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Melhorar a qualidade da educação em Mato Grosso é desafio imposto em reunião de instalação

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O deputado Thiago Silva vai presidir a Comissão de Educação em 2023

Foto: Helder Faria

Com o desafio de trabalhar para melhorar a qualidade da educação pública em Mato Grosso, cinco deputados estaduais tomaram posse na Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto durante a reunião de instalação realizada na tarde desta quarta-feira (15), na sede da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O deputado estadual Thiago Silva (MDB) vai presidir a comissão neste ano, acompanhado pelo deputado Beto Dois a Um (PSB), que será o vice-presidente. Ainda compõem a comissão os deputados  Valdir Barranco (PT) e os novatos Fabinho (PSB) e Cláudio Ferreira (PTB).

O deputado estadual Valdir Barranco, o mais velho entre os titulares, conduziu a reunião de instalação e eleição da presidência e vice-presidência da Comissão de Educação. Barranco, que já foi presidente dessa comissão, destacou a importância dos trabalhos de fiscalização e também de proposições para a construção de uma educação de qualidade. “Desejo que seja um ano profícuo em busca de uma educação democrática, tanto do ponto de vista do acesso dos estudantes, quanto nas condições de trabalho para os profissionais”.

O presidente eleito, deputado Thiago Silva, falou sobre “Nosso grande desafio é tornar a educação em Mato Grosso uma referência, assim como é nossa produção agrícola, nossa condição econômica e fiscal no Estado, que está completamente diferente do que era há quatro anos atrás. Hoje é uma nova realidade e é o momento de continuar investindo e trabalhando para melhorar a educação, a infraestrutura das escolas”.

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Além disso, Thiago Silva destacou a importância de investir em educação inclusiva e em ciência e tecnologia para promover a agregação de valor à matéria-prima produzida no estado, inclusive nas universidades para formar profissionais que atendam às demandas do mercado.

O vice-presidente Beto Dois a Um afirmou que esta é uma de suas áreas de atuação política e destacou sua experiência quando passou pela Secretaria de Estado de Cultura e Esportes. “Acredito que a educação, ciência, tecnologia e esportes são instrumentos de transformação na vida das pessoas. Viemos de quatro de mudanças na educação, que passa por reparos históricos frente à situação que se encontrava”, afirmou Beto Dois a Um, que também é vice-líder do governo na ALMT.

Além dos deputados titulares, compõem como suplentes a Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto os deputados Valmir Moretto (Republicanos), Dr. João (MDB), Elizeu Nascimento (PL), Lúdio Cabral (PT) e Paulo Araújo (PP).

Fonte: ALMT

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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