Agro News
Surto de raiva coloca produtores em alerta: vacinação é obrigatória
O Paraná voltou a registrar crescimento nos casos de raiva em bois, vacas e cavalos, levantando preocupação entre produtores e autoridades de saúde animal. A doença, grave e fatal, é causada por um vírus que ataca o sistema nervoso e pode ser transmitida de animais para pessoas.
Nos bichos de pasto, como bois, vacas e cavalos (os chamados equídeos são os cavalos, burros e mulas), a principal forma de contágio é pela mordida de morcegos que se alimentam de sangue. Eles atacam os animais, principalmente à noite, e passam o vírus da raiva pela saliva.
Segundo o Departamento de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), só em 2025 foram confirmados 218 casos de raiva nos rebanhos do estado. Aumentando a proteção, o governo determinou, por meio da Portaria nº 368/2025, a vacinação obrigatória contra a doença em 30 municípios do Paraná, para bois, vacas, búfalos, cavalos, burros, mulas, cabras e ovelhas a partir dos três meses de idade.
A vacina é barata, fácil de aplicar e pode ser feita pelo próprio produtor rural, sendo necessária uma dose por ano para garantir a segurança do animal. Vale reforçar: não existe tratamento para raiva após o surgimento dos sintomas, por isso, a prevenção é fundamental.
Os sinais da doença incluem escorregamento, dificuldade para engolir, mudanças no comportamento tornando o animal mais agressivo e paralisia. Ao suspeitar de raiva, o produtor deve isolar o animal, avisar imediatamente o Adapar e evitar contato direto sem proteção.
Mesmo nas regiões onde a vacina não é obrigatória, ela é altamente recomendada. Vacinar é criar uma barreira que protege todo o rebanho e impede a raiva de se espalhar, explica o Adapar. Além disso, mantenha o controle das doses, garanta que as pessoas que aplicam bem informadas e negociem animais apenas com garantia de saúde também fazem parte dos cuidados indicados.
O controle da raiva protege não apenas os rebanhos, mas também as famílias e trabalhadores do campo, já que os humanos podem pegar a doença caso sejam mordidos ou tenham contato com a saliva de animais infectados.
Fonte: Pensar Agro
Agro News
Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
Agro News
Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
Agro News
Exportações de carne suína crescem 32% em março
-
Esportes22/04/2026 - 09:04Expresso das 6 reúne cerca de 80 atletas em treinão no feriado de Tiradentes
-
Rondonópolis20/04/2026 - 19:17Prefeitura de Rondonópolis lança leilão público com imóveis avaliados em mais de R$ 102 milhões
-
Rondonópolis20/04/2026 - 19:30Prefeitura de Rondonópolis autoriza crédito de R$ 23,6 milhões para obras de saneamento via Novo PAC
-
Rondonópolis20/04/2026 - 19:43Prefeitura de Rondonópolis atualiza representantes no Comitê Municipal de Gestão do Fogo
-
Rondonópolis20/04/2026 - 20:13Prefeitura de Rondonópolis ratifica dispensa de licitação de R$ 6,1 milhões para manutenção de áreas verdes
-
Policial22/04/2026 - 09:10Menor sem habilitação é apreendido após fuga e direção perigosa em Rondonópolis
-
Rondonópolis22/04/2026 - 08:42Câmara de Rondonópolis promove ação itinerante na Aldeia Tadarimana
-
Rondonópolis22/04/2026 - 10:22Projeto cria 14º salário para profissionais da enfermagem em Rondonópolis

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




