rondonópolis

Câmara Itinerante leva atendimento e ouve demandas de moradores do Parque Universitário

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A comunidade do Parque Universitário e de bairros da região aproveitou a presença da Câmara Itinerante, na manhã desta quinta-feira (20), para apresentar solicitações e demandas que serão encaminhadas ao Poder Executivo. A ação foi proposta no bairro pela vereadora Dra. Luciana Horta.

Entre as principais solicitações apresentadas pelos moradores estão demandas na área da Saúde, como realização de exames, consultas, especialmente com médicos especialistas, e atendimento odontológico. Também foram registradas solicitações relacionadas à iluminação pública e à manutenção da estrutura da unidade de saúde (ESF).

A vereadora Dra. Luciana Horta destacou a importância de levar o atendimento do Legislativo para mais perto dos moradores e ouvir diretamente as necessidades da comunidade.

“A Câmara Itinerante no seu bairro é uma proposta que agradecemos à Câmara pela disponibilidade desse ônibus, que vem atender a comunidade no seu local, no seu bairro. Aqui, em frente ao ESF, estamos ouvindo todas as demandas. A gente vê muitas solicitações, a maioria relacionada à saúde e à infraestrutura do bairro”, explicou a vereadora.

As demandas apresentadas pelos moradores serão reunidas e encaminhadas ao Poder Executivo por meio de uma indicação coletiva dos vereadores, reforçando as solicitações da comunidade e buscando providências para as necessidades apontadas durante a Câmara Itinerante.

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Política MT

Alessandra deputada: força de Cláudio Ferreira será suficiente para vencer as urnas?

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Foto- Assessoria

A candidatura de Alessandra Ferreira à Assembleia Legislativa de Mato Grosso coloca o prefeito Cláudio Ferreira diante de um dos maiores testes políticos desde que chegou ao comando de Rondonópolis. A pergunta que começa a circular nos bastidores é direta: será que o prefeito conseguirá transformar sua força política em votos suficientes para eleger a própria esposa?

Alessandra, pelo Podemos, já iniciou oficialmente sua campanha e vem buscando ampliar sua presença política dentro e fora de Rondonópolis. Em agosto, um dos primeiros grandes atos de campanha reuniu centenas de apoiadores ao lado de Cláudio e lideranças políticas.

O desafio, porém, vai muito além de uma campanha familiar. A eleição poderá funcionar como uma espécie de plebiscito sobre a força do grupo político de Cláudio Ferreira e sobre sua capacidade de transferir capital eleitoral para outro nome.

O cenário também é cercado por concorrentes com bases consolidadas e por uma disputa acirrada entre nomes de Rondonópolis. Pesquisa espontânea divulgada em julho colocou Alessandra entre os nomes mais lembrados do município para deputado estadual, mas ainda em um patamar distante de qualquer garantia de eleição.

Cláudio já deixou claro que pretende participar diretamente desse projeto. Em declaração pública, defendeu que Rondonópolis precisa ter um deputado “para chamar de seu”.

Agora começa a parte mais difícil: transformar apoio político, estrutura e popularidade do prefeito em votos para Alessandra.

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A eleição poderá, portanto, produzir dois resultados. Se Alessandra conquistar uma cadeira na Assembleia, Cláudio sairá fortalecido e poderá consolidar um novo grupo político em Rondonópolis. Se ficar pelo caminho, a derrota inevitavelmente abrirá espaço para questionamentos sobre o tamanho real da força eleitoral do prefeito.

No fim das contas, a eleição de Alessandra não será apenas uma disputa por uma cadeira na Assembleia. Será também um teste para saber até onde vai a força política de Cláudio Ferreira.

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Rondonópolis

Qual o interesse? Derrotado nas urnas, 2º suplente do MDB e assessor do deputado Sebastião Resende pede afastamento de Mariúva

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Foto- Assessoria

A decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que determinou o afastamento da vereadora Mariúva (MDB) das funções na Câmara Municipal de Rondonópolis abre também uma disputa política em torno da cadeira ocupada pela parlamentar.

O pedido que levou o caso à segunda instância foi apresentado pelo ex-vereador Denilson Roberto Sodré de Oliveira, o Dico, segundo suplente da coligação pela qual Mariúva foi eleita. O primeiro suplente é o ex-vereador Adonias Fernandes.

A movimentação de Dico ganha relevância justamente porque o afastamento da vereadora pode produzir efeitos políticos e eleitorais dentro da composição da Câmara, embora a decisão da desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos não tenha determinado a posse imediata de nenhum suplente.

Segundo suplente entrou na Justiça

Dico recorreu ao TJMT depois que a Primeira Vara da Fazenda Pública de Rondonópolis havia negado pedido para afastar Mariúva, convocar suplente e suspender os pagamentos relacionados ao mandato.

Na segunda instância, a desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos determinou o afastamento temporário da vereadora, além da suspensão do salário e das verbas indenizatórias enquanto a medida estiver em vigor.

O ponto central da decisão está relacionado à condenação criminal definitiva de Mariúva. Conforme documentos do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), a parlamentar foi condenada por corrupção de testemunha e coação no curso do processo.

Inicialmente, a pena havia sido estabelecida em seis anos e um mês de prisão, em regime inicialmente semiaberto, além de multa. Posteriormente, o TRF-1 reconheceu a prescrição do crime de coação no curso do processo e manteve a condenação por corrupção de testemunha, com pena de três anos e nove meses.

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A condenação transitou em julgado em 14 de abril de 2026.

O que Dico pode ganhar com o afastamento?

Embora a decisão ainda não represente a perda definitiva do mandato de Mariúva, o afastamento coloca Dico em uma posição de interesse direto no desfecho do processo.

Como segundo suplente, Dico não é o primeiro nome na linha de eventual convocação. O primeiro suplente é Adonias Fernandes. Portanto, mesmo com a decisão favorável ao afastamento, não há garantia de que Dico assumirá a cadeira caso Mariúva deixe definitivamente o cargo.

A questão, porém, ganha outro peso político caso o afastamento evolua para uma situação definitiva ou ocorra alguma mudança na ordem de convocação dos suplentes.

Por isso, a atuação judicial de Dico pode ser vista também sob a ótica da disputa pela representação do MDB e da composição da Câmara Municipal. O interesse direto do segundo suplente é evidente no resultado político do processo, mas qualquer afirmação de que o objetivo tenha sido exclusivamente assumir a vaga dependeria de manifestação do próprio Dico.

Justiça aponta suspensão dos direitos políticos

Na decisão, a desembargadora considerou que a condenação criminal definitiva pode impedir a continuidade do exercício do mandato, diante da suspensão dos direitos políticos decorrente da condenação.

Segundo os documentos citados na decisão, a Justiça Eleitoral atualizou o sistema sobre a situação em 24 de julho, enquanto a Procuradoria-Geral Legislativa recebeu a comunicação em 29 de julho.

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Mesmo após essas comunicações, Mariúva participou de atividades da Câmara, incluindo sessões realizadas nos dias 29 de julho e 5 de agosto.

Diante desse cenário, a magistrada determinou o afastamento temporário da parlamentar, mas não decretou a perda definitiva do mandato e tampouco determinou a posse imediata de um suplente.

Disputa ainda está longe do fim

A decisão deverá ser comunicada com urgência ao presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis, Paulo Schuh (PL).

Enquanto o recurso estiver em análise, Mariúva fica impedida de exercer as funções parlamentares e de receber salário e verbas indenizatórias vinculadas ao mandato.

O caso, entretanto, pode ultrapassar a esfera jurídica e provocar novos movimentos políticos dentro do MDB. De um lado, Mariúva tenta preservar o mandato; de outro, Dico busca na Justiça uma solução para uma cadeira que, em eventual vacância definitiva, não necessariamente seria ocupada por ele, já que existe um primeiro suplente na frente da fila.

É justamente esse ponto que torna a movimentação do segundo suplente um dos aspectos políticos mais relevantes do caso: Dico foi quem levou a disputa ao TJMT, mas, mesmo vencendo judicialmente, ainda precisaria superar a ordem de suplência para chegar ao plenário da Câmara.

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