Mato Grosso
Autor de homicídios em Colniza é localizado e preso pela Polícia Civil em Cuiabá

A Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Draco/GCCO) prendeu nesta quinta-feira (23.1), em Cuiabá, um criminoso investigado por homicídios e tráfico de drogas em Colniza, na região Noroeste do Estado. L.M.S. K., de 22 anos, foi localizado no bairro Três Barras, após diligências investigativas conjuntas da Draco, Delegacia Regional de Juína e Delegacia de Colniza.
O criminoso, conhecido como “Rabiscado”, estava foragido desde novembro do ano passado e é investigado como autor de dois homicídios ocorridos em Colniza nos anos de 2024 e 2023..
As investigações da Delegacia de Colniza apontaram que o criminoso como responsável pela execução de Weverson Alves Januário, de 20 anos. O jovem foi morto em 16 de novembro de 2024 em uma emboscada, a mando de uma facção criminosa. Weverson atuava com o tráfico de drogas na cidade e era filho do líder de um grupo rival, e o homicídio acirrou ainda mais a rivalidade entre os grupos.
A Polícia Civil também investiga a participação de Rabiscado no desaparecimento de Antoniel de Lima, 24 anos, também integrante de uma facção criminosa. A vítima desapareceu no dia 1º de novembro de 2023, após visitar a mãe em uma fazenda na região de Colniza e depois pegar um ônibus informando que iria para a cidade e não fez mais contato.
A equipe da Delegacia de Colniza atua para reunir informações sobre as atividades criminosas do investigado, que tem ligação com o tráfico de drogas na região.
Após o assassinato de Weverson, Rabiscado fugiu de Colniza e se escondeu em Cuiabá, onde estava residindo há dois meses, com sua convivente, no bairro Três Barras.
A prisão do criminoso representa um avanço significativo nas investigações sobre os crimes a mando de facções na região Noroeste de Mato Grosso.
A Polícia Civil pede que qualquer informação que possa colaborar com as investigações seja denunciada ao telefone 197, com garantia de sigilo.
Fonte: Governo MT – MT
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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