Mato Grosso
Seminário debate violência doméstica contra a mulher no dia 16
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e o Centro de Apoio Operacional (CAO) sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher e Gênero Feminino realizam, no dia 16 de agosto, o seminário “Rota crítica da violência doméstica e familiar contra a mulher & Educação como caminho indispensável para prevenção”. O evento ocorre das 8h30 às 18h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ), em Cuiabá. O seminário tem como público-alvo membros e servidores do MPMT, integrantes da rede de proteção e convidados. Faça sua inscrição aqui.
Participam da abertura o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, o coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, e a coordenadora do CAO, promotora de Justiça Fernanda Pawelec Vasconcelos. Na sequência, haverá uma apresentação cultural com a violinista Fernanda Cristina Pavan (Acalanto Musical).
Pela manhã, às 9h, ocorre o painel “A rota crítica da violência doméstica e familiar contra a mulher”, com palestra da advogada Bárbara Lenza Lana e debates da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da procuradora do Estado Glaucia Anne Kelly Rodrigues do Amaral, e da defensora pública Rosana Leite Antunes de Barros. A promotora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela será a presidente de mesa.
À tarde, a partir das 14h, será realizado o painel “Educação: instrumento indispensável de prevenção da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher”, com exposição de duas professoras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a doutora Irenilda Angela dos Santos e a mestre Madalena Rodrigues dos Santos Vieira. As debatedoras serão a delegada de Polícia Civil Jozirlethe Magalhães Criveletto, a tenente-coronel PM Emirella Perpétua Souza Martins, a professora da rede municipal, Débora Marques Vilar e a secretária adjunta de Gestão Educacional o Estado, Mozara Zasso Spencer. A presidente de meta será a promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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