Política MT
Delegado Claudinei convoca reunião e quer agilidade na tramitação da PEC dos aposentados
Aposentadas da Educação estiveram presentes na Assembleia Legislativa para conversar com o presidente da Casa Eduardo Botelho

Foto: Assessoria
Melhores condições aos aposentados é uma luta do deputado estadual Delegado Claudinei (PL), que convocou, nesta quarta-feira, uma reunião com professoras aposentadas e o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho, para dar agilidade à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 07/2022.
A PEC 07/2022 prevê contribuição previdenciária de aposentados e pensionistas dos servidores estaduais somente aos que recebem proventos superior ao limite máximo estabelecido do INSS, no valor de R$ 7.087,22. Atualmente a alíquota cobrada pelo estado é de 14% aos que recebem acima de R$ 3 mil.
“Quero agradecer ao nosso presidente Botelho que recebeu as aposentadas e ouviu as demandas sobre a PEC 07/2022. É importante que a Assembleia assuma esse compromisso com os aposentados e pensionistas”, ressaltou Claudinei.
Dessa reunião foi produzido um requerimento, que os deputados aprovaram em plenário, para o convite do presidente do MT Prev para ampliar a discussão com o governo.
“Aguardamos o impacto financeiro que o estado se comprometeu a fazer e também a contraproposta do governo o quanto antes para ser avaliada por nós deputados. Porque se não vier essa contraproposta a AL vai votar essa PEC e aprovar”, enfatizou Claudinei
A matéria está retida na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da AL. Para forçar a apreciação na Comissão é necessário a assinatura de três membros. Porém, somente Delegado Claudinei e Max Russi assinaram.
Também participaram da reunião com as aposentadas os deputados Carlos Avallone (PSDB) e Allan Kardec (PSB).
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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