Política MT
Deputados votam cinco vetos e PL da Mesa Diretora
Os parlamentares votaram cinco vetos, mantiveram quatro e derrubaram um
Reunidos em sessão ordinária na noite de terça-feira (9), os deputados estaduais decidiram pela manutenção de quatro vetos e a derrubada de um dos vetos durante a Ordem do Dia. Os parlamentares também aprovaram, em segunda votação, o Projeto de Lei 340/2019, de autoria da Mesa Diretora, que modifica dispositivos da Lei 7.860, de 19 de dezembro de 2002.
A Lei 7.860, de 2002, dispõe sobre a Reforma Administrativa da Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, implantando nova Estrutura Organizacional, instituindo Plano de Cargos, Carreiras e Salários. O projeto aprovado equipara o cargo de ouvidor-geral da ALMT ao de secretário e cria dois cargos de assistentes da Secretaria de Gestão de Pessoas/Saúde Ocupacional e Qualidade de Vida, ASI-III.
As modificações no projeto visam atender a demanda da Assembleia Legislativa em relação à prestação de serviços internos aos servidores do Legislativos nas áreas da saúde e atenção ao servidor, diz a justificativa do projeto. A Mesa Diretora esclarece ainda que as mudanças não causam qualquer impacto financeiro.
“O valor da tabela mencionada no projeto foi alterado em maio de 2018 para R$2.699,59, segundo portaria de tabela de vencimentos disponível no portal transparência da ALMT. Trata-se de valor equivalente ao que os cargos de símbolo similar já recebem, o que não importa em nenhum impacto financeiro deste projeto. Finalmente, também procuramos resguardar as prerrogativas da Ouvidor-Geral da Assembleia Legislativa, tendo em vista que sua remuneração já é a do símbolo DSLMD”, completa a justificativa.
Os vetos votados durante a sessão foram os seguintes: Veto 01/2019 – Veto total aposto ao projeto de lei nº 689/15, que dispõe sobre a permissão para a visitação de animais domésticos e de estimação em hospitais privados, públicos contratados, conveniados e cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado de Mato Grosso, de autoria da deputada Janaina Riva (MDB). O veto foi mantido por oito votos a cinco.
Veto 02/2019 – Veto total aposto ao projeto de lei nº 348/15, que institui a reserva de vagas em eventos culturais estaduais para artistas locais, de autoria do ex-deputado Wancley Carvalho, foi mantido. O placar foi de sete a sete.
Veto 04/2019 – Veto total aposto ao projeto de lei nº 427/16, que obriga a inserção de orientações sobre melhoria de qualidade de vida no verso dos receituários médicos utilizados pela rede pública de saúde, em todo o Mato Grosso, de autoria do ex-deputado Oscar Bezerra, também mantido com o placar de 12 a 2.
Veto 05/2019 – Veto total aposto ao projeto de lei nº 388/16, que dispõe sobre a garantia de vaga em escolas de educação integral vinculada à rede pública de ensino, no âmbito do Estado de Mato Grosso, para alunos cuja genitora ou responsável tenha dependente com microcefalia, também do ex-deputado Oscar Bezerra. Mantido por 11 a 4.
Veto 28/2019 – Veto total aposto ao projeto de lei nº 128/15, que determina que, nas peças publicitárias de lançamento imobiliário, conste o nome do autor do projeto arquitetônico e urbanístico, de autoria do deputado Wilson Santos (PSDB), foi derrubado pelos deputados com 14 votos a um.
POR: FLÁVIO GARCIA / Secretaria de Comunicação Social
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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