Policial
Polícia Civil encerra curso de combate aos crimes ambientais e deflagra Operação Arco de Madeira
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), da Gerência de Operações Especiais e da Academia de Polícia, finalizou nesta sexta-feira (07.12), o primeiro Curso de Investigação e Operações Policiais Ambientais (CIOPAM).
Foram capacitados 19 profissionais da área de segurança pública, sendo 18 policiais civis e um bombeiro militar, os quais durante quinze dias de curso foram treinados para aturarem de forma qualificada no combate aos ilícitos ambientais.![]()
O cronograma das aulas englobou atividades investigativas e operacionais em ambientes terrestre, fluvial e aéreo, bem como contou com o apoio de instituições parceiras como Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Ministério Público Estadual,, Programa REM-MT, Polícia Civil do Paraná, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiro Militar, CIOPAER, Indea, Ibama, Polícia Penal e Sesc Porto Cercado.
Durante as atividades foram repassadas instruções direcionadas a legislação ambiental, de organização criminosa, investigação policial para os crimes ambientais, ações de coleta e busca em fontes abertas e fechadas, entrevista e recrutamento operacional, noções de contraint entre outras.
Durante a cerimônia de encerramento realizada na tarde de sexta-feira (07), no auditório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a delegada titular da Dema, Liliane Murata, parabenizou os alunos pela perseverança em concluir um curso de alta intensidade e que requer dedicação máxima.
Em seguida o diretor de Atividades Especiais, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, agradeceu o apoio da GOE e da Acadepol para a realização da capacitação. Ele destacou, a importância da repressão aos ilícitos ambientais, com tantas adversidades como é o Estado de Mato Grosso, bem como enalteceu toda equipe responsável pela organização e execução do CIOPAM.
“A Polícia Civil busca cada vez mais capacitar seus servidores, o que vem sendo desenvolvido de forma contínua, visando preparar nossos profissionais para atuarem fortemente no enfrentamento das organizações criminosas, assim elevando a nossa prestação de serviço à sociedade”, pontuou Vitor Hugo Teixeira.
O projeto do CIOPAM foi elaborado e coordenado pela Dema, com apoio pedagógico da Academia de Polícia e apoio operacional da Gerência de Operações Especiais.
A solenidade de formatura contou com a presença da delegada Alessandra Saturnino, designada pela Polícia Civil para atuar na Força Tarefa do Gaeco Ambiental.
Operação Arco de Madeira
Para encerra o curso, na manhã de sexta-feira (07), foi deflagrada pelos alunos formandos do CIOPAM, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, Indea, Ibama, a Operação Arco de Madeira.
A ação teve como foco principal fiscalizar o transporte ilegal de madeira na Rodovia BR 364. Na ocasião oito caminhões carregados da matéria-prima foram abordados, bem como um dos veículos foi apreendido.
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Também houve a apreensão de mais de 42,2 m3 de madeira, por estarem em desacordo com a Legislação Ambiental.
O aluno do CIOPAM e coordenador da Operação Arco Madeira, delegado Alexandre Vicente, destacou a importância da capacitação para o aprimoramento dos trabalhos investigativos na esfera ambiental.
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“O curso tornou o olhar dos policiais mais técnicos e capazes de operar de forma procedimental operacional padrão voltado para a necessidade da Especializada e para o Meio Ambiente”, pontuou Alexandre Vicente.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Policial
Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.
O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.
Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.
Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.
Policial
Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).
A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.
Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.
Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.
Policial
Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).
Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.
Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.
Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.
Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.
Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.
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