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Claudinei pede informações da suspensão de licenças prêmios dos servidores do Sistema Penitenciário

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O motivo deve-se ao baixo efetivo nas unidades prisionais de Mato Grosso que é alegado pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária da Sesp

Deputado Claudinei preocupa com o déficit de servidores no Sistema Penitenciário de Mato Grosso- Foto: Assessoria

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), em sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, no dia 04 de agosto, apresentou requerimento de n.º 377/2021 às Secretarias de Estado de Segurança Pública (Sesp) e de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag) para obter esclarecimentos sobre a suspensão das licenças prêmios dos servidores do Sistema Penitenciário por seis meses.

Com a comunicação interna de n.° 0125/2021 que foi emitida pelo secretário Adjunto de Administração Penitenciária da Sesp, Jean Carlos Gonçalves, no dia 20 de maio, foi informado que reduziu o apoio de servidores entre as unidades prisionais devido ao grande déficit de pessoal na instituição. Também, cita que a diminuição de profissionais se deve a alguns terem falecido de Covid-19 e outros que foram afastados por pertencerem ao grupo de risco. A dificuldade para a realização de videochamadas entre reclusos com familiares ou defensores é devido ao baixo efetivo nas unidades prisionais.

“Mais uma notícia preocupante que chega até nós. Essa comunicação interna, onde está em trâmite na Sesp, é um desrespeito. É um direito constitucional dos servidores, direito legal, onde o secretário adjunto solicita autorização para suspender o gozo da licença prêmio no período de seis meses pelos policiais penais, a partir de 1° de agosto de 2021. Ainda é citado o baixo efetivo das unidades prisionais de Mato Grosso, um assunto que debatemos constantemente”, indigna Claudinei.

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Requerimentos

Um dos questionamentos de Claudinei no requerimento apresentado é se realmente a gestão de Mato Grosso vai efetivar essas suspensões e quais as providências emergenciais a serem tomadas para que o déficit de servidores seja solucionado. Também, solicita o número de servidores que estão afastados por pertencerem ao grupo de risco devido a pandemia da Covid-19 e quais os problemas com a falta de servidores que interferem na comunicação dos presos com os seus familiares e defensores.

Com a situação do baixo efetivo nas unidades prisionais, o parlamentar também encaminhou outro requerimento de n.º 379/2021 para a Sesp para obter informações sobre o quantitativo de servidores escalados nos plantões das unidades prisionais no âmbito de Mato Grosso. “Com déficit de pessoal, agora é entendermos como está o quantitativo de servidores e presos de cada unidade prisional de Mato Grosso. Também, indagamos sobre as escalas do turno e plantão nos últimos três meses nas unidades prisionais. E, claro, obtermos a cópia dos relatórios de registros de entrada e saída, com as respectivas escalas dos plantões”, esclarece Claudinei.

“Essa é uma situação do Sistema Penitenciário que nos preocupa. Temos mais de 900 aprovados em cadastro de reserva do último concurso público que podem ser nomeados para suprir essas vagas. Continuaremos acompanhando a situação até chegarmos em uma solução. Não podemos tirar o direito legal desses servidores públicos”, conclui o deputado.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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