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Deputado estadual eleito João Batista de Souza (Pros) afirma que caso Mauro Mendes não pague o RGA terá problemas com a ALMT

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''Se Mendes não pagar a RGA, terá boa parte da AL contra ele'' diz deputado

Deputado estadual eleito João Batista de Souza (Pros)- Foto: Assessoria

O deputado estadual eleito João Batista de Souza (Pros) afirmou que o governador eleito Mauro Mendes (DEM) deve enfrentar problemas no relacionamento com a Assembleia Legislativa, caso opte por não conceder a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos do Estado no próximo ano.

Mendes já deu declarações dando conta de que pagará a RGA, desde que o Executivo tenha condições para fazê-la. Ele citou, por exemplo, que os últimos anos a arrecadação do Estado é quase toda revertida para o pagamento do funcionalismo público.

Ainda segundo o democrata, “o cidadão não vai permitir aumento de impostos para pagar um Estado ineficiente”.

“Se ele fazer isso (não pagar), ele vai ter com certeza boa parte da Assembleia Legislativa contra ele”, afirmou João Batista, que é presidente licenciado do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado (Sindspen).

“E mais, ele não terá apoio não só nesta matéria, como em outras também. Ele vai ter que saber negociar se quiser governar”, acrescentou o eleito.

João Batista disse também que, no Legislativo, irá adotar medidas e buscará o apoio dos colegas para que os servidores públicos não sejam “injustiçados”.

“A maior parte das ações dele [governador Mauro Mendes] vai ter que passar pela Assembleia Legislativa. Meu trabalho será articular com os outros deputados para que não se faça injustiça com aqueles que também estão produzindo para o Estado de Mato Grosso”, disse.

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“Então, vou trabalhar com os outros deputados para que ele não prejudique estes profissionais”, afirmou.

Novela da RGA

Em maio, o TCE determinou a suspensão do pagamento de 6,39% da Revisão Geral Anual (RGA) que seriam pago este ano. O valor refere-se ao benefício dos anos de 2017 e 2018.

À época, a medida se deu após o órgão verificar “ganho real” no pagamento do benefício, mesmo com o Estado tendo estourado a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

No mesmo mês, o Executivo recorreu da decisão. Quatro meses depois, em setembro deste ano, o Executivo cobrou celeridade do órgão, pois se aproximava da data de pagamento de uma das parcelas.

O TCE, então, liberou o pagamento de 2%. Somente agora, em novembro, analisou todo o caso, mas não aceitou o pagamento de 4,19% que ainda estava na previsão de repasse. O órgão permitiu, então, o pagamento de 2%.

Para que o Executivo pague o valor, o TCE impôs uma série de condicionantes, como repasse dos duodécimos aos Poderes e órgãos autônomos até o dia 20 de cada mês.

A decisão foi criticada pelo Fórum Sindical, que representa os servidores públicos.

Da redação com Midia News

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Jayme Campos critica apoio de Mauro a Pivetta e diz que convenção decidirá futuro do União Brasil

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O senador Jayme Campos, em discurso ao lado do Ex-governador Mauro Mendes Crédito – Mayke Toscano/Secom

O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Jayme Campos (União Brasil), afirmou que a convenção estadual do partido, marcada para 30 de julho, definirá se a sigla terá candidatura própria nas eleições de 2026. Durante entrevista nesta terça-feira (7), ele criticou o apoio antecipado do ex-governador Mauro Mendes ao governador Otaviano Pivetta, alegando que a decisão foi anunciada sem consulta às lideranças do União Brasil. Jayme disse que manterá sua pré-candidatura e defenderá que a definição seja tomada de forma democrática pelos convencionais do partido.

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PL intensifica articulação para 2026 e reúne principais lideranças em Rondonópolis

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Senador Wellington Fagundes

O Partido Liberal (PL) realiza na próxima segunda-feira (6), às 19h, uma reunião política em Rondonópolis que marcará mais uma etapa da articulação da legenda para as eleições de 2026 em Mato Grosso. O encontro acontece na Chácara Zaeli e deve reunir filiados, lideranças e apoiadores da região sul do Estado.

Entre os participantes confirmados estão o senador Wellington Fagundes, pré-candidato ao Governo do Estado; o deputado federal José Medeiros, que disputará uma vaga no Senado; o empresário Odílio Balbinotti, pré-candidato a primeiro suplente de Medeiros; o secretário estadual do PL Zé Márcio Guedes, pré-candidato a deputado estadual; e o deputado federal Rodrigo da Zaeli, que buscará a reeleição.

Além de fortalecer a organização do partido em Rondonópolis, a reunião será utilizada para alinhar estratégias eleitorais, mobilizar a militância e ampliar o diálogo com as lideranças locais. O encontro também deve abordar o cenário político estadual e nacional, consolidando o início da pré-campanha do PL em Mato Grosso.

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Ranalli mira Cláudio Ferreira e critica prefeitos do PL por apoio a Pivetta

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Vereador afirma que lideranças eleitas com apoio do bolsonarismo estão abandonando o grupo político que as elegeu

O vereador por Cuiabá Rafael Ranalli fez duras críticas aos prefeitos filiados ao Partido Liberal (PL) que têm declarado apoio ao projeto político do governador Otaviano Pivetta para as eleições de 2026. Durante pronunciamento, o parlamentar afirmou que alguns gestores municipais estariam se afastando do grupo político responsável por suas vitórias nas urnas.

Segundo Ranalli, prefeitos eleitos com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro e do eleitorado conservador agora estariam adotando um posicionamento diferente ao manifestar apoio a Pivetta. Para o vereador, essa mudança representa uma quebra de compromisso com a base que os elegeu.

Sem citar outros nomes, Ranalli direcionou as críticas ao prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, classificando sua postura como um exemplo de infidelidade política. O vereador afirmou que o comportamento é “nítido” e chegou a definir a atitude como “vergonhosa”.

As declarações ocorrem em um momento de intensificação das articulações para as eleições de 2026, quando lideranças estaduais e municipais começam a definir seus posicionamentos e alianças para a disputa pelo Governo de Mato Grosso. O episódio evidencia o clima de disputa interna no PL e o realinhamento político em torno das principais candidaturas ao Palácio Paiaguás.

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