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‘Camisa da seleção não pertence a partido’, diz Tite

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Tite, técnico da Seleção Brasileira- Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Adenor Bachi, o Tite, não se reinventa. O técnico da seleção brasileira considera que se molda, se adapta e se ajusta de acordo com as circunstâncias. Mas há um posicionamento imutável do treinador de 61 anos prestes a disputar a sua segunda Copa do Mundo consecutiva: a decisão de evitar detalhar a sua posição política enquanto estiver no cargo da seleção mais campeã da história do futebol mundial e a certeza de que não irá a Brasília depois das eleições para presidente, seja quem for o novo comandante da nação, e do torneio no Catar caso o Brasil conquiste o hexa. “O direito que eu me dou é dar o melhor no trabalho e a seleção brasileira é um patrimônio cultural e educacional, não é partidário”, afirma.

Tite e seu mais fiel escudeiro, o auxiliar Cléber Xavier, falaram durante uma hora em São Paulo nesta semana. Eles estão juntos há 21 anos e dividem tudo, inclusive as respostas. Tite tem sempre a última palavra, mas ouve seu parceiro com muita atenção. Cléber é persuasivo. Tite é sedutor. A dupla corre o Brasil para suas últimas entrevistas. Eles falaram sobre bola e campo, mas também sobre política, família, Neymar e futuro. O treinador reafirmou que vai usar o próximo ano – ou parte dele, que seja – para descansar, namorar a mulher e se aprofundar nos estudos.
Disse ainda crer que o torcedor não está distante da seleção, pelo menos os mais jovens, contou que Neymar está mais motivado e preparado para liderar o Brasil no Catar e revelou o momento mais complicado de sua trajetória à frente da seleção desde que assumiu o cargo na metade de 2016.
O treinador também respondeu sobre a lista final para o Mundial do Catar e reforçou que duas das três vagas a mais liberadas pela Fifa serão ocupadas por jogadores do ataque, o setor mais concorrido. Hoje, segundo Tite, o grupo está “80% ou 85%” definido, mas essa porcentagem pode e deve mudar. Por isso, ele tem um leque ampliado de atletas observados. São 45 jogadores no radar. Destes, 26 serão convocados no dia 7 de novembro. A lista enviada à Fifa pode ser alterada até o dia 14. Serão apenas dez dias de preparação antes da estreia contra a Sérvia, dia 24. Parte desse trabalho será na Itália, a primeira parada de Tite antes de chegar ao Catar.
Você já disse que não vai continuar na seleção após a Copa, independentemente do que acontecer no Catar. Onde você estará no ano que vem?
Tite: Em 2023, a dona Rosmari, minha mulher, vai ter toda a preferência. Tem um momento que ele é familiar, tem um momento em que a gente tem de dar uma pausa porque a trajetória profissional é extraordinária, mas também absorve bastante. Vou dar um tempo para a família e vou dar um tempo para estudos. Eu vou dar um tempo para a reorganização, mas segundo o meu filho, não vai passar de dois meses. Minha mulher vai me jogar para fora do apartamento (risos). E eu não vou me aposentar.
Você vai continuar sendo treinador de futebol e vai escolher a melhor proposta depois desse descanso. Essa é a ideia?
Tite: Sim. Essa é a ideia já preestabelecida e maturada. Eu externei isso para comissão técnica um ano e meio atrás, depois externei para as pessoas de forma pública que não sabiam, os atletas já são sabedores. São aqueles ciclos normais e naturais da vida de qualquer profissional. Eles acontecem e isso vai acontecer também.
Mas pelo nível que alcançou, pelos títulos que têm, não está nos seus planos voltar ao Brasil no ano que vem? A ideia é continuar em alguma seleção ou assumir algum clube na Europa?
Tite: Para o futebol brasileiro, não. O ano de 2023 será de estudo. Será o momento de reciclagem, de observação e de readaptação. Eu não gosto de usar o termo reinventar porque eu não me reinvento, eu me modelo, me moldo e me ajusto. Agora meu foco é voltado para a Copa.
Quando surgem propostas para o Tite, vocês decidem juntos para onde vão? Como funciona isso?
Cléber: É uma decisão dele, em primeiro lugar. Sempre foi assim. Em alguns momentos, ele me pede opinião porque estamos há 21 anos juntos. Para nós, o mais importante agora é focar na seleção e na Copa. Depois, vamos descansar como a gente fez em 2014, quando estava no Corinthians. O futuro fica para depois. A decisão tomada e já comunicada é não continuar na seleção.
Vivemos em um País no qual a política está em efervescência, sobretudo agora, às vésperas da eleição para presidente. Por que a comunidade do futebol não se envolve em política?
Tite: Democraticamente, a gente deve respeitar as posições de cada um. E, democraticamente, a gente tem de respeitar as opiniões de não emitir opiniões. O que eu entendo de futebol? Que cada pessoa, individualmente, tem todo o direito de se manifestar no seu particular. Se eu externar as minhas preferências ou aquilo que eu entendo no aspecto político, vou estar expondo o meu cargo ainda estando técnico da seleção brasileira e daqui a pouco ele reverbera mais e eu não me dou esse direito. O direito que me dou é dar o melhor no trabalho e a seleção brasileira é um patrimônio cultural e educacional, não é partidário. Então, devo ter essas percepções educacionais de que forma ética o técnico se comporta e de que forma que nós, enquanto comissão técnica, nos conduzimos. E não fazer do cargo que ocupo alguma coisa que possa ecoar mais. Eu tenho noção exata de que o técnico da seleção ecoa mais do que o Adenor. O Adenor tem a sua voz e o seu voto, mas na seleção ele vai ter de ter a grandeza de fazer o melhor trabalho possível em cima da responsabilidade de trazer uma Copa de volta. Essa é a essência. Faço das minhas as palavras do Marquinhos (zagueiro): que cada um se manifeste. Essa é a minha opinião. Manifeste-se no seu particular e vamos colocar na seleção a vontade, o ânimo, a dedicação, a competência e o amor para chegar na final como o primeiro objetivo e para sermos campeão depois. Talvez o nosso comportamental fale mais do que qualquer palavra.
Vocês ficariam desconfortáveis de desfilar em Brasília, caso o Brasil ganhe o hexa após as eleições para presidente, como aconteceu em 2002, depois do penta?
Tite: Eu dei uma resposta em 2017 e ela continua a mesma. Quando o presidente era o (Michel) Temer, disse que não iria nem na ida nem na volta, se perdesse ou ganhasse. Às vezes, com o tempo, a gente a gente modifica, reformata algumas posições, mas essa resposta continua a mesma.
Um dos maiores símbolos da seleção sempre foi a camisa amarelinha. Hoje, existe a impressão de que ela foi apropriada por um grupo político (do presidente Jair Bolsonaro). É comum ver nas ruas pessoas falando que não vão usar a camisa do Brasil. Não te incomoda ver um símbolo tão importante da seleção ser politizado dessa maneira?
Tite: Eu tenho visto que, por parte de uma geração mais jovem, de crianças e adolescentes, essa situação não vinga. Ela é do amor pela seleção, verdadeiramente da torcida. Quando o cara está mais cascudo, já com a cabeça feita, ele está com os seus caminhos, está preestabelecido e fica de boa. Eu quero ficar voltado a esse simbolismo da criança de ser um exemplo educacional, de ser exemplo do esporte como uma ferramenta em que tu possas ser melhor que o adversário, mais competente, como uma série de valores porque fui educado no esporte dessa forma, de ter essas percepções e entender que para essa garotada mais jovem esse simbolismo não existe.
O que fez a seleção se afastar do torcedor e como trazer esse torcedor de volta?
Tite: Será que está mesmo distante? Eu, enquanto jovem, tinha esse envolvimento com a seleção e continuo sentindo o envolvimento do jovem. Não sinto em outro segmento. Fui em dois jogos no Allianz Parque e fiquei extremamente feliz de ver que todas as pessoas com quem tive contato estavam falando da seleção e da Copa e o quanto estavam engajadas. Há, sim, uma faixa etária que continua ligada à seleção. Nós é que crescemos e nos afastamos. Eu aprendi que o torcedor torce primeiro para o seu clube e quer ter um jogador do time dele na seleção. Eu era assim. Queria um gaúcho na seleção. E te confesso que quando jogaram seleção gaúcha contra a seleção nacional, torci para a gaúcha. Conto essas histórias não para me tornar herói, mas para gerar conexões com as pessoas. E um detalhe: quando chega perto da Copa, há uma atmosfera diferente, tal qual senti do torcedor palmeirense no Allianz. Talvez porque é o melhor momento da seleção dentro desse ciclo de preparação.
Qual foi o momento mais difícil durante esse ciclo que terminará no Catar?
Tite: Foi o momento em que foi feito o convite para eu permanecer no cargo. Naquele momento, pensei que eram quatro anos de trabalho e, dos últimos 13 trabalhos, é apenas o quinto que a gente começa e vai para a Copa fazendo todo o processo juntos. Foram duas vezes com Zagallo, uma vez com o Parreira e uma vez com Dunga. E agora nós temos a oportunidade desse trabalho com início, meio e fim. Poxa, são quatro anos numa coisa extraordinária, o máximo que um profissional quer é ser técnico de futebol da seleção brasileira, mas ao mesmo tempo ele te traz exposição, exposição da família, uma série de aspectos que te drenam, te absorvem. Eu fiquei refletindo, conversei com a comissão técnica, conversei com a minha família. Aquele foi o momento mais difícil porque sabia, enquanto trajetória, que sendo campeão seria legal, mas se não for ‘a carne vai cortar’. Essa exposição acaba sendo inevitável. Concordar nesse momento foi o momento mais difícil.
Qual a porcentagem da lista definida dos atletas para a Copa?
Tite: Se fosse hoje, teria 80% ou 85%, mas temos de pontuar a palavra do nosso preparador físico, o Fábio Mahseredjian. Ele disse essa semana: ‘aumente o leque de observações porque tenho um receio muito grande que nós percamos atletas em função da exigência física das competições, do desgaste que está acontecendo. Eu não quero que isso aconteça, mas nós, enquanto comissão técnica, temos de nos preparar para essa situação, então ampliem a observação para ficarem seguros nesse aspecto’.
Como vão administrar as três vagas a mais? O ataque será a prioridade?
Tite: O ataque, predominantemente, terá duas das três vagas. Quando falo de ataque, falo da criação também e da conclusão porque há uma geração muito grande de atletas surgindo. São pontas e externos. Ter jogadores com essas opções, como Anthony, Rafinha, Vinícius, Rodrygo, Martinelli, Dudu, David Neres, Richarlison, Gabriel Jesus, é muito bom. A outra vaga, vamos analisar dentro da necessidade. Um jogador versátil, que possa jogar como zagueiro e lateral, ou um meio-campista que possa atuar como zagueiro.
Quem você indicaria para te substituir no comando da seleção após a Copa?
Tite: Não sou o melhor conselheiro e não me permito eticamente fazer esse tipo de comentário.
Como quer ser lembrado depois que deixar a seleção?
Tite: Como um cara do bem.
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Esportes

Rondonópolis ganha calendário com principais corridas de rua previstas para o segundo semestre de 2026

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Foto- Ilcimar Aranha/Portal MT

Os amantes da corrida de rua já podem se programar para os próximos desafios. Foi divulgado o calendário com as principais provas previstas para o segundo semestre de 2026 em Rondonópolis, reunindo eventos tradicionais e novidades que prometem movimentar atletas de toda a região.

Ao todo, o calendário reúne 10 provas, contemplando diferentes públicos e percursos. Entre os destaques estão a Corrida da Coxinha, RW Night Run, Corrida da Justiça e Cidadania, Corrida Homens do Fogo, Corrida Flamboyan, Corrida da Fé, Corrida Unimed, Corrida Splendore, 1ª Corrida Franciscana, Circuito MM Rosa e Azul, Corrida da Amizade, Ultramacho Rondonópolis e a tradicional Corrida ACIR.

A iniciativa tem como objetivo incentivar a prática esportiva, promover qualidade de vida e facilitar o planejamento dos corredores, equipes de assessoria esportiva e organizadores de eventos ao longo da temporada.

O calendário também serve como referência para atletas de outras cidades que desejam participar das provas realizadas em Rondonópolis, fortalecendo o turismo esportivo e movimentando a economia local.

 As datas estão sujeitas a alterações pelos organizadores e recomenda que os participantes acompanhem os canais oficiais de cada evento para informações sobre inscrições, regulamentos e eventuais atualizações.

Calendário de corridas – 2026

  • 19/07 – Corrida da Coxinha
  • 01/08 – RW Night Run
  • 16/08 – Corrida da Justiça e Cidadania
  • 22/08 – Corrida Homens do Fogo
  • 30/08 – Corrida Flamboyan
  • 06/09 – Corrida da Fé
  • 27/09 – Corrida Unimed
  • 18/10 – Corrida Splendore
  • 31/10 – 1ª Corrida Franciscana
  • 08/11 – Circuito MM Rosa e Azul
  • 22/11 – Corrida da Amizade
  • 29/11 – Ultramacho Rondonópolis
  • 06/12 – Corrida ACIR.
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Esportes

Copa do Mundo: marcas aproveitam o futebol como uma das maiores ocasiões de consumo

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Com apoio de dados e inteligência artificial, empresas antecipam demandas, adaptam ofertas em tempo real e transformam picos de consumo em oportunidades de retenção

São Paulo, julho de 2026 – A Copa do Mundo deste ano deve injetar R$ 4,32 bilhões no varejo brasileiro, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Mais do que um evento esportivo, a competição se consolidou também como uma das principais ocasiões de consumo, movimentando categorias como bebidas, alimentos, delivery, streaming e entretenimento.

Para as marcas, o desafio já não é participar da conversa sobre os jogos, mas entender como cada consumidor se comporta ao longo do torneio. Embora eventos esportivos gerem padrões previsíveis de consumo, eles também revelam preferências, interesses e necessidades distintas. Na prática, isso significa substituir campanhas genéricas por comunicações mais relevantes, utilizando ferramentas de IA para analisar dados em tempo real e apoiar decisões de engajamento, com mensagens e jornadas personalizadas de acordo com o contexto e o comportamento de cada consumidor.

Raquel Braga, Diretora de Marketing LATAM da Braze, principal plataforma de engajamento do cliente que capacita as marcas a serem Be Absolutely Engaging™, explica que, nesse cenário, as marcas conseguem utilizar dados como histórico de consumo, preferências, localização, momentos de maior interação e comportamentos observados em eventos anteriores para antecipar necessidades e criar experiências mais personalizadas.

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“O diferencial está em entender o contexto de cada cliente. Isso permite entregar a mensagem, a oferta e a experiência mais adequadas para cada momento, fortalecendo o relacionamento com a marca e aumentando as chances de engajamento e conversão”, afirma.

O futebol como principal ocasião de consumo

No segmento de delivery, o futebol tem se consolidado como uma das principais ocasiões de consumo, impulsionando a demanda por categorias como bebidas e snacks. Nesse contexto, estratégias de CRM baseadas em ocasiões de consumo e apoiadas por dados comportamentais e preferências dos usuários permitem criar jornadas personalizadas antes, durante e depois das partidas, identificando o momento mais adequado para cada interação.

Com o apoio de tecnologias como a integração com APIs de placares em tempo real, as marcas podem ativar automaticamente campanhas em diferentes etapas da jornada do torcedor, tornando a comunicação mais relevante, contextualizada e alinhada ao comportamento de cada consumidor, além de ampliar oportunidades de venda entre diferentes categorias de produtos.

Sobre a Braze

A Braze, plataforma líder de engajamento do cliente, capacitando marcas a serem Be Absolutely Engaging™. A Braze ajuda empresas a entregar experiências relevantes e valiosas para os consumidores, ao mesmo tempo em que impulsiona resultados de negócio. Construída sobre uma base de inteligência componível, a BrazeAI™ permite que profissionais de marketing combinem e ativem agentes, modelos e funcionalidades de IA em todos os pontos de contato ao longo da plataforma de engajamento da Braze, promovendo interações mais inteligentes, ágeis e significativas.

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De mensagens multicanal e orquestração de jornadas a decisões e otimizações orientadas por IA, a Braze permite que empresas transformem ações em interações por meio de experiências personalizadas, autônomas e individuais. A companhia é reconhecida de forma recorrente como líder em tecnologia de marketing por analistas do setor e foi eleita “Best of Marketing and Digital

Advertising Software Product” pela G2 em 2025. A Braze também foi nomeada uma das Melhores Empresas para Trabalhar em 2025 pela U.S. News & World Report, uma das America’s Greatest Companies 2025 pela Newsweek e um Fortune Best Workplace in Technology™ 2025 pelo Great Place To Work®. A Braze tem sede em Nova York e conta com 15 escritórios distribuídos pelas Américas, EMEA e APAC.

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Haaland decide no fim, Noruega vence Costa do Marfim e será adversária do Brasil nas oitavas

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Noruega bate Costa do Marfim e enfrenta o Brasil | EFE


Com quinto gol no Mundial, atacante garante vitória por 2 a 1 nos minutos finais e coloca os noruegueses no caminho da Seleção Brasileira.

A Noruega está classificada para as oitavas de final da Copa do Mundo após vencer a Costa do Marfim por 2 a 1, nesta terça-feira (30), em confronto válido pela primeira fase do mata-mata. O herói da classificação foi o atacante Erling Haaland, que marcou o gol da vitória aos 41 minutos do segundo tempo.

O primeiro gol da seleção norueguesa saiu ainda na etapa inicial. Aos 39 minutos, Antonio Nusa acertou um belo chute com efeito para abrir o placar.

Na segunda etapa, a Costa do Marfim reagiu com Amad Diallo, que entrou no decorrer da partida e empatou aos 29 minutos após uma jogada individual. Pouco depois, a Noruega quase retomou a vantagem em um lance de Torbjorn Heggem, que parou em um corte em cima da linha da defesa adversária.

Quando o confronto caminhava para a prorrogação, Haaland apareceu para decidir. Aos 41 minutos do segundo tempo, o camisa 9 completou com um toque sutil para marcar seu quinto gol no torneio e garantir a classificação da Noruega.

Com o resultado, os noruegueses avançam às oitavas de final e terão pela frente o Brasil. O duelo está marcado para o próximo domingo e vale uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.

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