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CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal ouve o empresário Júnior Mendonça

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal ouviu na tarde desta quinta-feira (29) o empresário do ramo de postos de combustíveis, Gércio Marcelino Mendonça Júnior. Os parlamentares perguntaram ao convidado sobre o funcionamento do setor e se há irregularidades.

Júnior Mendonça, que estava acompanhado pelo advogado, contou à comissão que tem conhecimento sobre postos que funcionam sem autorização e por meio de laranjas e se comprometeu a passar dados em relação a isso para a CPI. “Existem postos que são administrados por laranjas, ele tem a licença em nome de terceiros e explora aquilo lá dentro da ilegalidade”, denunciou.

No depoimento, ele disse ainda que algumas distribuidoras adulteram combustíveis e conseguem liminares para funcionar sem recolher impostos. O empresário completou dizendo que, quando caçadas, essas distribuidoras passam a ter outro CNPJ e conseguem continuar abertas nos mesmos moldes. “Nós temos de acreditar que a CPI e órgãos fiscalizadores vão combater esses postos e distribuidoras que estão dentro ilegalidade para o mercado ter um equilíbrio e o empresário ter uma sobrevida”, afirmou Júnior Mendonça.  

O vice-presidente e sub-relator da CPI para o segmento de combustíveis, deputado Carlos Avallone (PSDB), também fez perguntas sobre o uso de postos de combustíveis para lavagem de dinheiro por facções criminosas. Porém, Júnior Mendonça garantiu não ter conhecimento sobre o assunto.

O presidente da CPI de Renúncia e Sonegação Fiscal, deputado Wilson Santos (PSDB), disse na reunião que pretende ir além da oitiva e adiantou que vai solicitar aos órgãos competentes acesso à delação premiada feita pelo empresário, proprietário da Comercial Amazônia Petróleo, em 2014. “Diante dos documentos saberemos o que dá pra aproveitar. Ele nunca foi cliente dos incentivos fiscais, na área de combustíveis ele disse que não tratou desse tema. Vamos analisar o que é útil dentro do objeto da CPI”, explicou o parlamentar.

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Santos pontuou ainda que Júnior Mendonça “trouxe contribuições importantes” e disse que a equipe da CPI vai avaliar com cuidado o momento certo de apurar o que foi contado. “Há um delegado dentro da comissão e ele é livre para compartilhar informações”, lembrou o deputado.

Próximos passos – Na reunião, também foram aprovados requerimentos para chamar à CPI como convidados os secretários estaduais Rogério Gallo, titular da Fazenda, e Cesar Miranda, chefe da pasta de Desenvolvimento Econômico. A comissão ainda vai solicitar à Secretaria de Fazenda informações sobre as empresas Caramuru Alimentos e Amazônia Petróleo. Os trabalhos da CPI foram retomados no último dia 15 após paralisação realizada em abril. O plano de trabalho de cada sub-relatoria (combustíveis, agronegócio, frigoríficos e mineração) deve ser apresentado em dez dias.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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