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Polícia Civil alerta a população para o golpe da falsa central bancária

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Com o avanço da tecnologia, é cada vez maior o número de golpes que envolvem fraudes eletrônicas. Diante disso, a Polícia Civil de Mato Grosso alerta a população para um novo crime que tem feito vítimas no Estado, o Golpe da Falsa Central Bancária.

Neste crime, as vítimas, geralmente idosas, são induzidas a clicar em links falsos, enviar fotos de documentos e até mesmo fazer depósitos, sem que percebam que estão contratando empréstimos.

Um exemplo é o caso de uma idosa de 60 anos, moradora de Poconé, que foi contactada pelos estelionatários via WhatsApp. Eles diziam ser de uma Central de Atendimentos, mas não especificaram de qual instituição seriam.

A suspeita informou um suposto número de protocolo e alegou que era referente a um cancelamento. A idosa indagou se era sobre o cartão de um banco, e a suposta atendente confirmou e disse que a idosa tinha direito a um ressarcimento de R$ 10.465,37 devido a esse cancelamento.

A idosa não desconfiou que era um golpe, pois estava sofrendo com cobranças de valores deste cartão em sua folha de pagamento todos os meses. A atendente pediu que ela enviasse fotos – entre elas a de seus documentos, selfie, e selfie segurando o documento – e disse que era tudo “procedimento”.

Depois, a golpista mandou um link para a idosa clicar. Em seguida, a vítima foi informada que a Central de Atendimentos tinha convênio com a Caixa Econômica e um valor de R$ 5 mil, que seria parte do ressarcimento pelo cancelamento, teria sido disponibilizado para ela em uma conta da Caixa.

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No entanto, para o ressarcimento, a idosa precisava depositar esse valor na conta de uma mulher, cujos dados foram informados a ela. No dia 14 de março, a vítima sacou esse dinheiro e realizou o depósito, como orientada. Desde então, ela tentou cobrar a atendente, foi enganada por um tempo, mas depois deixou de ser respondida.

Na terça-feira (18.3), ela recebeu uma mensagem no WhatsApp de um número com a foto de sua filha, pedindo que ela pagasse uma conta no valor de R$ 1.988. Somente após essa nova tentativa de golpe a idosa percebeu que havia sido enganada.

Os filhos da idosa verificaram o link que ela havia clicado no primeiro golpe e notaram que levava a uma página que informava que um documento estava assinado, indicando que ela podia ter assinado algo enganada pela suspeita.

Recuperação

Após a idosa procurar a polícia, denunciar o crime e entregar o comprovante de depósito de R$ 5 mil na conta de uma suspeita, a Delegacia de Estelionatos de Várzea Grande pediu o bloqueio de valores na conta bancária da suspeita, devido à fraude bancária eletrônica.

Nesta quarta-feira (19.3), a Especializada conseguiu recuperar R$ 2.746 e devolver à idosa. As investigações continuam para encontrar os envolvidos no crime.

Fique atento e denuncie

Para evitar ser vítima deste tipo de crime, a Polícia Civil orienta os cidadãos a tomarem as seguintes precauções:

  • O banco não vai entrar em contato com você por aplicativo de mensagem, ou ligação. Desconfie de contatos que não sejam por meios oficiais, como o aplicativo do banco.
  • Evite clicar em links recebidos por SMS, aplicativos de mensagens ou e-mails não solicitados, mesmo que ofereçam vantagens.
  • Nunca envie fotos de seus documentos, selfies, ou selfies com seus documentos via WhatsApp para desconhecidos. Somente o aplicativo oficial do seu banco é confiável.
  • Não acredite em nenhum empréstimo, ou ressarcimento, em que você precise, primeiro, pagar algo, para só depois receber.
  • Se tiver dúvidas, entre em contato diretamente com seu banco e gerente.
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Em caso de suspeita de golpe ou de efetiva fraude, registre imediatamente um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima ou pela Delegacia Digital – clique aqui para acessar.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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