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Sessão especial marca as comemorações do centenário do ex-governador José Garcia Neto

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O centenário do ex-governador José Garcia Neto será comemorado esta noite (2), pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com uma sessão especial requerida pelo deputado Carlos Avallone (PSDB). A sessão começa às 19 horas, no Plenário das Deliberações Renê Barbour, com a apresentação de um documentário sobre a vida e a obra do grande político mato-grossense que nos deixou em 2009, aos 87 anos.

“Precisamos homenagear e valorizar as personalidades que trabalharam nas décadas de 60 e 70 para transformar Mato Grosso no estado desenvolvido e de economia forte que temos hoje, investindo em infraestrutura, estradas, distritos industriais, energia e comunicações”, destacou Avallone.

Com uma gestão séria, competente e honesta, Garcia Neto também se destacou na estruturação da assistência social em Mato Grosso, criando a Fundação de Promoção Social, a Casa do Artesão, a Fundação Cultural e o Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa.

História – José Garcia Neto era sergipano de Rosário do Catete, onde nasceu em 1/6/1922. Em 1944 se formou em Engenharia Civil na Bahia. Em 1945 migrou para Cuiabá a serviço da construtora Coimbra Bueno, que fazia obras para o governo Júlio Muller. Começava ali a sua trajetória profissional em Mato Grosso, que o levaria a ocupar o mais alto cargo do Estado, o de governador, que exerceu com eficiência e honradez entre 1975 e 1978.

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Em 1946, se casou com a amazonense Maria Lygia Germano Borges, com quem teve cinco filhos. O casamento foi celebrado pelo Arcebispo de Mato Grosso, Dom Aquino Corrêa.

Em 1954, entrou na política como candidato a prefeito pela antiga União Democrática Nacional (UDN), e  foi o primeiro prefeito eleito pelo voto popular, comandando a capital entre 1955 e 1959.

Em 1960, foi eleito vice-governador na chapa de Fernando Corrêa da Costa. Os dois gestores eram muito carismáticos e tinham grande prestígio popular, investindo em obras estruturantes na capital e no interior.

De 1967 a 1975, Garcia Neto foi deputado federal por dois mandatos pela UDN e Arena, o mais votado nas duas eleições. Na Câmara dos Deputados, se destacou na defesa de melhorias para a educação e apresentou o projeto que permitiu a criação da Universidade Federal de Mato Grosso.

Em 1974, após ser escolhido na convenção da antiga Arena, concorreu ao cargo de governador e foi eleito pela maioria do colégio eleitoral. Com perfil conciliador e vivência em obras públicas, além do bom trânsito em todas as regiões de Mato Grosso, foi nomeado governador pelo presidente Ernesto Geisel.

Tomou posse em 15 de março de 1975 e governou Mato Grosso até 1978. Garcia Neto exerceu o cargo com honra, dignidade e eficiência. Visionário, sabia que Mato Grosso seria um estado próspero e destacado na economia nacional a partir da superação das dificuldades estruturais. Seu mandato foi marcado por grandes realizações na área de infraestrutura urbana e rodoviária, recursos energéticos, comunicação, turismo e assistência social.

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Era um gestor eficiente e integralmente dedicado ao bem estar da população, especialmente o povo mais simples. Por isso investiu em obras com grande alcance social, e com o apoio decisivo da esposa Maria Lygia, implantou a Fundação de Promoção Social (Prosol), a Casa do Artesão, a Fundação Cultural e o Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa.

Também implantou o Parque de Exposições de Cuiabá, concluiu o estádio governador José Fragelli e construiu a nova rodoviária de Cuiabá. Em seu governo também foram pavimentadas as rodovias ligando Cuiabá aos principais municípios do interior.

Garcia Neto foi ainda responsável pela implantação dos distritos industriais dos principais municípios do estado. O maior deles, o Distrito Industrial e Comercial de Cuiabá, leva o nome dele, numa justa homenagem do deputado Avallone ao grande governador. O deputado também foi o autor da resolução que criou a Medalha do Mérito Industrial José Garcia Neto.

O mais cuiabano de todos os migrantes que governam Mato Grosso, Garcia Neto sempre lutou pelos interesses da população, inclusive no episódio da divisão do estado em 1977. Ele era contra a divisão, refletindo o pensamento de boa parte da população na época, que defendia a manutenção do grande estado uno, o que fortaleceria a economia regional.

Mas o governo militar não pensava assim e em 1977, o presidente Geisel sancionou a lei que criou o estado de Mato Grosso do Sul.

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Encerrando a carreira política nos anos 80, Garcia voltou a se dedicar à família e comemorou com a esposa Maria Lygia as Bodas de Diamante, sessenta anos de união conjugal. Também escreveu seu livro de memórias, intitulado  “Mato Grosso – Estado Solução”, que foi distribuído na sessão de quarta-feira (1) a todos os parlamentares estaduais.

“José Garcia Neto nos deixou em 20 de novembro de 2009, aos 87 anos, mas continuará vivo eternamente pelo seu trabalho e dedicação aos cuiabanos e mato-grossenses”, finalizou o deputado Carlos Avallone.

Fonte: ALMT

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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