Política MT
Deputado Max articula implantação do Ganha Tempo no Pedra 90

O deputado Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), reuniu-se com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o vereador Dídimo Vovô (PSB) e o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, para discutir a implantação de uma unidade do Ganha Tempo no bairro Pedra 90, em Cuiabá, na última sexta-feira (20).
A proposta prevê a instalação da estrutura na região sul da capital, com o objetivo de descentralizar os serviços públicos e ajudar a ampliar o atendimento à população. Segundo Max Russi, o encontro foi produtivo e os estudos técnicos já estão em andamento. “A reunião foi bastante positiva. Estamos trabalhando para garantir esse importante serviço à população. Em breve, teremos boas notícias”, afirmou.
De acordo com o vereador Dídimo Vovô, a iniciativa atende a uma demanda antiga da comunidade. A região concentra cerca de 100 mil moradores, que atualmente precisam percorrer aproximadamente 25 quilômetros até a unidade localizada no Centro da capital. “Com a instalação do Ganha Tempo no Pedra 90, mais de 97 bairros serão beneficiados”, destacou.
O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou que está empenhado na viabilização do projeto e informou que a Secretaria de Planejamento e Gestão realizará os estudos necessários para avaliar a viabilidade técnica e definir a área adequada para a implantação da unidade.
O Ganha Tempo – é um programa de atendimento integrado que reúne serviços públicos federais, estaduais e municipais em um único local, com o objetivo de facilitar o acesso da população.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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