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Wilson Santos toma posse e foca mandato na educação e industrialização

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Foto: Assessoria

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) tomou posse, nesta sexta-feira (1), juntamente com outros 23 deputados, pela quarta vez na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Wilson foi reeleito em sete de outubro ao garantir a vitória com 14.855 votos. O parlamentar disse à imprensa, antes da cerimônia de posse, no Teatro Zulmira Canavarros, que vai trabalhar com o foco, principalmente, voltado para educação e industrialização do estado.

“Eu sou da educação. Vou cobrar muito educação e também vou trabalhar bastante a questão da industrialização do estado. Mato Grosso, finalmente, tem todos os elementos necessários para fazer o seu processo de transformação da sua matéria-prima. É a indústria que gera empregos. Nós temos de preparar o Estado para o novo ciclo da economia”.

Ele destacou a importância do Parlamento, nesta 19ª Legislatura. “Os debates voltarão a acontecer na Assembleia. Tenho certeza que o Parlamento vai cumprir sua função. Vai cumprir a sua prerrogativa de ser a grande Casa dos debates e trazer para cá grandes temas de Mato Grosso, e debater mais segurança para o Estado, a industrialização, focarmos mais no emprego”.

Mesmo sendo oposição ao novo governo, o deputado argumentou que fará um mandato com responsabilidade.

“Já votamos com o governo em várias matérias. Aquilo que eu entender que é bom para o estado, bom para Mato Grosso, vai ter meu voto, meu apoio. Aquilo que eu entender que não está correto, nós vamos apresentar emendas, projetos, para aprimorar essas matérias”, garantiu.

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Wilson Santos concluiu seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa com mais de 600 proposições, sendo 158 projetos de lei. Uns dos grandes destaques de Wilson foi a aprovação da PEC que garante todos os anos um aumento de 0,5% do orçamento para educação. A medida será tomada até o percentual atingir os 35%, determinados na Constituição Estadual de Mato Grosso.

Uma outra conquista de Wilson Santos foi a aprovação do Projeto de Lei 37/2016, que assegura aos negros 20% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública estadual, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pelo Governo do Estado.

Dislexia – O deputado também, em seu terceiro mandato, teve uma outra importante vitória parlamentar ao conseguir emplacar a lei que institui o atendimento especializado nos concursos públicos e vestibulares realizados em Mato Grosso às pessoas com dislexia. Wilson Santos realizou simpósios para debater o assunto no teatro Zulmira Canavarros.

Um dos outros grandes trabalhos realizados pelo deputado foi a discussão em torno da Escola Ciclada. Wilson Santos realizou várias audiências públicas, em várias cidades do estado, para debater um tema tão importante. Santos defende que o mais importante é a garantia da aprendizagem aos alunos.

Agronegócio – Polêmica, a discussão do agronegócio chegou ao fim com uma conquista muito grande. Desde 2015, assim que retornou à ALMT, Wilson defendeu eu para o Estado voltar a melhorar a sua situação financeira seria por meio da taxação do agro.

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A primeira vitória veio com o Fethab II, criado na gestão de Pedro Taques, mas com prazo de validade até 31 de dezembro de 2018. Com isso, o Estado deixaria de receber novos recursos e Wilson voltou à pressão da necessidade de taxar o setor mais capitalizado de Mato Grosso.

Após audiências públicas sobre o assunto, o governador Mauro Mendes encampou uma luta do tucano e encaminhou mensagem ao Poder Legislativo Estadual com o propósito de taxar o setor. O novo Fethab foi aprovado na semana passada por unanimidade na Assembleia Legislativa.

Executivo – Wilson Santos, durante o período de novembro de 2016 a abril de 2018, assumiu a titularidade da Secretaria de Cidades.

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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