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Mutirão de serviços promove inclusão e cidadania

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O 2° Mutirão contou com a presença de moradores do Terra Prometida e bairros circunvizinhos

O 2° Mutirão contou com a presença de moradores do Terra Prometida e bairros circunvizinhos

Foto: Alexandre Alonso/Assessoria de Gabinete

O campo de futebol do bairro Terra Prometida, em Cuiabá, ficou movimentado neste sábado (10), com moradores aproveitando mais de 20 serviços oferecidos durante a 2ª edição do Mutirão de Cidadania Social. A ação foi realizada pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), em parceria com entidades públicas, privadas e a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Segundo o parlamentar, os bairros contemplados pelo projeto são definidos com base em um levantamento prévio das principais carências das comunidades. Ele destacou que o bairro Terra Prometida existe há 10 anos e se originou de uma ocupação, realidade comum em áreas periféricas devido à ausência de políticas habitacionais no estado.

“Estamos trazendo esses serviços essenciais para a periferia todos os meses. Começamos por Cuiabá e vamos levar também para outros municípios. É fundamental essa aproximação dos parlamentares com as comunidades mais carentes. Hoje, cerca de 50% dos bairros têm origem em processos de ocupação justamente pela falta de programas habitacionais”, explicou Wilson Santos.

Pedro Lemos, líder comunitário e presidente do bairro Terra Prometida, que abriga cerca de 400 famílias, agradeceu ao deputado e à ALMT pela realização do mutirão, que também atendeu moradores dos bairros Novo Paraíso, Páduva, Serra Dourada, Jardim Aroeira, Ouro Fino, Barreiro Branco, Buriti e Ilza Terezinha. “Os serviços oferecidos são muito importantes, pois a nossa realidade não é fácil. Muitas pessoas têm dificuldade de sair do bairro por falta de transporte ou porque é muito longe ir até o centro”, afirmou.

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Entre os serviços gratuitos ofertados estavam exames oftalmológicos com direito a armação de óculos. O motorista Dílson de Oliveira aproveitou a oportunidade para cuidar da visão e se preparar para renovar a carteira de habilitação. Já o aposentado João Rosa da Silva, de 65 anos, que nunca usou óculos, viu na ação uma chance de enxergar melhor. Ele também aproveitou para adquirir novas mudas de plantas para o quintal de sua casa, onde cultiva diversas espécies frutíferas como banana, acerola e limão.

A auxiliar de creche Lilian Kellyn aproveitou a Lei Municipal nº 7.248/2025, que garante gratuidade no transporte público aos domingos, para emitir a carteirinha dela e dos três filhos. “Agora vou poder sair com as crianças para passear e aproveitar mais os domingos, com menos gastos”, comemorou.

Além da emissão de carteiras de transporte pela Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (MTU), o 2º Mutirão de Cidadania Social ofereceu serviços como aferição de pressão arterial e glicemia, vacinação antirrábica em cães e gatos, massagens, assessoria jurídica, serviços da Energisa e Defensoria Pública, corte de cabelo, tranças e design de sobrancelhas, além de orientações sobre saúde mental. A Oficina de Mosaico também proporcionou aprendizado às crianças que criaram peças decorativas com cerâmica, vidro, azulejo e pedra.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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