Política MT
Claudinei critica veto do governador ao projeto que beneficiaria a segurança pública
O deputado alega que falta parceria por parte do governo de Mato Grosso com os servidores da segurança pública

Claudinei alega que falta parceria por parte do governo de Mato Grosso com os servidores da segurança pública
O veto do governador Mauro Mendes (DEM) foi mantido pela maioria dos parlamentares da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (15), ao projeto de n.º 17/2021 que dispõe sobre a cessão de passagens no sistema de transporte coletivo intermunicipal aos servidores da segurança pública de Mato Grosso. Com o resultado, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), autor da matéria, mostrou a sua indignação ao notar que a gestão estadual atua com politicagem e não facilita em dar melhores condições à categoria policial.
“Esse é um projeto bem simples para ajudar a nossa segurança pública, para ajudarmos um pouco os nossos servidores. Temos exemplos de policiais que moram em uma cidade e trabalham em outra que fica próxima. É um projeto simples que a gente propôs para que esses policiais tenham condições para se deslocarem e não tenham gastos. Não é tão longe a distância entre uma cidade e outra”, justifica o parlamentar.
Ele acrescenta que uma das vantagens do projeto vetado, é que não só o policial seria beneficiado, como, também, o próprio setor do transporte coletivo. “Muitas vezes, aquele policial vai até fardado, armado e capacitado para evitar um assalto e, assim, combater um crime que possa ocorrer dentro desse transporte. E iria beneficiar a população que vai estar neste transporte coletivo, de forma preventiva e ostensiva, se tiver fardado”, explicou.
Veto
Para Claudinei, o posicionamento do governador em barrar o projeto que favoreceria os policiais civis, bombeiros e policiais militares é a maior demonstração da falta de parceria com a segurança pública. “Por isso, pessoal da segurança pública, esse governador não é parceiro de vocês. É a falta de política, falsa amizade, é isso que é esse governo. É enganação, pois ano que vem tem eleição. Não adianta vir com gracinha, pois os profissionais da segurança estão acompanhando os trabalhos. E tudo que é projeto nosso da segurança pública para beneficiar o trabalho interno e externo, são vetados e chega aqui, não conseguimos derrubar os vetos”, reclama o deputado.
Durante a explanação, o parlamentar frisou sobre a mensagem do governo estadual que foi negociada por outro deputado, que propõe a redução da alíquota previdenciária aos militares de Mato Grosso. “Na frente dos policiais, o governador tira foto, bate palminhas, abraça e cruza os bracinhos. Mas, por trás, ele quer que os policiais se explodam! Essa mensagem que está chegando, isso já era para estar acontecendo desde o ano passado. Isso não é favor do governador não! Isso aí, tinha que ter acompanhado as forças armadas. É uma regra federal que tinha que ter sido aplicada aos policiais e bombeiros militares. Isso é politicagem! ”, critica Claudinei.
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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