Mato Grosso
Força Tática prende três faccionados com drogas e arma de fogo em Matupá

Equipes da Força Tática do 15º Comando Regional prenderam três membros de uma facção criminosa, com idades entre 22 e 27 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, nesta quinta-feira (13.3), em Matupá. Com a quadrilha, a PM apreendeu uma arma de fogo e porções de maconha e cocaína.
Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam denúncias do setor de inteligência da PM e da Polícia Judiciária Civil sobre membros de uma facção que estavam escondidos em uma residência e fazendo a venda de drogas. Ainda segundo as informações, os suspeitos também estavam com armas de fogo no local.
Os militares da Força Tática foram ao endereço e flagraram um homem em atitude suspeita, na frente da casa. Ele tentou fugir ao ver as viaturas policiais, e foi detido já dentro da casa, onde o segundo suspeito também foi localizado.
Na abordagem aos homens, os policiais localizaram um revólver de calibre 38 com quatro munições intactas e algumas porções de maconha. Para a equipe, a dupla confirmou o tráfico de drogas e que havia um terceiro suspeito, em outro endereço, que também teria ligação com o crime.
Na sequência, a Força Tática foi até o segundo endereço informado e abordaram mais um homem. Com ele, a PM apreendeu uma quantia em dinheiro e porções de drogas, que estavam escondidas no forro do teto da casa.
Diante da situação, os três criminosos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
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Mato Grosso
MPMT investiga contratações temporárias na Educação
A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.
Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.
As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.
O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.
Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.
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