Mato Grosso
Exposição de artes visuais é aberta gratuitamente ao público nesta quinta-feira (07)
A exposição será aberta às 19h, com obras do artista Renato Medeiros e curadoria de Jeff Keese. A mostra de artes visuais busca despertar reflexões sobre impactos sociais e ambientais provocados pela interação homem e natureza.
Ao todo, são 50 obras expostas, entre pintura, desenho, fotografia e trabalhos digitais, que trazem também a visão do artista sobre as angústias vivenciadas durante a pandemia e as queimadas no Cerrado e Pantanal, em 2020. O projeto contempla também audiodescrição de obras e ações de formação em artes visuais, como visitas mediadas e oficinas de desenho em giz pastel.
Renato Medeiros vive em Cuiabá, é doutor em Arte Contemporânea e já participou de exposições no Rio de Janeiro e Brasília. Em 2021, foi premiado em 1º lugar na categoria Pintura, pelo 26º Salão Jovem Arte MT, promovido pela Secel.![]()
Outro projeto viabilizado via edital Viver Cultura, da Secel, foi ‘Ensaio sobre a Dramaturgia Mestiça’, uma vivência artística de três dias, realizada pelo Grupo de Teatro Faces, de 23 a 25 de fevereiro, em Primavera do Leste.
Durante o período, os artistas de vários municípios mato-grossenses fizeram uma imersão sobre território do teatro, com base em conceitos como colonialidade e dramaturgia mestiça. Eles também compartilharam experiências e puderam vivenciar um pouco do modo de fazer teatro do Grupo de Teatro Faces, que completa 19 anos neste mês de março.
A ação contou com apresentações artísticas, rodas de conversa sobre o teatro e as artes em Mato Grosso, além de oficinas e trocas de práticas, num processo de aprimoramento técnico e celebração das artes.
Serviço
Exposição Paisagens Ásperas
Abertura: 7 de março de 2024, às 19h
Local: Museu de Arte e de Cultura Popular – MACP UFMT – Cuiabá-MT
Aberto ao público. Entrada gratuita
Mais informações: (65) 3615-8355 / Whatsapp de Renato Medeiros (84) 98747-2017 / Instagram: @renatomedeirosc
Fonte: Governo MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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