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Polícia Comunitária desenvolve diversas ações com a participação dos cidadãos

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Assessoria | PJC-MT

Nos últimos meses, a Polícia Judiciária Civil, através da Coordenadoria de Polícia Comunitária, tem buscado parcerias visando fortalecer as ações de prevenção, bem como fomentar a forma voluntária no engajamento e participação do cidadão, em trabalhos transformadores para a sociedade.

Dentre as várias atividades sociais desenvolvidas pela Polícia Comunitária, no último sábado (26.10), os policiais civis Luiz Carlos Seixas e Dayane Carvalho, participaram da comemoração ao dia das crianças, no Bairro Água Vermelha em Várzea Grande. O evento foi promovido pelo grupo de voluntários VG+Ação, criado desde 2018.

O projeto VG+Ação desenvolvido por pessoas voluntárias, têm como objetivo prestar serviços em diferentes áreas. Conforme a coordenadora, Marciany Bustamante, o grupo conta com cerca de 100 voluntários, entre aqueles que participam direta e indiretamente nas ações. “O papel do voluntariado é muito importante para a sociedade, pois oportunizamos serviços sociais para pessoas carentes, que muitas vezes não tem como pagar, por um motivo ou outro”, falou a responsável pelo VG+Ação.

No domingo (27.10), a Coordenadoria de Polícia Comunitária esteve presente em outra ação integrada, para as crianças de um bairro carente no município de Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte de Cuiabá). Na ocasião, foram realizadas atividades lúdicas com crianças, pinturas e distribuição de presentes. O apoio da Polícia Civil foi em levar o grupo com o ônibus para realização das ações.

O trabalho foi realizado em parceria como o grupo de Jovens Solidários Mato Grosso que é uma organização sem fins lucrativos, e tem como causa a promoção da dignidade humana por meio de doações de alimentos, medicamentos, brinquedos, roupas e calçados. Segundo a presidente do grupo, Luciene Taques, promover o mínimo de dignidade e esperança, fazendo da forma que pode, como pode, a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, destacou ela.

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Outro parceiro importante é a Unimed/PróUnim, que tem como missão desenvolver projetos e políticas que contribuam para a melhoria da saúde e qualidade de vida das pessoas tem acompanhado os projetos sociais da Polícia Civil em algumas ações de prevenção.

Nos últimos 15 dias, a Coordenadoria de Polícia Comunitária participou de dois eventos preventivos nas escolas Maria Tomich, no dia 22 de outubro, no bairro Ribeirão do Lipa e, no dia 28 de outubro, na Escola Estadual Professor Ulisses Cuiabano, no bairro Jardim Cuiabá com a temática do “bullying e cyberbullying”. 

Ao todo, foram atendidos cerca de 550 alunos do ensino fundamental e médio respectivamente com a participação dos policiais civis Laura Léa e Edmir Sena.

Para o Coordenador de Polícia Comunitária, Ademar Torres, o campo de atuação é dirigir, supervisionar e controlar as ações para integração da comunidade e a Polícia Civil, visando consolidar a filosofia da Polícia Comunitária

“Nosso trabalho é de fomento da prevenção primária bem como o contínuo acompanhamento de projetos, convênios e programas comunitários em todo o estado, o qual resulta no trabalho intersetorial nas diversas áreas: jurídica, da educação, da segurança, da saúde e da assistência social na busca de soluções para minimizar, os fatores de risco e o fortalecimento de fatores de proteção, sobretudo, reduzindo as vulnerabilidades”, disse.

Ademar acrescentou ainda que as ações têm como foco estreitar os laços com a comunidade local no intuito de conquistar a confiança e, consequentemente, passar a receber informações que refletirão diretamente em uma melhoria na prestação do serviço policial e uma tentativa de humanizar, de agregar pessoas diferentes com formações diferentes que prestam serviços semelhantes às pessoas diferentes”, destacou.

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Policial

Polícia Civil MT deflagra operação e atinge núcleo de facção criminosa em Rondonópolis

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Polícia Civil MT deflagra operação e atinge núcleo de facção criminosa em Rondonópolis -
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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta sexta-feira (26.6), a Operação Fragmentação, para cumprimento de 30 mandados judiciais contra uma célula de uma facção criminosa estruturada e agindo em diversos bairros de Rondonópolis.

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, resultou na decretação das medidas cautelares, entre prisões e de buscas e apreensões, deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 Juiz de Garantias – Polo Rondonópolis.

Foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, em Rondonópolis (MT) e nas cidades de Goiânia e Mineiros (ambas em Goiás).

Apuração

A Derf de Rondonópolis identificou um grupo que mantinha organização interna hierarquizada, divisão de funções e controle permanente sobre atividades ilícitas na região do Jardim Iguaçu e bairros adjacentes.

Os investigados agiam nos crimes de tráfico de drogas, extorsões, ocultação e movimentação de valores provenientes das ações ilícitas, além de outras práticas criminosas.

Conforme o delegado Dyulriman Pinto de Andrade Filho, os indícios apontaram que a estrutura local era composta por integrantes com atribuições específicas. As funções incluíam a administração cotidiana do controle de pontos de venda, a interlocução com estabelecimentos comerciais e o gerenciamento da arrecadação de valores destinados à organização.

Os policiais civis da Derf de Rondonópolis também conseguiram identificar os indivíduos responsáveis por fiscalizar o cumprimento das regras internas, apurar desvios de valores e deliberar sobre punições impostas aos membros que descumprissem determinações do grupo (prática utilizada para manter a coesão e a submissão dos integrantes à hierarquia criminosa).

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Durante a investigação, foram descobertos registros e anotações de arrecadação contendo informações sobre integrantes cadastrados, valores de contribuições mensais, pontos de venda de drogas e estabelecimentos submetidos a cobranças.

Segundo as apurações, parte dos valores era recolhida dos próprios integrantes da facção, enquanto outra parcela decorria de cobranças impostas a comerciantes, motoristas, imóveis, veículos e pontos de comércio instalados em áreas de influência do grupo.

“Foi identificada a cobrança de valores relacionados às mensalidades pagas pelos integrantes vinculados ao grupo, com registros de inadimplência e discussões sobre providências contra aqueles que deixavam de repassar os valores exigidos”, destacou o delegado Dyulriman.

Todo material apreendido nesta sexta-feira (27), será submetido para análise pericial e corroborar com as investigações que prosseguem visando aprofundar a identificação dos envolvidos, individualizar condutas, localizar ativos e apurar outras ramificações do grupo criminoso.

Nome da Operação

A palavra “Fragmentação” faz referência à estratégia de atingir, simultaneamente, diferentes núcleos de funcionamento da facção: comando, gerenciamento, disciplina, arrecadação, comunicação e apoio operacional, buscando enfraquecer sua estrutura e reduzir sua capacidade de influência em áreas do município.

Integração

A operação da Derf de Rondonópolis contou com apoio das equipes de todas as unidades policiais da Regional de Rondonópolis (Alto Araguaia, Alto Taquari, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira e Pedra Preta), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), da Diretoria de Inteligência, e da Polícia Civil do Estado de Goiás.

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Mato Grosso

Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.

Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

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Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Policial

Polícia Civil prende mulher com 495 caixas de cigarros contrabandeados em MT

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Uma mulher que estava transportando uma grande carga de cigarros contrabandeados na Rodovia MT-343, em Nova Olímpia foi presa em flagrante, na madrugada desta quinta-feira (26.6), pela Polícia Civil, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Regional de Tangará da Serra.

A suspeita, de 41 anos, foi flagrada com centenas de caixas de cigarro contrabandeados e foi autuada em flagrante pelo crime de contrabando.

A prisão ocorreu por volta das 3h20, durante uma ação de monitoramento, quando os policiais avistaram um veículo Chevrolet Prisma prata, ano/modelo 2015, em atitude considerada suspeita e realizaram a abordagem. Ainda do lado de fora do automóvel, os investigadores visualizaram diversas caixas no interior do veículo.

Questionada sobre a carga, a motorista informou espontaneamente que transportava cigarros. Durante a fiscalização, foi constatado que o veículo transportava 495 caixas de cigarros, cada uma contendo 200 unidades, totalizando 99 mil cigarros de origem estrangeira introduzidos clandestinamente no país, configurando, em tese, o crime de contrabando.

Além da carga ilícita, foram apreendidos um Chevrolet Prisma, utilizado no transporte da mercadoria, e um aparelho celular encontrado danificado. Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e a suspeita conduzida à Delegacia de Nova Olímpia, onde após ser interrogada pelo delegado Ivan Albuquerque Soares, foi lavrado o flagrante.

Segundo o delegado, a suspeita é contumaz nessa prática ilícita e possui antecedentes por estelionato e contrabando. Após as providências cabíveis, ela foi colocada à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil dará continuidade às investigações para identificar a origem e o destino da carga ilícita.

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