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Mato Grosso

Palácio da Instrução recebe o Instituto Ciranda para aulas de instrumentos musicais e concerto especial

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Aderindo à programação do Instituto Ciranda – Música e Cidadania, nos próximos dias 21 e 22 de outubro, o Palácio da Instrução, localizado no centro histórico de Cuiabá, vai se transformar em um conservatório musical.

O Ciclo CirandaMundo Master Class vai oferecer oficinas de violino, viola, violoncelo e regência para músicos iniciados, em dois dias intensos de aulas com experientes instrumentistas vindos de diferentes partes do Brasil e do mundo.  

As aulas de violino ficarão a cargo da canadense Verónique Mathieu. Já Shah Sadikov, do Uzbequistão, será o professor de regência e viola. E o paulista William Teixeira será o responsável pelas aulas de violoncelo.

“São professores de muito prestigio internacional. Profissionais com alto nível técnico e artístico que têm muito a contribuir com a formação dos nossos instrumentistas. Uma oportunidade como poucas para quem pretende aperfeiçoar seus conhecimentos na música de orquestra”, adianta Murilo Alves, presidente do Instituto Ciranda e maestro da Orquestra Sinfônica CirandaMundo.

Concerto Especial

Na terça-feira (22.10), a partir das 20h, no Palácio da Instrução, após as aulas, alguns dos jovens instrumentistas que participarem das masterclass vão compor os grupos que farão apresentações em um concerto especial aberto ao público.

No repertório, peças de W. A. Mozart, J. S. Bach, Roberto Victorio e Silvio Ferraz. Para as apresentações, além dos professores convidados, o concerto trará ainda a violinista venezuelana Yndira Villarroel, a clarinetista Jessica Gubert e o compositor Roberto Victorio revezando entre o violoncelo e a regência.

“Será um grande concerto, com várias formações, quintetos, quartetos e orquestra de câmara com a participação dos professores. É um privilégio muito grande poder prestigiar profissionais tão importantes para a música de concerto. Estou muito feliz”, comemora Yndira Villarroel, coordenadora pedagógica do Instituto Ciranda.

Véronique Mathieu, violino

A violinista canadense Véronique Mathieu desfruta de uma reconhecida carreira como solista, musicista de câmara e educadora musical. Compromissos recentes a levaram por toda a Europa e Ásia. Seu CD ARGOT foi recentemente apresentado em uma série da BBC dedicada à música de Lutoslawski. Os destaques recentes incluem a estreia canadense do concerto de violino de Marc-André Dalbavie com a Esprit Orchestra, a apresentação de Chaconne de John Corigliano durante as comemorações dos 80 anos do compositor, além do lançamento de um segundo CD com a pianista Stephanie Chua e vários recitais pela América do Norte.

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Véronique atuou como solista e camerista na Ásia, Europa, África do Sul, América do Sul e Estados Unidos. É vencedora do concurso de música contemporânea Eckhardt-Gramatté 2012, do Concurso Internacional de Música Contemporânea de Cracóvia 2010 e três vezes ganhadora do concurso do Conselho de Instrumentos do Canadá. Mathieu ocupa a cadeira de David L. Kaplan em Música na Universidade de Saskatchewan, onde atua como professora associada de violino. Anteriormente, atuou no corpo docente da Universidade do Kansas e da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo.

Artista ávida de música contemporânea, Veronique encomendou e estreou muitas obras de compositores americanos e canadenses e gravou para a série de CDs New Music na Indiana University, o selo da Radio-Canada, Centrediscs, PARMA, Naxos e Pheromone.

Véronique atuou como solista de orquestras como a National Arts Center Orchestra, Shenyang Symphony Orchestra, Esprit Orchestra, Oakville Symphony Orchestra, Americana Philharmonic, Americana Philharmonic, Kokomo Symphony, Columbus Indiana Philharmonic e Montreal Contemporary Ensemble. Recentemente, ela fez apresentações solo na China, Geórgia, Itália, Vietnã, bem como estreias mundiais de obras de Brian Harman e Adam Scime. Sua recente estréia em CD de obras solo de Boulez, Donatoni e Lutoslawski foi elogiada como uma gravação de “excelente execução de violino” e “impressionante [performance] com uma técnica incrível”.

Além de suas atividades de ensino e execução, Veronique é fundadora e diretora artística da NAVO (www.navoarts.com), uma organização artística sem fins lucrativos dedicada a levar performances de alto nível para o Centro-Oeste Estadunidense.

Véronique ganhou muitos prêmios no Canadá antes de concluir seu Bacharelado em Música no Conservatório de Quebec. Ela obteve um Diploma de Artista com excelente desempenho em violino na McGill University como aluna de Denise Lupien, onde recebeu o Prêmio Ethel J. Ivey e a Bolsa Lloyd Carr Harris. Mathieu concluiu um Diploma de Intérprete e um Mestrado em Música na Universidade de Indiana com a Professora Miriam Fried enquanto trabalhava como Instrutora Associada em violino. Ela também concluiu seu doutorado em música em violino na mesma instituição, sob a orientação de Mark Kaplan, e foi bolsista da Glenn Gould School em Toronto.

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Shah Sadikov, viola e regente

Um militante inflexível no poder da música de unir, inspirar e elevar, Shah Sadikov é um dos jovens regentes mais motivados de sua geração. De salas de concerto a salas de aula, centros comunitários e igrejas, Sadikov lidera uma carreira engajada como maestro, violista e educador musical. Anteriormente baseado no Centro-Oeste dos Estados Unidos, seu trabalho com inúmeras organizações, centenas de pessoas e a defesa do acesso às artes para todos é um testemunho de sua crença.

Sadikov apareceu como maestro, solista e principal violista da Orquestra Sinfônica Nacional e da Orquestra de Câmara da Rádio Nacional do Uzbequistão. Ele também conduziu conjuntos como a Filarmônica de Tóquio, a Orquestra do Festival de Aspen, a Sinfonária de Aspen, Berlin Sinfonietta, a Orquestra Cívica de Kansas City, a Orquestra de Câmara Wesleyana de Kansas, a Orquestra Sinfônica de Medomak, a Orquestra Sinfônica de Medomak, a Filarmônica de Taldykorgan e o NewEar Contemporary Ensemble, entre outros.

Como violista, Sadikov se apresentou em festivais que incluem Aspen, Sarasota, Halcyon, Killington, Cottonwood e “Moscow Meets Friends” de Vladimir Spivakov. Ele produziu duas gravações com o rapper Tech 9 da gravadora Strange Music e lançou dois CDs de viola de Brahms, Schumann, Clarke e Ingrid Stölzel. Recentemente, ele apresentou recitais na Alemanha, Uzbequistão e Estados Unidos e fez sua estréia no Carnegie Hall em 2014.

Como membro fundador do Wakarusa Trio, Sadikov é o primeiro vencedor do Concurso de Música de Câmara Coleman, American International Protégé International Competition e MTNA Competition, além de medalhista de bronze no Chamber Music Foundation Competition da Nova Inglaterra. Como solista e maestro, ele é vencedor de várias competições internacionais, como o Concurso de Jovens Artistas da República de 2005 (Uzbequistão), o Concurso Internacional de 2006 em Almaty (Cazaquistão) e o Concurso de Condução de Tolebaev (Cazaquistão) em 2019.

William Teixeira, violoncelo

William é Bacharel em música com habilitação em violoncelo pela UNESP, Mestre em música pela UNICAMP (com pesquisa na Paul Sacher Stiftung/Suiça) e Doutor em música pela USP (com pesquisa na Akademie der Künste/Berlim). 

Tem desenvolvido trabalho dedicado à interface entre aspectos teóricos e práticos da música contemporânea, tendo estreado dezenas de obras de diversas gerações de compositores brasileiros. Seu trabalho já foi exposto em eventos nas áreas de música, teologia e análise do discurso em diversos estados do Brasil, além de Portugal, Reino Unido e Estados Unidos.

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Ao violoncelo, já atuou como solista frente a grupos como Orquestra Sinfônica da UNICAMP, Orquestra Sinfônica de Rio Claro, Orquestra de Câmara da USP, USP-Filarmônica, Fukuda Cello Ensemble e Camerata Madeiras Dedilhadas UFMS.

Foi aluno dos professores Francisco Paes e Eduardo Bello até se tornar discípulo de André Micheletti, tendo prosseguido sua formação por meio de masterclasses com professores como Hans Jensen, Gaetano Nasillo e Xavier Gagnepain. Atualmente é professor Adjunto da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS.

Instituto Ciranda

Há 16 anos ininterruptos, o Instituto Ciranda desenvolve um programa de educação musical dedicado a crianças e adolescentes em idade escolar. Em 2019, serão mais de mil jovens atendidos em nove polos de ensino distribuídos pelo Estado. São eles: Cuiabá (bairros Boa Esperança e Dr. Fábio), Poconé, Várzea Grande (Bairro São Matheus), Rondonópolis e Chapada dos Guimarães, além dos polos de João Carro e Água Fria, zona rural de Chapada.

Parte das primeiras gerações de instrumentistas formada pelo Instituto Ciranda, hoje, ensina para novas gerações de músicos, teoria e técnicas, leitura de partituras e prática em conjunto. “Desde sua criação, em 2003, a instituição vem transformando vidas ao tempo em que forma novas plateias, novos instrumentistas, professores e cidadãos”, comemora o maestro Murilo Alves, presidente do Instituto.

O Instituto Ciranda – Música e Cidadania é um dos 32 Pontos de Cultura apoiados pelo Governo de Mato Grosso via Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

Serviço

Assunto: Ciclo CirandaMundo MasterClass

Onde: Palácio da Instrução

Quando: Dias 21 e 22 de outubro (segunda-feira e terça-feira), das 8h às 18h

               O concerto ocorrerá dia 22 de outubro a partir das 20h

Entrada Franca

Outras informações: (65) 3623-1239

Assessoria de Imprensa: WhatsApp (65) 98425-1443

O Palácio da Instrução é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Está localizada na Rua Antônio Maria, 151, Centro de Cuiabá. O funcionamento ao público é de segunda a sexta, das 8h às 18h. Mais informações: (65) 3613-9240.

Mato Grosso

No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência

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Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.

A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.

A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.

“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.

Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação

O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.

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Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.

“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.

A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).

A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.

No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial

Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.

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Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.

“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.

De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.

“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

Acesse o Mapa e a Pesquisa.

SOBRE O DATASENADO

O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)

SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA

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Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)

SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)

SOBRE O INSTITUTO NATURA

Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.

SOBRE A GÊNERO E NÚMERO

A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.

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Mato Grosso

Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

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Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A Nova Rota do Oeste informa que fará, a partir desta quinta-feira (27.08), o fechamento de um retorno localizado no km 265,4 da BR-364, em São Pedro da Cipa. O dispositivo está situado antes do desvio de tráfego implantado para a continuidade das obras de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio São Lourenço, localizada no km 266,7 da rodovia.

A medida é necessária para garantir a segurança viária na região, uma vez que motoristas estão realizando conversões irregulares no dispositivo, o que pode ocasionar sinistros.

Com o fechamento do retorno, as manobras poderão ser realizadas nos seguintes pontos:

  • Km 266 da BR-364: para quem viaja no sentido Cuiabá/Rondonópolis e precisa retornar;
  • Km 264 da BR-364: para quem viaja no sentido Rondonópolis/Cuiabá e precisa acessar a pista no sentido oposto.

Outras alterações no local

Conforme a programação da Nova Rota do Oeste, a pista Norte (sentido Cuiabá) será totalmente interditada em um trecho de 500 metros, entre os km 266,8 e 267,4, e o fluxo de veículos será desviado para a pista Sul (sentido Rondonópolis), que passará a funcionar em mão dupla pelo período estimado de 30 dias.

Durante esse período, o acesso da estrada vicinal à BR-364 no sentido Cuiabá, localizado no km 266,3, permanecerá fechado por questões de segurança. Os usuários e moradores das imediações deverão utilizar a estrada vicinal e acessar a rodovia pelo km 264,2, também no sentido Cuiabá. A sinalização foi implantada para orientar sobre o fechamento do acesso e o direcionamento do tráfego.

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A alteração é necessária para garantir a segurança dos motoristas e trabalhadores da obra, além de permitir o avanço da recuperação da ponte, que entra na etapa de concretagem dos reforços das vigas longarinas no sentido Norte. O serviço exige um período adequado para a cura do concreto.

A Nova Rota do Oeste orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelo trecho, respeitando a sinalização e os limites de velocidade estabelecidos.

Se precisar, chame a Nova Rota – Para obter informações em tempo real sobre condições de tráfego, intervenções na rodovia, condições climáticas, entre outras situações no trecho sob concessão da BR-163, entre em contato com a Concessionária Nova Rota do Oeste pelo 0800 065 0163, que também funciona no WhatsApp. A central de atendimento funciona 24 horas. Neste canal de comunicação, também podem ser acionados todos os serviços oferecidos pela Nova Rota aos motoristas que estão na rodovia, como atendimento operacional, socorro médico e mecânico.

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Mato Grosso

Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)

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No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.

A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.

O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.

Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.

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A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.

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