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Política MT

Policiais da PJC-MT são capacitados pela DHPP na área de investigação de homicídios

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Foto: Assessoria

O deputado Delegado Claudinei (PSL) participou da abertura do curso que visa aplicar uma metodologia científica para identificação de homicídios e reconhece a importância do aperfeiçoamento dos policiais

Na manhã desta segunda-feira (29), o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) marcou presença na abertura do Curso Básico de Investigação de Homicídios. Com duração de 16 horas, essa capacitação vai aprimorar o desempenho das atividades investigativas de aproximadamente 80 servidores da segurança pública (delegados, investigadores e escrivães) de diferentes regionais de Mato Grosso, com metodologia científica relacionada à busca da materialidade e identificação de autoria e circunstâncias de crimes contra a vida.

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC – MT), em parceria com a Academia de Polícia Judiciária Civil (Acadepol – MT) é responsável pela promoção desta oportunidade. A metodologia aplicada será teórica e prática, com temas relacionados às técnicas e métodos específicos para investigação de homicídios, perícia vista sob a ótica da investigação criminal, atividades de inteligência com os investigadores, investigação criminal e a sua abordagem prática e produtividade e a qualidade na coleta de dados com o boletim de ocorrência.

Para o delegado titular da DHPP, André Renato, a ideia deste curso surgiu após o primeiro workshop realizado pela instituição, há exatamente um ano atrás. “Houve um feedback muito grande. Tratamos praticamente da atividade de inteligência e víamos que tinha um leque maior para que pudéssemos realizar este curso agora. Vamos abordar casos práticos e de repercussão que nos dão um suporte mais interessante, com uma ênfase mais científica à nossa investigação”, esclarece.

Foto: Assessoria

O curso será ministrado também por profissionais da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), assinala André, que considera este aspecto bastante relevante e interessante. Ele ressalta que os policiais inscritos de municípios como Rondonópolis, Pontes Lacerda, Alta Floresta, entre outros que não pertencem à região metropolitana de Cuiabá, vão poder difundir e multiplicar o conhecimento adquirido para as suas cidades. “Vamos abordar desde a investigação preliminar lá no local do fato até a investigação de segmento e, posterior, encaminhamento do inquérito policial ao juízo. Nós vamos procurar fazer exposição teórica, mas em um viés bem prático”, acrescenta o delegado.

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O deputado estadual que conta com uma carreira de 17 anos, como delegado de polícia na PJC – MT, em classe especial, durante a sua explanação, expôs a importância da promoção de cursos de capacitação para os servidores da segurança pública.

“Parabenizo todos envolvidos na organização deste curso, por que tudo que vem a somar em aperfeiçoamento e capacitação, temos que apoiar sempre. Isso vai proporcionar ainda mais um trabalho de excelência dos policiais em prol da segurança de nossa sociedade”, explica o parlamentar.

O curso que se estenderá até terça-feira (30), teve a metodologia definida por policiais da PJC-MT e, também, pela composição da perícia criminal. “O curso é feito e idealizado por nós mesmos e ele é difundido, com informações e o conhecimento gerado por policiais que já tem graduação na metodologia de ensino de homicídios. Este é o primeiro curso básico realizado pela DHPP, em parceria com a Acadepol e, nós procuramos justamente tratar do cientificismo”, explica André.

É neste aspecto do curso ser uma iniciativa da instituição da segurança pública, que o Delegado Claudinei avalia a necessidade do Estado investir em cursos de capacitação para os servidores. “Eu falo que estes cursos práticos de defesa pessoal, armamento em tiro, há uma dificuldade muito grande em serem promovidos pelo Estado, devido a falta de recursos financeiros que deveriam ser investidos em segurança pública para a polícia judiciária civil para que pudesse estar fazendo estes cursos. Não só na capital, como, também, nas outras 13 regionais de Mato Grosso”, enfatiza o parlamentar.

Foto: Assessoria

Claudinei lembra que quando entrou na PJC – MT, em 2002, não só ele que era delegado, como colegas escrivães e investigadores saíram da academia de polícia e depois não mais participaram de nenhum curso de aperfeiçoamento. “Ás vezes, não só por falta de interesse ou vontade, mas por falta de apoio do Estado e de condições que acaba abrindo um número reduzido de vagas, ou seja, 20 e 30 pessoas por regional que acaba não abrangendo todos os integrantes da PJC”, pontua o deputado.

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No acontecimento também estiveram representantes da PJC-MT, como o delegado-geral adjunto Gianmarco Paccola Capoani, delegado regional de Cuiabá, Rodrigo Bastos, delegado Metropolitano, Douglas Turíbio, diretor do interior, Walfrido Nascimento, delegados da DHPP, Eliane Moraes, Olímpio da Cunha Fernandes Junior, Jannira Laranjeira e Caio Fernando Alvares Albuquerque.

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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