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Evento no RJ celebra o Dia Nacional da Conservação do Solo

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O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, declarou, que o país irá investir na recuperação do solo e da água em áreas degradadas para aumentar a produtividade da agricultura nacional. Camargo participou na manhã desta segunda-feira (15), no auditório do Museu do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, de um ciclo de palestras e debates em comemoração ao Dia Nacional de Conservação do Solo.

Promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, Embrapa Solos e o Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio, o evento reuniu gestores e técnicos de entidades públicas, pesquisadores e outros atores na discussão das políticas e demais iniciativas dedicadas à promoção do uso sustentável do solo e da água pela agricultura e pela pecuária, em especial, no Estado do Rio de Janeiro.

O secretário que representou a ministra Tereza Cristina no evento, lembrou que ela “tem sempre ressaltado que, para o Brasil aumentar a produção, não será necessário cortar mais nenhuma árvore, mas, sim, recuperar áreas degradas, em especial aquelas danificadas pela pecuária, e torná-las novamente produtivas e sustentáveis”, disse o secretário do Mapa.

Camargo destacou também que a governança do solo é outro aspecto essencial para a conservação da terra e o aumento sustentável da produtividade do campo, sem que haja novas expansões das áreas plantadas. Lembrou que, através do Programa Nacional de Solos do Brasil (Pronasolos), o Governo Federal está realizando o mapeando e o diagnóstico da composição do solo brasileiro, cujo resultado será fundamental para a recuperação e a conservação desse recurso natural.

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“Esse mapeamento está em construção e apresentará informações detalhadas e precisas para o conhecimento efetivo do solo brasileiro. Isso permitirá ao agricultor planejar seu cultivo com maior produtividade possível, reduzindo a utilização de fertilizantes e os danos ao solo”, destacou afirmou.

Também participou o coordenador geral de Conservação do Solo e Água do Mapa, Jefé Ribeiro, que fez uma análise sobre a posição do Brasil com relação às diretrizes para o manejo sustentável do solo, sugeridas pela Aliança Global pelo Solo como base para a construção de políticas públicas de agricultura.

Chefe da Divisão de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário (DPDAG), da Superintendência Federal de Agricultura (SFA-RJ), o engenheiro agrônomo Celso Merola apresentou, juntamente com especialista em meio ambiente da Firjan, Andrea Lopes, um balanço das ações desenvolvidas para a implementação de uma agricultura de baixa emissão de carbono no meio rural fluminense, pelo Grupo Gestor do Plano ABC de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Boas práticas

Com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Embrapa Gado de Leite e do Banco do Brasil, em um ano o trabalho desenvolvido possibilitou capacitações de agricultores e técnicos e a multiplicação de práticas de manejo sustentável da agricultura e da pecuária, além do acesso de produtores rurais às linhas de financiamento para a agricultura de baixo carbono.

De maio a novembro do ano passado, 128 empreendimentos rurais fluminenses, obtiveram financiamento para o desenvolvimento de projetos da agricultura de baixo carbono, que resultaram na recuperação de um total de 3.270 hectares de terras antes degradadas.

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O evento também teve apresentações sobre os impactos do Programa Rio Rural do Governo do Estado do RJ para a conservação do solo e da água no meio rural fluminense, um panorama da ciência do solo e as perspectivas do Brasil para a conservação do solo e da água com relação às iniciativas da Aliança Global do Solo.

Celebrado em 15 de abril, o Dia Nacional de Conservação do Solo foi criado para destacar a importância da utilização correta e sustentável deste recurso natural fundamental para a produção de alimentos.

Também participaram da celebração, o chefe geral da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro, o presidente do Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Sérgio Besserman Viana, o subsecretário de agricultura familiar do Estado do RJ, Adriano Lopes, o subsecretário de Desenvolvimento Rural do Estado do RJ, Ramon de Paula Neves, o superintendente federal de Agricultura no RJ, Gilberto Alencar Belo.

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 Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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