Política MT
Botelho articula regularização fundiária e asfalto em Várzea Grande

O deputado estadual Eduardo Botelho (União) recebeu na segunda-feira (2), lideranças comunitárias e representantes políticos de Várzea Grande em seu gabinete, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
A reunião contou com a presença do vereador Wendel Madureira (Republicanos) e de presidentes e diretores de associações de moradores dos bairros Jardim Manancial, Sete de Maio, 24 de Dezembro e Planalto Ipiranga. Na pauta, duas das principais reivindicações da população: regularização fundiária, que garante segurança jurídica e o sonho da escritura definitiva, e pavimentação asfáltica, essencial para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida dos moradores.
Botelho destacou que está trabalhando para viabilizar avanços concretos na regularização fundiária, garantindo segurança jurídica às famílias. “Já estamos fazendo compromisso com eles. Temos andamento no processo e vamos firmar um novo convênio, colocando recursos para resolver essa situação. Nosso objetivo é garantir a documentação e a escritura para todas as pessoas”, afirmou o parlamentar.
O deputado também explicou que a questão do asfalto exige articulação conjunta com o Executivo municipal. “A pavimentação é algo que precisamos discutir com a prefeita, apresentar projeto e buscar os meios para asfaltar esses bairros”, pontuou.
Presidente da Associação de Moradores do bairro Jardim Manancial há três anos, Lusenildo Pires agradeceu a receptividade e o apoio do deputado, reforçando a importância da pavimentação asfáltica para a comunidade.
“Nosso bairro é muito carente, com muitas famílias que precisam dessa atenção. Nosso maior anseio é o asfalto e a regularização fundiária. Agradecemos pela acolhida e pelo trabalho que o senhor vem realizando não só em Cuiabá e Várzea Grande, mas em todo o estado de Mato Grosso”, declarou.
Botelho reforçou que um novo convênio em Várzea Grande deverá contemplar os bairros que ainda não foram incluídos nos processos anteriores. “Estamos assumindo esse compromisso junto com o vereador Wendel e as lideranças comunitárias para garantir que essas famílias tenham a escritura de suas casas, que é um sonho antigo de muitos moradores”, afirmou.
O vereador Wendel Madureira destacou que esteve na Assembleia com a principal missão de buscar apoio para avançar na regularização fundiária dos bairros Sete de Maio, 24 de Dezembro e Planalto Ipiranga, uma demanda antiga das comunidades. Ele também ressaltou o histórico consistente de apoio do deputado ao município, afirmando que Eduardo Botelho é um dos parlamentares que mais destinam recursos para Várzea Grande.
“Regularização fundiária é dar alegria às pessoas. O sonho de muitas famílias é ter a escritura da sua casa. Fico muito feliz de trazer essas lideranças aqui e ver esse compromisso sendo firmado”, destacou o vereador.
Segundo Wendel, o deputado tem atuação decisiva tanto na área de infraestrutura quanto na saúde, além de exercer forte articulação junto ao Governo do Estado para viabilizar obras estruturantes. Ele lembrou da implantação da Estação de Tratamento de Água (ETA) do bairro Cristo Reino e Barra do Pari, fundamental para ampliar o abastecimento e melhorar a qualidade de vida da população, além de investimentos importantes.
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
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