Mato Grosso
Operação Sonora suspende atividades de cinco bares e conduz um empresário à delegacia
A 2ª Edição da Operação Sonora, realizada na madrugada deste sábado (28.05), simultaneamente em Cuiabá e Várzea Grande, interditou dois e suspendeu as atividades de três bares, além da apreensão de equipamentos de som e condução de um empresário à delegacia por resistência à fiscalização. Também foi aplicado diversas notificações por poluição sonora e perturbação do sossego público.
Em Cuiabá, dois comércios foram interditados e três tiveram as atividades suspensas nas regiões da Praça Popular e Avenida Beira Rio a partir do momento da fiscalização. A medição sonora feita com o aparelho decibelímetro apontou o som acima nos níveis permitidos e reincidência em poluição sonora e perturbação do sossego público.
Em Várzea Grande, um comerciante resistiu à fiscalização, ou seja, não aceitou a presença e a ação dos agentes públicos, e acabou sendo conduzido à delegacia. Uma carreta de som foi apreendida na ação.
Sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública, agentes de segurança e outros profissionais de 14 órgãos estaduais e municipais atuaram nessa operação.
De acordo com o GGI, essa ação foi desencadeada com base em registros de órgãos municipais que apontam reincidências de comércios na prática da poluição sonora, perturbação do sossego, entre outras.
Órgãos Envolvidos
Gabinete de Gestão Integrada (GGI/SESP), 3º, 4º e 10° Batalhão de Polícia Militar, 1° Batalhão de Bombeiros Militar, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, Juizado Volante Ambiental (JUVAM), Secretaria de Ordem Pública de Cuiabá (SORP), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (SEMOB), Guarda Municipal, Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA), secretarias municipais da Receita e de Meio Ambiente (Semamdrs) e conselhos tutelares. Também contou com o apoio do Ministério Público de Mato Grosso.
Mato Grosso
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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