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Nova sede da Delegacia da Mulher de Cáceres será inaugurada nesta sexta (09/08)

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Assessoria | PJC-MT

Na semana que a lei Maria da Penha (11.340/2006) completou 13 anos, a Polícia Civil inaugura a nova sede da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso, em Cáceres (225 km a Oeste), obedecendo a um dos requisitos da lei, no tange ao atendimento policial especializado para mulheres em delegacia de defesa da mulher.

A Delegacia da Mulher de Cáceres mudou de endereço e está, agora, em funcionamento na Rua General Osório, nº 1084, centro de Cáceres. A inauguração acontece, nesta sexta-feira (09.08), às 09h30, com a presença de diretores da Polícia Civil e autoridades locais.

“A cidade receberá uma delegacia moderna e apropriada para o público que atende”, afirma a delegada Judá Maali Pinheiro Marcondes, titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cáceres.

A unidade policial foi instalada em um prédio mais amplo, que é o triplo do tamanho da antiga sede, e localizada em região acessível à população. O imóvel foi locado e realizado adequações obedecendo a requisitos do acolhimento humanizado e especializado às vítimas mulheres, e ainda crianças e idosos, que também são público da Delegacia. A unidade dispõe de acessibilidade aos portadores de deficiência e idosos, com banheiros em conformidade às suas necessidades.

Uma das novidades da delegacia é a brinquedoteca para amparo das crianças e adolescentes em atendimento na unidade, ou aquelas que acompanham as mães durante procedimentos. A delegacia terá uma sala de escuta especializada para oitivas de crianças vítimas de abuso sexual, de acordo com a lei 13.341/2017, com espaço acoplado para o delegado, escrivão, advogado e outras pessoas autorizadas a acompanhar oitivas de menores durante as formalidades do ato.

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“Temos um equipamento com ponto eletrônico para o interlocutor, que é aquele que estará conversando com a criança. Pelo projeto Luz é uma psicóloga do Ministério Público colherá o depoimento dessa criança”, explicou a delegada Judá Maali Pinheiro Marcondes

A delegada ainda informou que a unidade tem sala de atendimento psicossocial para assistência às vítimas de violência doméstica e familiar contra a mulher; sala de atendimento jurídico em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Unemat, com alunos estagiários sob a supervisão de professore e advogados, que deverão prestar assistência jurídica no âmbito familiar.

A parceria com entidades e órgãos também é uma das prerrogativas do artigo 8º da Lei Maria da Penha, que prevê a celebração de convênios, protocolos, ajustes, termos ou outros instrumentos de promoção de parcerias com entidades governamentais e não-governamentais, com o objetivo de implementar programas de erradicação à violência doméstica e familiar contra a mulher.

“Muitas mulheres nos procuram para perguntar quais são seus direitos de partilha em separação, pensão alimentícia. Elas querem saber quais são seus direitos em uma possível separação diante de uma agressão, os caminhos que poderá percorrer. Então teremos essa sala de assistência jurídica, onde poderemos propiciar atendimento mais profundo às vítimas”, afirma a delegada.

A delegada Judá acrescentou que também foi firmada parceria com a Unemat, para estágio com estudantes, que ajudarão nos procedimentos policiais, dando mais celeridade em suas conclusões.

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Outro viés no atendimento será o espaço dedicado a palestras visando promover a autoestima das mulheres vítimas e também o empoderamento feminino. Além dessa sala, haverá ainda um ambiente voltado à assistência naqueles casos em que o agressor ou até a mesmo a própria vítima tenham dependência de álcool ou drogas.

As estatísticas apontam que o consumo de álcool está presente em muitos dos casos de agressores à mulheres. “Queremos fazer um trabalho com os alcoólicos anônimos para diminuir a incidência dos casos”, afirma.

Ainda no espaço da unidade, haverá uma oficina para cursos profissionalizantes, por meio de parcerias que deverão ser firmadas.

 

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Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.

O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.

A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.

A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.

O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.

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O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

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GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS

Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.

No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas -

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

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Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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