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Flávia Moretti se reúne com Bolsonaro e aceita convite para disputar Prefeitura de Várzea Grande pelo PL

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Pré-candidatura foi definida nesta quarta durante reunião com Bolsonaro e Michelle em Brasília

Flávia, Bolsonaro e parlamentares

Com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente nacional do PL Mulher, a advogada e empresária Flávia Moretti aceitou o convite do Partido Liberal de Mato Grosso para disputar a Prefeitura de Várzea Grande nas eleições do próximo ano. A definição do nome de Flávia ocorreu nesta quarta-feira (22), em Brasília, durante uma reunião da advogada com Bolsonaro, Michelle e o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. A reunião, que foi articulada pelo deputado federal José Medeiros (PL), contou com a participação dos deputados liberais Amália Barros, Abílio Brunini e Medeiros e do presidente do PL de Várzea Grande, Tião da Zaeli.

“Ficou decidido que Flávia Moretti será a nossa a pré-candidata a prefeita de Várzea Grande. Ela terá o apoio do presidente Bolsonaro, da Michelle Bolsonaro, da direção nacional, estadual e municipal do PL. Além do apoio dos deputados federais do nosso partido em Mato Grosso”, afirmou o presidente nacional do PL.

Em vídeo gravado ao lado da pré-candidata, Bolsonaro disse que Flávia tem um grande potencial para ajudar Várzea Grande e desejou boa sorte na disputa eleitoral do próximo ano. “Olá, amigos de Várzea Grande, estou recebendo a Flávia Moretti aqui, colega nossa de partido, que tem um potencial muito grande para ajudar o nosso município. Então, eu desejo boa sorte em suas pretensões e que ano que vem seja coroado de muito sucesso. Aproveito o momento para agradecer a grande votação que tive neste município. Um abraço a todos e até um dia na minha ida aí [em Várzea Grande] se Deus quiser”, disse o ex-presidente.

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O presidente do PL de Várzea Grande, Tião da Zaeli, afirmou que Flávia está credenciada para administrar o segundo maior município de Mato Grosso e retomar o desenvolvimento econômico e social da cidade. “É lamentável a ineficiência da administração municipal de Várzea Grande e a falta de políticas públicas para resolver os principais problemas da cidade, como a falta de água e de emprego. Por isso, estamos apresentando uma alternativa qualificada. Uma mulher que tem experiência em gestão, sensibilidade social e apoio político. Flávia será a prefeita de Bolsonaro e da população várzea-grandense”.

Ex-presidente da seccional da OAB de Várzea Grande por 12 anos, Flávia Moretti comemorou o apoio de Bolsonaro e da ex-primeira-dama e afirmou que vai trabalhar para viabilizar o projeto político do PL, que é eleger o próximo prefeito de Várzea Grande. “Tive a honra de conhecer o Jair Messias Bolsonaro, nosso eterno presidente, e sua esposa, Michelle. Fui muito bem recebida e me senti acolhida no partido pelo presidente Valdemar, pelos deputados federais, pelo presidente Tião da Zaeli. Senti que Deus me colocou nessa missão de poder ajudar ainda mais a minha cidade”, disse Flávia, que já foi secretária municipal de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Regularização Fundiária na gestão de Zaeli.

Para Flávia, Várzea Grande precisa dar um basta nas promessas não cumpridas, na má gestão e no descaso com as pessoas mais humildes. “Há 21 anos morando em Várzea Grande eu só vejo promessas eleitorais serem feitas e não cumpridas. Um exemplo, é o problema da falta de água que até agora não teve solução. Quantas cidades em nosso estado estão se desenvolvendo e a nossa querida Várzea Grande está retrocedendo em função de um grupo político que está no comando da cidade, mas não tem compromisso com o município e sua gente. Está na hora de mudar e o PL tem uma nova opção para Várzea Grande”, frisou Flávia, que preside do PL Mulher do município.

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O deputado Medeiros lembrou que a orientação nacional e estadual do PL e lançar o maior número de candidatos a prefeito no estado e Várzea Grande está no radar da sigla como uma possibilidade concreta de vitória em 2024. “Estamos ao lado da nossa pré-candidata Flávia, do Tião da Zaeli e de todos os membros do partido em Várzea Grande na consolidação de um projeto político que vai contribuir, de fato, com a retomada do desenvolvimento do segundo maior município de Mato Grosso. A direita está unida e vai trabalhar para eleger a futura prefeita de Várzea Grande”.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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