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Jornal da Assembleia retorna ao ar na TV AL no próximo dia 3

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A apresentação continuará com a jornalista Franchesca Bogo. Ela aponta que novos quadros devem ter um formato que permita a fácil compreensão de temas políticos e econômicos pelo cidadão.

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A TV Assembleia MT voltará a produzir e exibir o Jornal da Assembleia Mato Grosso, após suspensão por conta da pandemia. A retomada será no dia 3 de novembro. A partir dessa data, o jornalístico irá ao ar de segunda a sexta às 13h e reprise às 21h, com reportagens e quadros especiais.

“O jornal vai voltar com tudo repaginado, novas vinhetas e com a nova marca da TV”, destaca o superintendente da TV Assembleia, Jaime Neto. “Poderemos mostrar o trabalho legislativo e aprofundar assuntos, trabalhar melhor os conteúdos. Vamos fazer uma abordagem mais aprofundada do que acontece na Casa e também trazer alguns assuntos de fora”, adianta. 

Neto diz ainda que o Jornal da Assembleia é um produto tradicional da TV. “Ele marca o jornalismo da emissora, que fará 21 anos em 2022”, afirma. Para o gerente de jornalismo da emissora, Jorge Albert, o jornal tem a característica de reunir os diferentes eventos que estão acontecendo na Casa.  

A apresentação continuará com a jornalista Franchesca Bogo. Ela aponta que novos quadros devem ter um formato que permita a fácil compreensão de temas políticos e econômicos pelo cidadão. “Pretendemos ter quadros para destrinchar projetos de lei e leis, também um quadro para o trabalho parlamentar individual, explicar a bandeira que o deputado levanta, qual o foco dele”, conta Bogo. 

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“Também queremos fazer quadros para serviços públicos como saúde, segurança, educação e ainda voltar a mostrar iniciativas voltadas para o bem da cidade, de uma comunidade ou de outras pessoas com o quadro ‘Fazer o bem’”, completa a jornalista. Os quadros devem ser introduzidos no jornal gradualmente, conforme observa a servidora.

Outro objetivo é incrementar a parceria com a TV Senado e produzir mais matérias para serem exibidas nacionalmente na emissora. “Esse trabalho de mostrar Mato Grosso para o Brasil não parou nesses dois anos, mas com certeza essa relação vai ser estreitada. Com a produção diária subindo, a gente consegue aumentar o espaço e até conquistar espaço não só para a Assembleia, mas também para os parlamentares e para as iniciativas em prol das comunidades que a gente vai mostrar”, esclarece Franchesca Bogo.

Suspensão – O superintendente da TV AL, Jaime Neto, lembra que jornal saiu do ar por conta da redução na escala de servidores com a chegada da pandemia. Ele ressalta que, no entanto, a TV Assembleia não parou de informar a população por meio dos boletins “Assembleia Informa”. “O jornal exige um número maior de servidores envolvidos, a estrutura para produção é diferente e após problemas operacionais agora será possível o retorno do Jornal da Assembleia”, afirma.

“Mesmo na crise que enfrentamos não paramos de fazer jornalismo, os boletins continuaram e vão continuar na programação. A TV nunca deixou de cobrir todos os eventos da Casa”, ressalta Jorge Albert. “As transmissões ao vivo das atividades do Parlamento também vão continuar com a íntegra das reuniões e audiências. A equipe de jornalismo acompanha no local e faz matéria para o jornal e para o AL Informa”, conclui o gerente de jornalismo.

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Fonte: ALMT

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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