Política MT
Selma Arruda ressalta que desde o início a aliança do PSL com PSDB era o caminho para o partido

Foto: Assessoria
A juíza aposentada Selma Arruda (PSL), pré-candidata ao Senado, afirmou nessa terça-feira (24.07), que os pré-requisitos para aliança com o PSDB, do governador Pedro Taques (PSDB), foram impostos pelo PSL Nacional, a exemplo da condição da sigla pedir voto para o deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República.
“As exigências do PSL foram exatamente no sentido para darmos palanque ao Bolsonaro, foram para que nós pudéssemos ter uma chapa pura para estaduais, e que fossem garantidas as condições de reeleição ao deputado federal Victório Galli. Então, foram essas as condições, que foram plenamente aceitas de pelo governador”, afirmou.
Selma ressaltou que desde o início a aliança era o caminho para o partido, uma vez que o PSL não teria tempo de TV. Segundo ela, se o PSL caminhasse sozinho, não chegaria a lugar algum.
“O PSL é um partido pequeno, é um partido que não tem tempo de TV. Então, se nós quiséssemos andar sozinhos, nós não conseguiríamos ir a lugar nenhum e provavelmente não teríamos sequer espaço na TV. A princípio estávamos negociando com aqueles partidos da frentinha, mas infelizmente aquela aliança não foi possível, então, os partidos da frentinha eles migraram cada um para um lado, e foi por isso que viemos ao PSDB”, pontuou a juíza aposentada.
Selma, que sempre defendeu uma aliança com um grupo que não tivesse membros condenados pela Justiça, disse se sentir confortável com a aliança.
“É a melhor aliança que o PSL poderia ter escolhido, um local aonde nós sentimos absolutamente confortáveis, tanto para lançarmos a nossa bandeira do partido que tem o seu candidato à Presidência, como também para lutarmos aqui pela coligação, pela reeleição do nosso governador Pedro Taques que está na metade do caminho de uma obra grandiosa de transformação deste Estado. Nós precisamos dar a gasolina para que ele continue nessa estrada”, declarou a pré-candidata.
Fonte: Da redação com VG Noticias
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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